18 de abril de 2014 às 13:33
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Aumento do desemprego segue dentro de momentos

Apesar do ligeiro recuo registado entre abril e maio, a evolução do desemprego em Portugal nos últimos 12 meses revela tendência de crescimento.
Carlos Abreu

Nos últimos 12 meses o desemprego jovem em Portugal não deu sinais de recuar enquanto na população ativa entre os 25 e os 74 anos continua a revelar uma tendência de crescimento, apesar da ligeira queda registava entre abril e maio deste ano.

Segundo os dados do gabinete de estatísticas da União Europeia, hoje divulgados, no mês de maio estavam sem emprego 932 mil portugueses entre os 25 e os 74 anos e 171 mil com menos de 25 anos. (ver gráfico)

Portugal continua, assim, a apresentar a terceira taxa de desemprego mais elevada da União Europeia (17,6% em maio). Pior, só a Espanha (26,9%) e a Grécia (26,8%, dados de março), todos muito acima da zona euro (12,2%).

Focando no desemprego jovem (cidadãos ativos com menos de 25 anos), Portugal mantém terceira posição, apresentando em maio uma taxa de 42,1%. À nossa frente voltam a estar os suspeitos do costume: Grécia (59,2%, em março) e a Espanha (56,5%).


Comentários 18 Comentar
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Sinais
A importância que se deve dar a todo este palavreado está bem descrita no comentário do Gilfonseca. Melhor que cada um, se tiver tempo e disposição, ir fazendo as suas observações e tirando algumas conclusões.

Agora, no verão, o desemprego diminui sempre, há milhares nas esplanadas e restaurantes,praias, muito emprego sazonal e , para muitos, é um balão de oxigénio para meses mais fracos.

Há sinais de melhoria , em relação ao ano passado, há muito mais gente de férias, há muito mais casas alugadas e os aldeamentos estão outra vez bem, e deixaram-se de descontos.

Ora se está melhor no Algarve, é porque está melhor no resto do país. A maioria do pessoal é português e se vieram é porque lhes sobraram uns cobres. É preciso acabar com esse choradinho do Jerónimo, das criancinhas cheias de fome, isso é falso. O verão passado foi um pouco soturno, reconheço, mas há um levantar de cabeça, que se deve saudar......
um pontito pela moral Ver comentário
O desemprego é até Maio, Ver comentário
espero que estejas certo e no entanto Ver comentário
Sobe e desce
Não alinho neste tipo de discussão superficial porque o que está em jogo são pessoas, famílias e carreiras profissionais que dependem do mercado de trabalho.
Uma discussão séria tanto atribui ao Governo a responsabilidade do aumento do desemprego como a diminuição, e estará alguém habilitado para garantir que os resultados conseguidos, negativos ou positivos, se devem às políticas deste executivo?
Além disso repudio que uma situação de extrema gravidade que engloba a sobrevivência básica seja motivo de chacota por parte dos fundamentalistas do costume.
!
Eu estou farto de escrever aqui que o desemprego só poderá subir. E não sou bruxo nem profeta da desgraça. Alguém vê alguma coisa a mexer no sentido do desemprego baixar? Eu apenas continuo a ver empresas a falir e despedimentos coletivos a acontecer. A corja em vez de se preocupar em criar empregos e desenvolver a economia só criou subsídios de desemprego, porque é mais fácil. Embora custe milhões os pagadores de impostos que aguentem. Depois a burocracia é o que se sabe, a corrupção idem aspas e os tribunais que não funcionam, aspas raspas. E a taxa não é maior porque centenas de milhar têm emigrado para não morrer á fome. E alguém quer criar empresas neste País de grevistas e de sindicatos comunistas?
As burrices estatísticas do costume
É só estatísticas, é só números, é só 'mercado'. Será que as 'estatísticas' do desemprego desceram porque na altura do versão, os muitos que ficaram desempregados nem se preocuparam em inscrever-se no IEFP? Porque os desempregados não subsidiados se recusaram a comparecer às reuniões de informação da treta porque nenhum direito têm? Será que emigraram mais umas dezenas de milhar (é o que eu vou fazer dentro de meses)?
Tanta estatística da treta para atirar areia para os olhos das pessoas. 'O desemprego desceu uns cagagésimos este mês..'. Como se estas coisas de medissem pela análise primária dos números. É tudo 'mercado'...
Pois, pois... Ver comentário
Qual será a razão?
Agora é necessário saber a razão desta descida. Hipoteses:
1- Foi criado emprego (optimista);
2- Os desempregados emigraram;
3 - Os desempregados continuam na mesma, mas deixaram de ter subsídio de desemprego e já não estão nos registos.

