23 de abril de 2014 às 15:32
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Atriz Sónia Brazão enfrenta cinco anos de cadeia

Sónia Brazão é acusada pelo Ministério Público do crime de libertação de gases asfixiantes, depois da explosão que provocou no prédio do seu apartamento, em junho.
Sónia Brazão acusada pelo MP DR Sónia Brazão acusada pelo MP

O Juiz de Instrução Criminal confirmou hoje que a atriz Sónia Brazão será julgada pelo crime de libertação de gases asfixiantes e de explosão, punível até cinco anos de prisão, dada a conduta negligente da arguida.

Fonte da Procuradoria-Geral da República disse hoje, à Agência Lusa, que "Sónia Margarida Miranda da Fonseca, "conhecida como Sónia Brazão", no meio artístico, foi hoje pronunciada pelo Juiz de Instrução Criminal, nos exatos termos que já tinha sido acusada pelo Ministério Público".

Em dezembro do ano passado, a Procuradoria-geral Distrital de Lisboa (PGDL) divulgou na página da Internet o despacho de acusação do Ministério Público (MP), em que a atriz é acusada da prática de um crime de libertação de gases asfixiantes e de explosão.

Tendo em conta a conduta negligente da atriz, o crime tem uma moldura penal até cinco anos de prisão.

Libertação de gás intencional


No documento, o MP adianta que em setembro, a Polícia Judiciária terminou a investigação sobre o caso da explosão que em junho destruiu o apartamento da atriz, em Algés, e concluiu que houve uma libertação de gás intencional, através da abertura dos bicos do fogão.

A PGDL refere que foi feito "o arquivamento relativo a uma situação ocorrida em 27 de julho de 2005", que poderia consubstanciar outro crime de libertação de gases asfixiantes.

Nas diligências de prova, o MP analisou relatórios de ocorrência da Proteção Civil, da EDP e da Digal (empresa de gás), recolheu documentação clínica relativa ao atendimento e exame médico de dois feridos resultantes da explosão e à identificação e inquirição do técnico da companhia de gás que foi chamado ao local após a explosão.

Na investigação terminada em setembro, a PJ apontava no sentido de a atriz ter "intencionalmente aberto os bicos do fogão", provocando uma libertação excessiva de gás, mas sem intenção de originar uma explosão no apartamento.

A investigação das autoridades concluiu que não era intenção da atriz, que sofreu queimaduras de 2.º e 3.º graus no corpo e esteve internada com prognóstico muito reservado, fazer explodir o seu apartamento, situado em Algés, Oeiras.

A explosão, ocorrida no quarto andar do número 73 da Avenida da República, em Algés, concelho de Oeiras, ao fim da tarde de uma sexta-feira, causou dois feridos e significativa destruição material no edifício, nos prédios vizinhos e fronteiriços e em viaturas que se encontravam na rua.



Recorde as fotografias do local da explosão:
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Uma situação difícil para todos os intervenientes.
Toda esta história é triste.

Mas pôr em perigo as outras pessoas também não pode ficar impune.

É nestas altura que não gostaria de estar no papel do juiz.
SB queria era protagonismo,... Ver comentário
Re: SB queria era protagonismo,... Ver comentário
A libertar gases anda o ze parvinho português
a pagar a corrupão que alastra por todo o País.....
Se tentou suicidar-se...
Pondo em risco a vida de pessoas inocentes, tem que pagar por isso!

TODOS SOMOS RESPONSÁVEIS!
Logo na altura da explosão e de acordo com informações de técnicos que examinaram o local, eu achei que esta senhora devia ser apontada como responsável pela explosão.
Não faltou aqui neste mesmo fórum comentadores que me " fuzilaram", pois não conseguem ser imparciais.
Gostaria que os mesmos que me " fuzilaram" se retrataseem agora, se forem homens e mulheres!
Esta mulher pode estar inocente.
Não é difícil presumir-se a inocência desta mulher. Não, certamente face aos seus pecados, mas face à acumulação e explosão de gás.

Em tempos testemunhei eu a inequívoca presença do mal em certos locais.

Tremo ainda de absoluto horror, sempre que recordo os efeitos que o mal consegue ter sobre a vida dos que transgridem os mandamentos da Sagrada Escritura, desobedecendo a Deus Todo Poderoso e aos ensinamentos da Igreja.

Que ninguém duvide do seu poder, sobre as pessoas de pouca Fé!

Preferível seria a certa gente, nem sequer ter nascido para poder ver a luz do dia, tal o horror, o medo e o espanto que a acção do mal pode causar!

Duas almas perdidas, que desgraçadamente conheci na sua flor da idade, e a quem repetidissimas vezes instei a respeitar os Mandamentos da nossa Santa Madre Igreja Católica, todas as semanas tinham o medonho hábito de se reunir em torno de velhíssimo tabuleiro de "Ouija".

Quem pratica esses rituais, entra ainda em vivo no inferno!

Pecado terrível, pois que o exercício da nigromancia esta absolutamente interdito a qualquer Católico, dadas as suas funestas consequências!

Certo dia, recebo o telefonema de uma voz em grande pranto! Era uma das almas perdidas chorando convulsivamente, enquanto afirmava não poder já suportar o inferno em que a sua vida se havia transformado!

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Pensei fosse batata-doce
Pensei tivesse ela comido batata-doce com repolho ... só rindo para não chorar, as pessoas estão inconsequentes.
a prova?
Acho muito dificil vir a ser condenada, mesmo tendo sido a responsável.
O facto dos bicos do fogão estarem abertos não pode ser o motivo da condenação, porque ninguem a viu abrir os bicos, além de que ela pode sempre alegar que alguem o fez com o intuito de a matar/prejudicar.
O relatorio da PJ diz que ela teve a intençao de provocar a libertaçao de gases, no entanto, não tinha a intençao de provocar a explosão do apartamento. Concluo então, que ela só poderia estar doente, com uma pequena passagem, não tendo qualquer noção da perigosidade, logo, neste cenário, ela nunca poderá ser condenada porque é inimputável, estava doente, estava fora de si, praticou um acto sem ter consciencia das consequencias.
Veremos o resultado do processo, mas acredito, que nada ficará provado.
Espero que tenha aprendido que a vida é unica e demasiado importante,caso o erro, tenha sido cometido conscientemente.
Se não foi de todo responsável a companhia de seguros que pague rapidamente as indemnizações aos lesados.
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