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Aperitivo: instrumentos para todos os gostos

O Global Investment Challenge começou e, para além das ações, com ele vêm uma série de novos instrumentos para investir nos mercados acionistas, nomeadamente os Certificados e os Warrants. Mas o que se pode ganhar com estes instrumentos?

Diogo Justino (Millennium bcp)
10:01 Quarta feira, 28 de março de 2012
Aperitivo: instrumentos para todos os gostos

Com uma oferta de ações, certificados e warrants o investidor tem ao seu dispor famílias de instrumentos que servem objetivos e riscos de investimento diferentes. As ações, método tradicional de investimento nos mercados, permitem investir numa determinada empresa, variando o preço dos seus títulos com as notícias que afetam a empresa e o mercado. Entre estas três famílias de instrumentos, as ações caracterizam-se pelo risco médio.

Os Certificados, por seu lado, correspondem ao risco mais baixo uma vez que representam um índice acionista, ou seja, um conjunto muito variado de diferentes ações. A sua valorização ou desvalorização depende não apenas de um só título, mas de uma média de diferentes títulos. Por exemplo, o Certificado sobre o PSI20 representa uma média do preço de 20 diferentes ações de empresas portuguesas. Existem Certificados sobre os principais índices mundiais e mercadorias admitidos à negociação em mercado. Finalmente, os Warrants correspondem à família de produtos mais arriscados ao permitirem ao investidor alavancar a sua carteira.

Os diferentes níveis de risco resultam da variação que cada uma destas famílias de produtos oferece aos investidores. Tomando como exemplo o dia 2 de janeiro, as variações das ações presentes no concurso oscilaram entre os -1,4% e os 7,7%, sendo a performance mais negativa registada pelas ações da Altri SGPS e a mais positiva pela holandesa PostNL. Num dia extremamente positivo para os mercados acionistas, outras ações como a Alcatel Lucent, a ZON, a Veolia Environnement, o BCP e Arcelor Mittal registaram ganhos superiores a 5%.

E os Certificados e Warrants? 


Descendo um nível na escala de risco, a família de certificados registou variações entre os -0,6% do certificado sobre o Ouro e os 3% dos certificados sobre o índice alemão DAX e sobre o índice Millennium bcp Value&Growth EU, seguido dos certificados sobre o índice europeu EURO STOXX 50 e o polaco WIG20 com 2,3%. As variações dos certificados são naturalmente mais contidas que as variações das ações individuais uma vez que os certificados sobre índices representam a média de um conjunto de ações, diluindo-se os maiores ganhos e maiores perdas destes títulos na média em que resulta a variação do índice.

Ao nível dos warrants, o produto com maior risco presente na competição, as variações oscilaram entre os -51% e os 53% nos warrants turbo que mais mexeram, e os -30% e os 27% nos warrants vanilla. Os warrants são instrumentos que, devido à alavancagem que disponibilizam aos investidores, têm oscilações muito superiores às ações e aos certificados. É importante destacar a diferença entre os warrants vanilla e os warrants turbo, sendo os últimos mais voláteis e também mais perigosos uma vez que podem expirar automaticamente com valor zero quando atingem a barreira de knock-out, perdendo o investidor todo o dinheiro investido.

Com estes diferentes produtos ficam disponíveis três diferentes estratégias de investimento nos mercados para os mais variados perfis de risco. O Global Investment Challenge é a oportunidade perfeita para descobrir, num ambiente simulado e com dinheiro virtual, estas novas formas de investir.

 


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Palavras-chave  Açoes, certificados, warrants, GIC, GIC
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