O anúncio de televisão de Heat, o novo perfume de Beyoncé, foi considerado impróprio pelos telespetadores do Reino Unido, levando a Advertising Standards Authority (ASA), órgão que controla a publicidade nos meios de comunicação britânicos, a limitar o horário de exibição para depois das 19h30.
Na publicidade, a cantora enverga um minivestido vermelho e acaricia-se ao som da música "Fever". "Considerámos que os movimentos corporais de Beyoncé e a concentração da câmara no seu vestido a deslizar pelo corpo, expondo o seu seio parcialmente, criaram um anúncio sexualmente provocante cuja visualização não é adequada para crianças pequenas", afirmou a ASA num comunicado.
Por outro lado, a autoridade afirma que é improvável que anúncio tenha um impacto prejudicial em adultos ou crianças mais velhas e rejeitou as críticas que o classificaram como sexualmente explícito.
A Coty Inc., a empresa que produz o perfume, insistiu que não há exploração de conteúdo sexual e que o anúncio não mostra nada que as crianças não tenham acesso durante o dia na televisão.
Tok-tok toktoktoc tonk-tonk tok... isto são palpitações do coração. Tive que ver de imediato a repetição da Grande Entrevista com a Judite de Sousa para acalmar. E mesmo assim... só com uma "dose" extra da Ana Gomes é que as palpitações foram ao "sítio".
Tudo porque a indicação era: não aconselhado a crianças. Ora eu penso que exactamente o contrário. As crianças é que devem ver.
Têm o coração forte e são ingénuas: acham que todas as mulheres são assim e nem dão importância. Aposto que pensam: vou deixar para mais tarde. Enquanto nós (falo por mim, os que são miúdos não liguem), com o coração fraco e a sensação de frustração de afinal as mulheres não são como pensávamos.
Tal como os Países, há mulheres que não são para velhos.
Já era conhecido o puritanismo americano, os ingleses, pelos vistos nao se querem atrasar...
O anuncio pode ser o que os srs da ASA quiserem, mas ter em canal aberto às 11h da noite raparigas em topless a convidar menores e adultos para um chat, já nao é publicidade e como tal é de livre exibição. E ja nem falo em filmes, clips, etc.
Cumprimentos
Realmente dessa não esperava eu, tratando-se do Reino Unido, dos ingleses, com tantos problemas por resolver na sua sociedade como por exemplo, de serem um dos países em que existe, o maior número de raparigas menores grávidas. De um país (dito) de primeira, da linha da frente em tudo, em que a sexualidade é cada vez mais aberta e debatida - nas escolas, nos meios de comunicação social, na internet, no seio da família, etc. -, venham desta forma mostrar a sua indignidade, para com o anuncio em causa - que (sim) de facto tem algum sensualismo, mas nada de: gravoso, imoral, ou até insultuoso para com a dita moral e os bons costumes -, que ao pé daquilo que se vê e ouve hoje em dia, por todo o lado - escolas, ruas, etc. -, é simplesmente fraco demais, pela forma de sexualmente explícito, e subscrevo na íntegra o que a empresa de produção disse: «… não mostra nada que as crianças não tenham acesso durante o dia na televisão.»
Falemos claro!
Que me lembre, aos cinco anos já me masturbava... Daí para trás, não me lembro. A minha felicidade passava por ver joelhos de mulheres, mais tarde, da minha professora. Hoje sou aquilo a que se chama um gestor de respeito (passe a imodéstia). Onde está o mal, por os p+utos verem as formas apetitosas da Byoncé?
Estamos quase aser mais puritanos do que o Amadinejad!
Tenham juízo e deixem que as pessoas - porque toda a gente é pessoa - aproveitem a beleza que a vida lhes propoprciona.
o que vale é que em inglaterra as criancinhas se deitam cedo. Pois se depois das sete e meia já tá tudo a chonar e os papás e as mamãs se poderão deleitar no seu mais puro voyerismo com as formas voluptuosas da Beyoncé para já sózinhos (e com os filhotes a sonharem com o novo filme do Harry Potter) se poderem masturbar no sofá.
Este anúncio não é sexualmente explícito, mas não transmite nada a não ser sexo em letras garrafais. De originalidade ou criatividade não tem nada, o que não surpreende minimamente: este tipo de mensagem é o pão nosso de cada dia. Por isso, não percebo as críticas e a preocupação com as criancinhas; a proibireste anúncio, teriam de se proibir também inúmeros outdoors, cartazes, revistas, muitos outros anúncios, videoclips e por aí fora.