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"Antecâmara da recuperação ou câmara ardente da economia portuguesa?"

Oiça o comentário de Nicolau Santos, diretor adjunto do Expresso, sobre o Orçamento do Estado de 2012. Clique para visitar o dossiê Orçamento do Estado 2012
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Opinião


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E que tal uma canjinha de pato?

Especialista em pratos de confeção acessível, com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, Tiger escolheu a gastronomia como forma de estar na vida. Veja, confecione, desfrute e impressione com esta nova receita.

Os assassínios, as execuções, as decapitações são as imagens mais chocantes de uma propaganda cada vez mais sofisticada. É a Jihad, que recruta guerrilheiros no ocidente para matar e morrer na Síria. O Expresso seguiu as pisadas de cinco jiadistas portugueses, mostrando quem são e como foram convertidos e radicalizados. E como lutam, como foram morrer - e como já haverá arrependidos com medo de fugir. Reportagem em Londres, no café onde viam jogos de futebol, na universidade onde estudavam e na mesquita onde rezavam. Autoridades e especialistas em terrorismo estão alerta sobre este pequeno mas perigoso grupo, onde corre sangue português - e de onde escorre sangue por Alá.

Desfile de vedetas

Saiba tudo sobre os modelos concorrentes ao Carro do Ano 2015/Troféu Essilor Volante de Cristal. Conheça o essencial sobre os 20 automóveis participantes nesta iniciativa, da estética, às características técnicas, do preço ao consumo. A apresentação ficará completa no dia 3 de janeiro.

Elvis. Gostamos ou não gostamos?

Ele não é consensual, mas é incontornável. Dispunha de penteado majestoso e patilha marota, aparentava olhar matador e pose atrevida. E deixou canções: umas fáceis e outras nem tanto, por vezes previsíveis e às vezes inesperadas, ora gentis ora aceleradas. E ele, Elvis, nasceu em janeiro de 1934 - há precisamente 40 anos, ao oitavo dia. Temos quatro textos sobre o artista: Nicolau Santos, Rui Gustavo, Nicolau Pais e João Cândido da Silva explicam o que apreciam, o que toleram e o que não suportam.

Tudo o que precisa de saber sobre o ébola. Em dois minutos

Porque é que este está a ser o pior surto da história? Como é que os primeiros sintomas se confundem com os de outras doenças? É possível viajar depois de ter contraído o vírus, sem transmitir a doença? E estamos ou não perto de ter uma vacina? O Expresso procurou as respostas a estas e outras dúvidas sobre o ébola.

Piza de manga com estragão e canela

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Desacelerámos a realidade para observar a euforia da liberdade

Ela, Jacarandá, é algarvia. Ele, Katmandu, é espanhol. São linces e agora experimentam a responsabilidade da liberdade: foram soltos esta terça-feira numa herdade alentejana, próxima de Mértola, eles que saíram de centros de reprodução em cativeiro. Foi inédito: nunca tinha acontecido algo assim em Portugal. Estivemos lá e ensaiámos o slow motion.

Desaparecidos para sempre no Mar do Norte

O dia 15 de novembro já foi feriado, há 90 anos. A razão foi o desaparecimento de Sacadura Cabral algures no Mar do Norte. Depois de fazer mais de oito mil quilómetros de Lisboa ao Rio de Janeiro, o aviador pioneiro não conseguiu completar o voo entre a cidade holandesa de Amesterdão e a capital portuguesa. Ainda hoje, não se sabe o que aconteceu ao companheiro de Gago Coutinho e tio-avô de Paulo Portas, a quem o Expresso pediu um sms.

Os muros do mundo

Novembro relembrou-nos os muros que caem, mas também os que permanecem e os que se expandem. Berlim aproximou-se de si própria há 25 anos, mas há muros que continuam a desaproximar. Esta é a história de sete deles - diferentes, imprevisíveis, estranhos.

