20 de abril de 2014 às 1:37
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APDC dá contributo para melhorar administração pública (vídeo)

As novas tecnologias da comunicação têm uma palavra a dizer no cumprimento das metas definidas com a troika. Quem assim pensa são os membros da Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações, que se reúnem em congresso quarta e quinta-feira. Clique para visitar o dossiê Especial APDC
APDC dá contributo para  melhorar administração pública (vídeo)

A Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações apresenta amanhã um estudo onde "foram identificadas oportunidades e áreas de melhoria na Administração Pública" que uma vez adotadas ajudariam Portugal, segundo os seus autores, a poupar, durante três anos, os tais 11 mil milhões de euros exigidos pela troika.

Realizado por um grupo de parceiros desta associação, o estudo será apresentado no 21.º congresso da APDC que terá como tema "Quantificar o Futuro" e decorre quarta e quinta-feira (dias 23 e 24) no Centro de Congressos de Lisboa (antiga FIL), estando desde já confirmada a presença do primeiro-ministro, Passos Coelho, na sessão de abertura.

As TIC e os new media


"Face ao esforço que se pede ao país, e numa altura em que é necessária uma enorme coesão social, a APDC entende que o sector pode e deve estar disponível para contribuir ativa e decisivamente para este duplo objetivo de consolidação e relançamento", afirmou Pedro Norton, presidente da APDC, durante a conferência de imprensa de apresentação do congresso.

E mostrou o caminho a seguir: "Para consegui-lo, as TIC e os new media terão de ser proativos, identificando oportunidades de transformação estruturais e de otimização de recursos, quer na Administração Pública quer no sector privado".

Segundo Pedro Norton, neste estudo são apresentadas "seis medidas concretas com objetivos quantificados, onde se recorre a soluções tecnológicas já disponíveis, testadas e com enorme vantagem de poder ser implementadas de imediato".

Modelos de negócio procuram-se


No primeiro dia do congresso destaca-se ainda o painel "Media e Convergência", durante o qual Paul Lee, coordenador do estudo "Predictions" da consultora Deloitte, abordará o impacto das rápidas mudanças tecnológicas no negócios dos media. Que posicionamento terão os media na cadeia de valor? Que revoluções se antecipam? Como podem contribuir para o desenvolvimento sustentado da economia e da sociedade?

Eis algumas questões a que Francisco Pinto Balsemão, presidente da Impresa (dona do Expresso), Guilherme Costa, administrador da RTP, e Miguel Pais do Amaral, administrador da Media Capital, que participam como oradores, deverão responder durante as suas intervenções.


Comentários 2 Comentar
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Banha da cobra!
Que querem estes vendedores de "banha da cobra" vender ao Estado?
Querem vender qualquer coisa que nos irá custar mais uma vez os olhos da cara!

Quando batem à porta para vender qualquer coisa, adecisão deve ser sempre "correr com eles"...

Quem compra,deve comprar apenas o que precisa, e antes de comprar deve procurar todas as alternativas, etc..

Estes agora fazem lembrar os bancos que oferecem créditos novos para pagar os créditos mais antigos, juntando-os todos... O cliente fica sempre prejudicado, fica sempre a pagar mais!
Contributo sem conveniência
Se for sem interesses, ou seja mais dinheiro dos contribuintes, são bem-vindas. Através de estudos a pareceres, tem os governos enterrado milhões do erário público para nada.
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