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Cheesecake com manjericão e doce de tomate

Especialista em pratos de confeção acessível, com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, Tiger escolheu a gastronomia como forma de estar na vida. Veja, confecione, desfrute e impressione.

Voámos num F-16

Um piloto da Força Aérea voou com uma câmara GoPro do Expresso e temos imagens inéditas e exclusivas para lhe mostrar num trabalho multimédia.

Salada de salmão com sorvete de manga

Especialista em pratos de confeção acessível, com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, Tiger escolheu a gastronomia como forma de estar na vida. Veja, confecione, desfrute e impressione.

Por faróis nunca dantes navegados

São a salvaguarda dos navegantes, a luz que tranquiliza o mar. Há 48 faróis em Portugal continental e nas ilhas. Este é um acontecimento único: todos os faróis e 1830 km de costa disponíveis num mesmo trabalho. Para entendê-los e vê-los, basta navegar neste artigo.

Parecem casulos onde gente hiberna à espera de ver terra

No Porto de Manaus não há barcos, mas autocarros bíblicos que caminham sobre água. Têm vários andares e estão cheios de camas de rede que parecem casulos onde homens, mulheres e crianças aguardam o destino. E há gente a vender o que houver e tiver de ser junto ao Porto. "Como há Copa, tem por aí muito gringo que vem ter com 'nóis'. E então fica mais fácil vender"

O adeus de Lobo Antunes às aulas de medicina

O neurocirurgião deu terça-feira a sua "Última Lição" no auditório do Instituto de Medicina Molecular da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, na véspera de deixar o seu trabalho no serviço nacional de saúde.

Jaguar volta a fabricar desportivo dos anos 60

Até ao verão será fabricado um número limitado de desportivos Jaguar E-Type Lightweight, seguindo todas as especificações originais, incluindo a continuação do número de série das unidades produzidas em 1963.

"Naquela altura estavam continuamente a acontecer primeiras coisas"

Mais do que uma manifestação, o 'primeiro' 1º de Maio é recordado como a grande festa da Revolução dos Cravos, quando o povo saiu às ruas em massa e a união das esquerdas era um sonho possível. "O 1º de Maio seria mais uma primeira coisa, porque naquela altura estavam continuamente a acontecer primeiras coisas." Foi há 40 anos.

Este trabalho não foi visado por qualquer comissão de censura

Aquilo que hoje é uma expressão anacrónica estava em relevo na primeira página do "República", a 25 de Abril de 1974: "Este jornal não foi visado por qualquer comissão de censura". Quarenta anos depois da Revolução, veja os jornais, ouça os sons e compreenda como decorreu o "dia inicial inteiro e limpo", como lhe chamou Sophia. O Expresso falou ainda com cinco gerações de 40 anos e percorreu a "geografia" das Ruas 25 de Abril de todo o país, falando com quem lá mora. Veja a reportagem multimédia.


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Re: As lições do futebol
“No futebol, acreditamos nos melhores e celebramos a desigualdade de performances. Ninguém contesta a remuneração de Ronaldo”

Numa perspectiva puramente maniqueísta que não é a minha, poderíamos ser levados a pensar que para uns ganharem muito outros terão necessariamente de ganhar pouco. Mas a questão é outra. O problema de Rui Ramos e de muitos neste país é que continuam a acreditar nos salvadores da Pátria, nos heróis, nos grandes homens, nos super-homens…nas altas performances das elites e não nas competências médias da comunidade, do grupo, e não numa sociedade capaz de funcionar eficazmente como um todo. Que temos individualidades já se sabe, que somos capazes de produzir grandes feitos também; mas acontece que isso, só por si, não chega para fazer de nós uma sociedade avançada. Para fazer de nós uma sociedade avançada é preciso valorizar (e remunerar condignamente) o aparentemente banal, a acção diária, e não apenas aquilo que pode fazer de nós heróis do momento; é preciso valorizar os seres aparentemente banais (e as suas tarefas) e fazer deles os nossos heróis. Fazer brilharetes é fácil, difícil é a constância do dia a dia.

A perspectiva de Rui Ramos é passadista e não serve o país porque manias e grandezas já nós temos que chegue. A perspectiva de Rui Ramos serve apenas para alimentar egos e epifenómenos de sucesso.
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Edição Diária 17.Abr.2014

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