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As novas prioridades da diplomacia portuguesa

Paulo Portas enuncia os pontos da política externa e dá recados sobre EDP e Europa.

Luísa Meireles (www.expresso.pt)
12:58 Quarta feira, 4 de janeiro de 2012
Paulo Portas durante a sessão de abertura do Seminário Diplomático
Paulo Portas durante a sessão de abertura do Seminário Diplomático
Miguel A.Lopes/Lusa

Um Ministério mais organizado e que a reestruturação diplomática recente ilustra, uma politica externa com duas prioridades essenciais - a melhoria da perceção externa de Portugal e a diplomacia económica - e recados sobre a privatização da EDP e a política europeia foram as tónicas do ministro dos Negócios Estrangeiros ao falar hoje aos diplomatas no tradicional Seminário Diplomático.

Numa intervenção de uma hora, que tocou praticamente todos os pontos, Paulo Portas destacou, em questões de atualidade, o processo de privatização da EDP em favor de uma empresa chinesa, considerando-o como "muito relevante para a política externa portuguesa".

O processo foi transparente, a escolha recaiu no concorrente que oferecia o melhor preço e a melhores soluções para a economia e abre um enorme potencial num mercado emergente de primeiro plano para as empresas portuguesas que queiram internacionalizar-se, salientou a propósito, destacando que "tudo faremos para que esta decisão seja devidamente aproveitada".

Resposta à Jerónimo Martins


Outro tema de atualidade foi a tónica posta na "necessidade urgente" de  obtenção de acordos de dupla tributação, que pode ser lida como uma resposta à decisão anunciada ontem pela Jerónimo Martins da transferência para a Holanda da empresa que controla os capitais da família Soares dos Santos.

"Para a promoção dos interesses portugueses, é fundamental criar uma rede atrativa que evite a dupla tributação", disse Paulo Portas, ao elencar um extenso número de pontos relativos à diplomacia económica e que, no caso, exigem "uma boa articulação com as Finanças". Presentemente, há mais de 40 convenções em negociações que estão paradas, referiu.
Atitude nacional precisa-se recado evidente também foi a acentuação - no âmbito do que definiu como a prioridade dada à percepção externa de Portugal (que deve ser "a obsessão diária e quotidiana" dos diplomatas em missão) - na necessidade de reagir "com atitude nacional".

"Devemos ter sempre prevista que as medidas que são tomadas, por não constituírem uma opção mas uma obrigação, comprometem a palavra do estado português e não apenas a deste ou aquele partido", afirmou.
Paulo Portas referiu-se ainda como positivo que Portugal começa a ser "singularizado" em relação à Grécia, mas que "é estultício pensar que ao cabo de apenas seis meses a regulação e um Estado ganhe alguma coisa conjugando politicamente verbos como hesitar, vacilar ou incumprir".

Para o ministro, é também essencial que em Portugal haja boa articulação entre órgãos de soberania e "um esforço relevante para manter a coesão social".

Embaixadas obrigadas a "planos de negócios"


Quanto à diplomacia económica - elencada em 16 pontos (o último, não constante da versão escrita, foi precisamente sobre a dupla tributação) - Portas anunciou que até ao fim do mês será assinado um protocolo entre o MNE e a AICEP para a integração entre as duas instituições e que os embaixadores ficarão obrigados a definir um business plan, sendo avaliados parcelar e anualmente por isso.

As missões deverão promover eventos económicos e empresariais, organizar regularmente roadshows dirigidos à captação de investimento estrangeiro e mobilizar a rede de quadros no exterior.

A "Primavera diplomática"


A movimentação diplomática anunciada ontem foi definida por Portas como uma "Primavera diplomática": envolve uma rotação em quase 40 postos e lugares e é marcada pela ascensão de uma nova geração e a duplicação do número de mulheres em lugares de chefia.
"Houve uma só preocupação" - disse - "colocar os melhores nos postos mais difíceis".

Europa: Portugal a uma só voz


No extenso discurso destaque ainda para um tema europeu - o novo tratado, no qual, segundo Portas, "Portugal deve surgir como país unido que fala consensualmente".

Paulo Portas sublinhou, aliás, que no novo tratado, não era do interesse de Portugal que fossem alteradas regras que alterassem os poderes do Parlamento na aprovação do orçamento nacional, nem que viesse a ser posto em causa o direito de voto do país na União Europeia.