A última viagem do navio indesejado

Construído nos Estaleiros de Viana e pensado para fazer a ligação entre ilhas nos Açores, o Atlântida foi recusado pelo Governo Regional por alegadamente não atingir a velocidade pretendida. Contando com os custos associados à dissolução do contrato, o prejuízo ascendeu a 70 milhões de euros. Foi agora comprado a "preço de saldo", para mudar de nome e ser reconvertido num cruzeiro na Amazónia. Fizemos a última viagem do Atlântida e vamos mostrar-lhe os segredos do navio.

O papa-medalhas que veio do espaço

O atleta português mais medalhado de sempre, Francisco Vicente, regressou dos campeonatos europeus de veteranos, na Turquia, com novas lembranças ao pescoço. Três de ouro e duas de prata para juntar à coleção. Tem 81 medalhas, uma por cada ano de vida.

Terror religioso está a aumentar

Relatório sobre a Liberdade Religiosa é divulgado esta terça-feira em todo o mundo. Dos 196 países analisados, só em 80 não há indícios de perseguições motivadas pela fé.

Vai pagar mais ou menos IRS? Veja as simulações

Reforma do imposto protege quem tem dependentes a cargo, mas pode penalizar os restantes contribuintes. Função pública e pensionistas vão ter mais dinheiro disponível. Veja simulações para vários casos.

Tem três minutinhos? Vamos explicar-lhe o que muda no orçamento de 350 mil portugueses (e no de muitas empresas)

O novo salário mínimo entrou em vigor. São mais €20 brutos para cerca de 350 mil portugueses (números do Ministério da Segurança Social, porque os sindicatos falam em 500 mil trabalhadores). Mudou o valor, mas também os descontos que as empresas fazem para a Segurança Social. Porque se trata de uma medida que afeta a vida de muitos portugueses, queremos explicar o que se perde e o que se ganha, o que se altera e o que se mantém.

Music fighter: temos Marco Paulo e Bruno Nogueira numa batalha épica

Está preparado para um dos encontros mais improváveis na história da música portuguesa? O humorista Bruno Nogueira e a cantora Manuela Azevedo, dos Clã, pegaram em várias músicas consideradas "pimba" - daquelas que ninguém admite ouvir mas que, no fundo, todos vão dançar assim que começam a tocar - e deram-lhe novos arranjos, num projeto que chegou aos coliseus de Lisboa e do Porto.  "Ninguém, ninguém", de Marco Paulo, tem possivelmente a introdução mais acelerada e frenética do panorama musical português. Mas, no frente-a-frente, quem é o mais rápido? Vai um tira-teimas à antiga?


Comentários 21 Comentar
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Críticas
Aponta divergências entre o exigido no acordo e o projectado no orçamento.

Não sabe ou não diz a razão para essas divergências.
Não faz a mínima tentativa de propor um outro caminho para a solução dos problemas.

Esperava mais de um jornalista conceituado, especializado na matéria.
Re: Críticas
Re: Críticas
Re: Críticas
Re: Críticas
Re: Críticas
Re: Críticas
Re: Críticas
A Economia Lírica Bota Faladura
É preciso alguem bem grande
Eu disse-o na campanha eleitoral , que se Passos Coelho ganhasse vinha aí o desastre.

Gente seguidista e lambe-botas como Passos , Gaspar e companhia , nunca resolveram crise nenhuma em lado nenhum , não tardarão é a fugir pelo próprio pé.

Precisamos é de gente do género de Churchil ou Roosevelt , porque já estamos numa situação de "guerra" e precisamos de uma personalidade como Churchil ou Roosevelt , cujo ADN é feito mesmo para alturas de desastres e respiram e vivem a "guerra" das dificuldades e da emergência em "war mode".

O mais parecido que tivemos foi o Marquês de Pombal , precisamos de alguem para unir o país , mas ao mesmo tempo tem que estar nos antípodas do Marques de Pombal , porque os tempos são outros , não é o autoritarismo que vai resolver , só pioraria , provavelmente lançaria o país numa guerra civil.
Precisamos de uma pessoa que seja como um peixe que se dê bem e gosta de viver em águas revoltuosas , energética , a correr atrás do prejuizo e que seja ao mesmo um ás em obter consensos.

