23 de agosto de 2014
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Uma relação de amor / ódio

João Garcia |
Dizia Millôr Fernandes que há duas coisas que não perdoamos: os sucessos e os fracassos dos outros. Os sucessos e os fracassos dos políticos - esses, seguramente não se perdoam. Por exemplo: não perdoamos se chegarem à política depois de terem tido uma carreira de sucesso no setor privado. Quando assim é, logo são acusados de abraçarem a ...

Ver mais longe

José Gomes Ferreira |
Que relação pode haver entre a derrocada do Grupo Espírito Santo (que por acto deliberado da Administração arrastou o Banco Espírito Santo, quando este banco estava sólido até há cerca de um mês e foi literalmente pilhado à pressa pela Família que estava de saída), e a declaração de inconstitucionalidade da Contribuição de Sustentabilidade ...

Em referendo contínuo

Daniel Oliveira |
  O foguetório, onde as primárias do PS e esta ideia de referendo para descobrir aliados dão mais nas vistas, substituiu a forma pelo conteúdo. Como Seguro e Costa se escondem atrás de promessas vagas que ignoram constrangimentos que têm de ser debatidos e questionados, ficam-se pela imagem. Costa tem a sua e essa, pensa ele, chega-lhe. ...

O carrasco com sotaque Downton Abbey

Ricardo Costa |
O vídeo da decapitação do jornalista James Foley no Iraque, às mãos de um carrasco do Estado Islâmico do Iraque e do Levante, provocou um choque tremendo, por razões mais que óbvias e por um fator muito menos óbvio: o carrasco de Foley falava um inglês perfeito e tinha um sotaque impecável. Os governos dos EUA e da Grã Bretanha declararam ...

Rangel: muito intenso para pouco espaço

Daniel Oliveira |
À dimensão de Portugal e dos media nacionais - tudo muito pequeno, portanto - Emídio Rangel foi, com Vicente Jorge Silva, Francisco Pinto Balsemão e mais uma ou outra pessoa, o mais importante homem de media no Portugal democrático. O que fez dele, para o bem e para o mal, um dos obreiros da nossa democracia.

A maldita engenharia política (ou onde para o dinheiro)

Henrique Monteiro |
À esquerda e à direita - o que em Portugal, no passado, quis dizer mais ou menos a mesma política de obras públicas - quase todos os projetos eram justificados não em nome de uma necessidade objetiva presente, mas em nome de uma realidade futura que justificaria esse investimento.

Um piquenique perdido na história

Michael Seufert |
Há, para mim, três momentos definidores na história da queda do Muro de Berlim. Falo dos momentos concretos que levaram especificamente à queda do Muro e à reunificação alemã, e não de todos os acontecimentos a nível europeu e mundial que contribuíram para o fim das ditaduras comunistas na Europa de Leste. Nestes últimos estarão sempre as ...

Reformas e pensões: um destino trágico com 30 anos

Henrique Monteiro |
Ideias para a reforma da Segurança Social nunca faltaram. Faltou, sim, coragem política de afrontar os que mais ganham, obrigando-os a prover o próprio futuro; faltou arrojo de limitar as pensões a um teto e sobrou o medo pelo que significava (e significa) que uma parte do negócio das pensões seria do setor privado. Mas vamos por partes.

Guerra e Vaz

Pedro Santos Guerreiro |
No meio de vendas desesperadas, uma compra esperada. No meio do fracasso, um êxito. No meio de homens, uma mulher. O Grupo Espírito Santo também fez coisas bem feitas - não há é muitas mais. Começa a OPA. No meio da doença, a Saúde. No meio do da guerra no Grupo Espírito Santo está a paz da Espírito Santo Saúde, que desde ontem está sob uma ...
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Edição Diária 17.Abr.2014

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