No âmbito internacional, o ministro referiu-se ainda às primaveras árabes como "uma oportunidade única e irrepetível para reconstruir relações com as sociedades islâmicas, recomendando que os europeus "não fossem condescendentes", nem tentassem exportar modelos políticos e fossem coerentes com os seus princípios, preparando-se para aceitar a vitória de eventuais partidos de natureza islâmica.

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Vender,é com Portas.Só falta saber
águiadois (seguir utilizador), 2 pontos , 14:26 | Quarta feira, 4 de janeiro
se o "seu" Ministério não acaba "falido" como fez ao Independente!
 
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    Re: Vender,é com Portas.Só falta saber    Ver comentário
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 16:07 | Quarta feira, 4 de janeiro
    Re: Vender,é com Portas.Só falta saber    Ver comentário
águiadois (seguir utilizador), 2 pontos , 16:52 | Quarta feira, 4 de janeiro
    Re: Vender,é com Portas.Só falta saber    Ver comentário
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 18:35 | Quarta feira, 4 de janeiro
    A PROPÓSITO DO INDEPENDENTE: HERMAN JOSE    Ver comentário
SAMOVAR (seguir utilizador), 1 ponto , 15:33 | Quarta feira, 4 de janeiro
    Vinde ver o especialista em Submarinos !    Ver comentário
Nuno e Vaz (seguir utilizador), 1 ponto , 19:40 | Quarta feira, 4 de janeiro
Prioridades? Submarinos!
novo velho do restel (seguir utilizador), 2 pontos , 16:21 | Quarta feira, 4 de janeiro
A prioridade deste senhor deve ser encomendar mais submarinos - foi o negócio mais rentável de sempre - para ele, claro.

        Se der muito nas vistas lá se hão-de arranjar outros mamarrachos que rendam luvas para toda a canalha!

        Se não os pendurarmos numa corda eles acabam conosco!
 
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Trabalhem os outros , que trabalho faz calos
alix07 (seguir utilizador), 2 pontos , 17:54 | Quarta feira, 4 de janeiro
"a melhoria da perceção externa de Portugal"

Curioso , colocar os embaixadores a fazer o trabalho que compete a este governo.

Realmente este governo é perito é em mandar trabalhar os outros , e só se esforça e se empenha quando se trata de arranjar uns otários de serviço para fazerem o seu trabalho.
 
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As novas prioridades da diplomacia portuguesa
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 18:36 | Quarta feira, 4 de janeiro
BrincaNareia (seguir utilizador), 2 pontos , hoje às 2:06
Para esta nova União-Nacional, estes casos são meras pentelhices. A velha União fazia o mesmo e nem se sabia à boca cheia. A "democracia" permite que se saiba, não nos impedindo sequer de a estas práticas chamar proxenetismo partidário.
Até ver, não nos impede, mas recorde-se o caso Bairrão e a aniquilação dos que no SIS denunciaram as "boas" práticas.

A laranjada, arautos da transparência, tem como adjunto do primeiro-ministro, o senhor Carlos Moedas, que se veio agora a saber ter 3 empresas ligadas à Finança, aos Seguros e à Imagem e Comunicação, tendo tido como sócios, Pais do Amaral, Alexandre Relvas e Filipe de Button a quem comprou todas as quotas no passado dia dia 10.
Como clientes tem a Ren, a EDP, o IAPMEI, a ANA, a Liberty Seguros entre outros.
Nada obsceno para quem é adjunto de PPC !!!

E não é que o bom do Moedas até comprou as participações dos ex-sócios para "oferecer" o bolo inteiro à mulher. Diz ele à Sábado.

Adoro estes liberais de trazer por casa, dependentes à vida, do Estado, quer para um emprego, quer para os seus negócios.
 
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Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 18:45 | Quarta feira, 4 de janeiro
Este é o ministro que continua a passar pelos intervalos da chuva e até ao presente sem se molhar. Este é o ministro que põe os interesses do País acima dos submarinos. Este é o homem coerente que não diz hoje uma coisa e amanhã outra. Como de costume não acuso sem provar e por isso deixo o testemunho do que digo.

http://goo.gl/31cva
 
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    Portas a comer as papas na cabeça do alvaro.    Ver comentário
eduvel (seguir utilizador), 1 ponto , 0:45 | Quinta feira, 5 de janeiro
As novas prioridades da diplomacia portuguesa
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 18:48 | Quarta feira, 4 de janeiro
Resistente (seguir utilizador), 2 pontos , hoje às 18:28O ex-administrador da Ferrostaal Johann-Friedrich Haun e o ex-procurador Hans-Peter Muehlenbeck já se tinham dado como culpados perante o Tribunal regional de Munique, a troco da garantia dada pelo juiz de que a sentença não iria além da pena que foi realmente aplicada.

