22/05/2012 atualizado às 20:24
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Arménio Carlos deverá ser o próximo líder da CGTP

O dirigente Arménio Carlos deverá suceder a Carvalho da Silva como secretário-geral da CGTP, segundo indicaram vários responsáveis da Intersindical

8:47 Segunda feira, 16 de janeiro de 2012
Arménio Carlos deverá ser o próximo líder da CGTP
Manuel de Almeida/Lusa

O dirigente Arménio Carlos deverá ser o novo secretário-geral da CGTP, confirmaram à agência Lusa vários responsáveis da Intersindical, embora a escolha dependa do Conselho Nacional que vai ser eleito no XII congresso, no final deste mês.

Maria do Carmo Tavares, uma das dirigentes históricas que saem no congresso de 27 e 28, reconheceu que Arménio Carlos, da Comissão Executiva da Intersindical, tem a experiência sindical e os conhecimentos necessários ao futuro secretário-geral: "O Arménio Carlos tem sido responsável nos últimos anos por áreas estratégicas que vão estar na berra, nomeadamente a contratação coletiva, a ação reivindicativa e a concertação social, mas tudo está em aberto quanto à escolha do Conselho Nacional", disse a sindicalista.

"Arménio Carlos adquiriu conhecimentos que o tornam no dirigente da CGTP com as condições prováveis para obter uma certa unanimidade para o cargo de secretário-geral, destacou-se mais que ninguém e se for escolhido pelo Conselho Nacional desempenhará bem as funções de secretário-geral", disse a sindicalista, que já não terá oportunidade de participar na escolha do sucessor de Carvalho da Silva.

A deputada e sindicalista Mariana Aiveca, do Bloco de Esquerda, considerou que não vai ser difícil escolher o novo secretário-geral da Inter, nem são esperadas surpresas embora a última palavra seja do congresso.

Escolha não unânime


"A escolha do novo secretário-geral não deverá ser unânime mas há um forte consenso para que seja Arménio Carlos, é expectável", disse.

A sindicalista que também não participará na escolha do novo secretário-geral porque vai deixar o Conselho Nacional da Inter, salientou que Arménio Carlos tem "grande experiência sindical e teve um importante papel" na União dos Sindicatos de Lisboa (USL), onde começou em 1985.

Outros dirigentes da CGTP também consideraram que Arménio Carlos deverá ser o próximo secretário-geral da Inter mas não quiseram fazer declarações nesse sentido dado que a escolha depende do Conselho Nacional que vai ser eleito dia 27.

Mário Nogueira a escolha de 20 conselheiros


Mas os socialistas da CGTP, que indicam 20 dos 147 conselheiros, preferiam uma outra escolha para o lugar de secretário-geral, nomeadamente o dirigente da Fenprof, Mário Nogueira, que já disse à agência Lusa que não deixaria a liderança da Fenprof porque considera ter ali um importante trabalho a desenvolver.

O líder da corrente socialista da Inter, Carlos Trindade, disse à Lusa que a escolha de Arménio Carlos não é pacífica porque não houve oportunidade no último congresso de discutir o perfil para o futuro secretário-geral: "Reconhecemos que o novo secretário-geral terá de sair da maioria comunista mas todos temos uma palavra a dizer", disse o líder dos socialistas da CGTP.

Para Carlos Trindade, é importante que o futuro secretário-geral da Inter contribua para que a central sindical "seja cada vez mais abrangente e consiga cada vez mais alianças sociais para enfrentar as políticas do Governo", disse o sindicalista.

Arménio Carlos foi eletricista na Carris


Arménio Carlos trabalhou como eletricista na Carris, integrando a sub-comissão de trabalhadores de Cabo Ruivo.

Foi dirigente do TUL e da União dos Sindicatos de Lisboa, cuja coordenação assumiu em 1996.

Desde então que está na comissão executiva da Inter mas foi há quatro anos que passou a estar a tempo inteiro na central sindical assumindo as áreas com maior visibilidade.