Seria bom esclarecer. O mais importante que a taxa de desemprego será uma avaliação entre a diferença entre o número de empregos destruídos e o número de empregos criados. E não será muito difícil saber, basta ver os registos de retenção na fonte; segurança social; sector público...
... E NÃO DESCE ?
Eu gosto destes analistas que mais não são do que "profetas da desgraça" !
Podia dizer "descida do desemprego segue dentro de momentos", mas assim fica mais bonito e sempre é mais uma notícia.
Aposto que ele até fez esta análise de "peito inchado"....
Profetas da desgraça? Ver comentário
A hipocrisia dos números
Os números na sua natureza são hipócritas, as estatísticas também o podem ser.
Avaliar ou reflectir uma taxa que diz apenas se está ou não empregado, simplicidade típica do preto ou branco que tolhe a critica ajuizada. Seria necessário aprofundar o olhar sobre o desemprego, nomeadamente discernir o trabalho parcial do trabalho a termo incerto e determinar o efeito da sazonabilidade, saber, por exemplo se são os algarvios que ocupam os postos gerados pelo turismo ou se acontece um fluxo migratório interno.

Importante seria também conhecer "a colheita" destes números, sabemos que, em Portugal, o IEFP revoga as inscrições a cada 6 meses obrigando a nova inscrição, uma manobra meramente política para colocar um desempregado ao largo da percentagem má.

Infelizmente a classe política não se debruça sobre estas considerações, para eles estas percentagens são uma arma, se sobe, a oposição arremessa contra o governo, se desce, dá-se arremesso inverso. A forma como analisamos estes números estará sempre condicionada pela forma como nos são apresentados, enquanto for assim, preto e branco, pouco poderemos concluir.
O quê?!
Mas que título enganador!
Mas não é só o título, vejamos, logo a abrir: "Nos últimos 12 meses o desemprego jovem em Portugal não deu sinais de recuar enquanto na população ativa entre os 25 e os 74 anos continua a revelar uma tendência de crescimento, apesar da ligeira queda registava entre abril e maio deste ano."
Observando o gráfico, pode-se ver realmente uma subida nos "últimos 12 meses" durante os primeiros 7 meses. Os 4 meses seguintes são de estabilização (há claramente um "plateau") e o último é de descida, ou, relativamente ao plateau, fica só ligeiramente abaixo (não me parece significativo). É portanto intelectualmente desonesto dizer-se que existe uma tendência para subida quando quase metade dos tais 12 meses (5 meses portanto), são de EVIDENTE estagnação do número de desempregados. Quanto ao emprego sazonal, parece-me cedo dizer que se reflete já no mês de maio. O normal é acontecer apenas entre Junho e Setembro.
Dia histórico para Portugal
A partir de ontem Portugal passou de terceiro para quarto país com mais desemprego na União!
Mas a verdade...
é que entretanto baixou. Muito pouco mas baixou. E isto deixa muito tristes os esquerdolas apologistas do quanto pior melhor. Por que se estão a marimbar para os desempregados. Apenas lhes interessa a politica da "terra queimada" e a demagogia irresponsável.
Agradeçam esse recuo aos
Milhares de desempregados temporariamente retirados das estatísticas por estarem a fazer Formação Profissional da treta , paga pela União Europeia e depois descontada vergonhosamente nos subsídios de desemprego que cada formando aufere. Ou seja a UE financia em ultima instância não os desempregados mas sim o Estado. Uma escandaleira que muito me admira não ter dado já uma grande barraca.
Dados falsos e hipocrisia
Toda a gente sabe que os números dos desempregados são manipulados no INE por ordem do governo. O Eurostat recebe os dados errados e as suas estatísticas são assim um logro.
Se toda a gente conhece isto, quem publica esses dados como certos só pode estar a gozar o Zé Povinho em conluio com a corrupção e a mentira da governação. Já é tempo que se fale na realidade, doa a quem doer.
De vez em quando um jornalista desabafa, mas o verdade não se alastra nem abre caminho.
Vejam-se estes artigos escondidos e encontrados a custo:
– 17 de Fevereiro de 2012. (Já era 14% oficialmente, mas não realmente.)
economico.sapo.pt/noticias/mais-de-um-milhao-de-portugueses-nao-tem-emprego_138473. html
– 15 de Novembro de 2012. (23%)
www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/exclusivo-cm/um-milhao-sem-receber-subsidio-de- desemprego
– 15 de Novembro de 2012. (23%)
www.rtp.pt/noticias/index.php?article=603553&tm=6&layout=123&visual=61
– 14 de Fevereiro de 2013 (25% em fins de 2012, dos quais só 27% foram contados para as estatísticas do governo.)
www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/atualidade/mais-de-um-milhao-sem-subsi dio
– 14 de Fevereiro de 2013 (25%)
www.dinheirovivo.pt/Economia/Artigo/CIECO100597.html
DEPENDE DO CARTÃO DE MILITANTE.
O PSD E CDS TEM COMBATIDO FEROZMENTE O DESEMPREGO DOS SEUS BOYS.
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