Haun terá de pagar uma coima de 36 mil euros e Muehlenbeck de 18 mil euros, anunciou o juiz do processo, Joachim Eckert. A Ferrostaal, arguida no mesmo processo, reconheceu as práticas ilegais e aceitou pagar uma coima de 140 milhões de euros, que só não foi maior porque o tribunal teve em conta a atual precária situação da empresa. Para Ana Gomes é "inaceitável que o processo na Alemanha tenha avançado, ao ponto de haver condenados por suborno a portugueses, e em Portugal o assunto esteja em águas de bacalhau". A deputada ao Parlamento Europeu defendeu que é preciso "interpelar o Governo sobre este processo", dado que há "fortes suspeitas de corrupção" e "o principal responsável político pelo negócio é o próprio ministro [da Defesa] da altura, o doutor Paulo Portas", atual ministros dos Negócios Estrangeiros.
Portugal assinou em 2004 a compra de dois submarinos a um consórcio alemão, pelo valor de aproximadamente 1000 mil milhões de euros. "Interpelo o PGR e o Governo, acho que é inaceitável e uma perversão do sistema democrático se este processo não seguir os seus trâmites, aliás, o Governo devia ser o primeiro a garantir que o processo ...
 
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Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 19:28 | Quarta feira, 4 de janeiro
A oração do dia:

  Joãozinho orando: - Senhor todo poderoso: Há 2 anos, o Senhor levou o meu cantor favorito Michael Jackson! O meu locutor favorito Lombard! O meu actor preferido Patrick Swayze! A minha dançarina preferida, Lacraia! Este ano levou a minha cantora favorita, Amy Winehouse! Quero lembrar ao Senhor, que os meus políticos preferidos são: Angela Merkel, Nicolas Sarkozy, Sílvio Berlusconi, Cavaco Silva, Pedro Passos Coelho, Paulo Portas...
 
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    O MACACAO TONI2    Ver comentário
SEMPREAFAVOR (seguir utilizador), 1 ponto , 21:01 | Quarta feira, 4 de janeiro
Sr., Portas
caprylm56 (seguir utilizador), 2 pontos , 20:25 | Quarta feira, 4 de janeiro
Voçê nem as pensa, pois com estas afirmações só penso que seja um vendido para não dizer um prostituto.
São estes os obreiros da nação? Aí está o exemplo do país falido em virtude termos este tipo de gente.
 
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Artolas !!! *
BrincaNareia (seguir utilizador), 2 pontos , 22:27 | Quarta feira, 4 de janeiro

"...business plan, sendo avaliados parcelar e anualmente por isso."

Ó Paulinho, as figuras do Adido Comercial e do Adido Cultural desapareceram das nossas embaixadas, dando lugar a gentinha nomeada por via uterina ou de alcova, que nada percebem de Negócios ou de Cultura.

Limitam-se ao Business e à Cultura do croquete, acumulando anos e granjeando "pontos" para voos em embaixadas colocadas em países "interessantes".

Estranho até, que os diplomatas passem a ser avaliados pela promoção que efectuem. Haverá alguns, pobres coitados, que nem aos negócios devem aludir. Recordo por exemplo os colocados na Venezuela e na Líbia, países a cujos dirigentes Portas dedicava palavras que nem Maomé dizia do toucinho.

Bem sei que foi enquanto deputado da oposição, porque enquanto governante, especialista em negócios de submarinos e outro armamento, Portas dava-se lindamente mas com gente nomeada a título honorário, talvez para o efeito: Cônsul ou Encarregado de Negócios, são as melhores gazuas para os negócios escuros.

* Texto sujeito a censura, não elaborado de acordo com as Regras da Laranjada.
 
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Onde pára o meu comentário? Censura no Expresso!
Paulo Pedroso (seguir utilizador), 2 pontos , 22:43 | Quarta feira, 4 de janeiro

Uma vez mais, a censura descarada campeia no Expresso.

Escrevi um comentário onde me interrogava sobre as luvas envolvidas no negócio da EDP, tendo em conta o que se passou no negócio dos submarinos e, pasme-se, o Expresso elimina o comentário.