Ou seja precisamos nesta altura de uma figura que a aparecer será uma das principais da nossa história , dado o desastre em que estamos metidos.
Re: É preciso alguem bem grande
Re: É preciso alguem bem grande
"BURACOS" ... OS DE UNS ... E OS DOS OUTROS ...
"Buracos" para tapar "buracos" ...
Os "buracos" serão agora "tapados" por outros "buracos" ...
Os "buracos" que alguém fez ... serão agora "tapados" por ... "buracos" ... nas nossas bolsas ...
É portanto, só "buracos" ... poder-se-á perguntar ... de "buraco " em "buraco" ... até ... onde???!!!!
Se tivessem uma "cool" batida ... um "cool" beat ... ainda poderíamos dizer que era tudo ... Burako Som Sistema... ou será ... mesmo …” Buraco” Som Sistema ... ????
Os "rapazes" que ficaram
O Expresso e a SIC, são a grande oposição a este governo. O que acho bem, pois com estes “rapazes”, a experiência tem ensinado que devem ser mantidos com “rédea” curta.

Mas há algo que me confunde: onde é que estes escribas estavam quando a “marosca” estava no auge? Uns podiam sofrer de cegueira, mas outros aplaudiam freneticamente.

Acredito que haja outras opções. Mas para serem credíveis – e isto é importante – são obrigadas a partir dum ponto comum: não há dinheiro

Que é algo que muitos ainda não meteram na cabeça. Por isso, recomendo ao deitar e levantar que se entoe a ladainha, cujo refrão é: “não há dinheiro, não há dinheiro… (repetir até memorizar)

Mas voltando ao “despertar” revolucionário e anti-neoliberal do Expresso/SIC, penso ter encontrado a razão: a privatização da RTP (algo que, como sócio, concordo – a minha parte encontra-se à venda).

Como consumidor, considerar-me-ia prejudicado se a resolução dos problemas financeiros de uma empresa, fossem conseguidos, não por melhoria de qualidade nos serviços prestados, mas por eliminação da concorrência.

A minha opinião sobre Nicolau Santos e afins é desnecessária. Basta ter memória

PS. Relativamente ao título, deve-se ao facto de considerar que Sócrates devia ser responsabilizado por abandono de "menores".
Não há dinheiro , não há vicios
Re: Não há dinheiro , não há vicios
Re: Os
Re: Os
Os Zeros à Esquerda
Re: Os Zeros à Esquerda
E mais uma vez...
O dr. Nicolau Santos,presumo,deve ser economista.Agora,vai para além da economia e recorre aos astros.Portanto,trata-se de um astrólogo-economista.Não se sabe de onde consegue retirar conclusões do "memorando" quantitativamente tão lapidares.As contas eram outras de um governo muito glosado pela capacidade em multipicar dívidas subterrâneas.Aliás,numa crónica escrita,há bastantes meses(não me lembro,qual o número do "expresso"),anunciava o que a verdadeira austeridade poderia implicar.Porém,dessa vez recorreu, provavelmente,ao tarô.Nesta gravação vai até à necrologia,espécie de epitáfio do artigo,hoje reproduzido nesta sempre interessante página.Desta vez admire-se a não citação do(supõe-se)colega de licenciatura,actual PR ou a dra Ferreira Leite.Não me lembro também desta sua insistente visão apopléctica,quando os governos eram liderados pelo eng. Sócrates.As críticas eram comedidas e cordatas.Será que está com medo das suas próprias receitas dispersas em diferentes ocasiões e ao longo do tempo?Parece aquele estereótipo,o qual depois de muito ameaçar,no momento da verdade,volta-se para os amigos e diz "segurem-me,porque senão eu bato-lhe...".Pois é,este governo decidiu bater mesmo na dívida.E doi e vai doer mais.Não tem alternativa.Não é para alcançar um milagre económico.Sim,para pagar dinheiro emprestado.Relevem-se os detalhes.Contudo,o mais importante é devolver credibilidade a Portugal;objectivo que não será conseguido com mezinhas...(manuellisboa.blospot.com).
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