Lusa
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Não basta protestar. Propôr uma allternativa á
Resistente (seguir utilizador), 2 pontos , 10:07 | Segunda feira, 16 de janeiro
ditadura de mercado e ultra liberalismo instalado. Insurreição paciifica para repôr a Democracia e regenerar o Estado de Direito. Porque Portugal não vive em Democracia Não é só por se votar de 4 em 4 anos que se pode dizer que se vive em Democracia. Com a leis laborais implementadas pelo neo liberalismo e que estes ultras que assaltaram o poder aprofundaram, onde até a liberdade de opinião e participação na vida civicaestá uito limitada, devido ao mêdo de se perder o emprego, tal é a facilidade com que se despede hoje qualquer trabalhador...

 
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Nova aragem ou talvez não?
Franco5612 (seguir utilizador), 2 pontos , 11:15 | Segunda feira, 16 de janeiro

Sendo uma instituição pesada a CGTP torna-se uma teia cheia de ramificações donde é difícil sair-se...

A saída do Carvalho da Silva, ao contrário do que se possa pensar, não vai democratizar a Central, antes pelo contrário...

O Carvalho da Silva fez o seu caminho e, apesar de estar há tempo demais no lugar, credibilizava-o uma vez que fez um caminho científico na sociologia teórica e essencialmente prática no ramo do Trabalho, tornando se uma mais-valia para a sua compreensão.

Goste-se ou não dele, tem um valor reconhecido e não será de descartar um futuro lugar político na nossa sociedade.
 
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    Re: Nova aragem ou talvez não?    Ver comentário
bivolta (seguir utilizador), 1 ponto , 12:27 | Segunda feira, 16 de janeiro
    Re: Nova aragem ou talvez não?    Ver comentário
Franco5612 (seguir utilizador), 2 pontos , 13:02 | Segunda feira, 16 de janeiro
Alerta á aviação...
Trolha da Areosa (seguir utilizador), 1 ponto , 10:05 | Segunda feira, 16 de janeiro
Aguia2..cuidado ..olha mais um comunista....os trabalhadors que se cuidem...!
 
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Substituto?
Leiki (seguir utilizador), 1 ponto , 10:48 | Segunda feira, 16 de janeiro
Este ainda é mais velho que o outro...
 
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tradução
JAlexandre Costa (seguir utilizador), 1 ponto , 11:13 | Segunda feira, 16 de janeiro
CGTP está a ficar exausta e a precisar de novas ideias. Como por outro laso o proprio BE está a precuisar de nevovação e há fractura, alguma coisa vai mudar em função das formas de luta clássicas não darem resultados.
Agora é altura de todos se virarem para o PCP o que curiosamente tem sido ao contrário. Com issso os Indignados etc também saem de cena. Com a esquerda desorganizada e confusa Vai ser uma primavera interessante. Mas mudanças na estrutura sindicalista vão ser dificieis porque é a prprio lógica marxista que está em jogo.
 
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A CGTP não mudará muito....
OpiniãoLivre (seguir utilizador), 1 ponto , 11:36 | Segunda feira, 16 de janeiro
..... seja qual for o lider.

No entanto, será muito dificil encontrar alguém com o perfil de Manuel Carvalho da Silva.

O Nogueira dos "Profs", nem pensar.

O ideal seria alguém firme e duro, capaz e bater o pé a um Governo ultra-liberal e sem demasiada ligação ao PCP.

Bem, o ideal quase nunca é possível, portanto....
 
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mais do mesmo...
zebano (seguir utilizador), 1 ponto , 12:26 | Segunda feira, 16 de janeiro
Mais um individua com a cassete gravada que os comunistam vão pôr no poleiro. Á semelhança do costume será um tipo que irá continuar a governar, e bem, a sua vidinha, à custa dos trabalhadores. Continuará a incentivar greves e paralisações que apenas trarão milhoes de prejuizo às empresas.
 
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