Há gente que tem o fascismo entranhado no corpo!
 
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Serviço Público da Diplomacia Portuguesa.
rucamigo (seguir utilizador), 1 ponto , 13:30 | Quarta feira, 4 de janeiro
E eis que o "serviço público" da diplomacia portuguesa foi usurpado pelos grupos económicos (ou para benefício deles), longe da discussão pública, e mesmo parlamentar, que uma democracia madura exigiria.
 
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E OS SUBMARINOS
mauleruk (seguir utilizador), 1 ponto , 14:05 | Quarta feira, 4 de janeiro
O Catherine o processo da E.D.P. foi transparente !!!!!
Tem piada e que o dos submarinos tambem tinha sido ,o pior foi depois , foram encontrados ,julgados e condenados os corruptores mas os corruptos nem ve-los ..Em qualquer PAIS decente ja tinhas sido investigado e julgado ,mas como estamos nesta pocilga vale tudo..
 
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Listagem 2º semestre 2002 - cursos formação
Trolha da Areosa (seguir utilizador), 1 ponto , 17:08 | Quarta feira, 4 de janeiro
http://pt.legislacao.org/... ntro-360958
 
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A notícia é escasseia...
Manuelisboa82 (seguir utilizador), 1 ponto , 18:19 | Quarta feira, 4 de janeiro
A notícia escasseia quanto a detalhes.Não parecem ser más ideias.Nem novas.Apenas recicladas.Necessidades de afirmação de um político pretendendo apresentar algo de novo.Agora,há dinheiro,por exemplo para "roadshows"? De quê?Sardinha assada,fogareiro,tintol e rancho foclórico de emigrantes?Depois,"business plan"obrigatório para embaixadas?Todas?Só o termo em inglês assusta.Será consequência de algum acordo ortográfico luso-anglo/saxónico?Está-se mesmo a ver o embaixador em Washington a aproveitar as primárias americanas para um"portuguese barbecue"(sardinhada)algures em Las Vegas,promovendo o excelente tinto do Dão com "majoretes" e "bandas"naquela "disneyland"...Daqui a umas décadas será interessante estudar "planos de negócio"propostos pelos embaixadores portugueses em,por exemplo,Adis-Abeba,Abuja ou Helsínquia e saber como foram (diplomaticamente)flagelados pelo MNE por não conseguirem alcançar as metas de venda de chinelos "made in Portugal".Ainda,será curioso ver a figura do embaixador português em Londres pitorescamente vestido de xadrês e com um taco de golfe ao pé do Buckingham Palace a distribuir folhetos promovendo aquele "sport"no Algarve.Dos velhos manuais sobre diplomacia ressalta a ideia,que a prática diplomática alicerça-se na realidade geopolítica do estado e sulca rotas de oportunidade de forma atenta e discreta... e aguardam-se as imagens no "twiter" e no "facebook" dos alegres "portuguese roadshows around the world"(manuellisboa.blogspot.com).
 
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Atenção às suas manobras neste Minist´
fernando roma (seguir utilizador), 1 ponto , 18:57 | Quarta feira, 4 de janeiro
Deram a este mentiroso compulsivo, troca-tintas, cuja ambição para dar nas vistas é incomensurável, um brinquedo muito sensível. A nossa diplomacia externa, por experiência acumulada ao longo de muitos séculos, de um país que foi sempre o elo mais fraco da Europa e alvo de pressões e cobiças várias, tornou-se na nossa menina-dos-olhos, um património de conhecimento invulgar.

Ou me engano muito (oxalá que sim), ou este estarola vai arruiná-lo, enxarcar o Ministério dos Negócios estrangeiros de intriga, compadrio e corrupção para satisfazer o seu permanente exibicionismo de vulgaridades.

O Senhor Presidente da República deve estar muito atento às manobras deste bicho, não vá ele estoirar com uma das jóias das nossas movimentações políticas no mundo.

Este rapazinho é um bluff, e não olha a meios para ser notado.

Foi sempre falso, traidor e demagogo.

Muita atenção às suas manobras neste Ministério, que se quer sempre entregue a pessoas ponderadas, ponderadas, muito ponderadas - mil vezes ponderadas.

Ofereçam-lhe um outro brinquedo, que não possa partir.Ou então um das caldas, que há lá milhares para repôr.
 
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