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"Antecâmara da recuperação ou câmara ardente da economia portuguesa?"

Oiça o comentário de Nicolau Santos, diretor adjunto do Expresso, sobre o Orçamento do Estado de 2012. Clique para visitar o dossiê Orçamento do Estado 2012
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Opinião


Multimédia

Cheesecake com manjericão e doce de tomate

Especialista em pratos de confeção acessível, com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, Tiger escolheu a gastronomia como forma de estar na vida. Veja, confecione, desfrute e impressione.

Voámos num F-16

Um piloto da Força Aérea voou com uma câmara GoPro do Expresso e temos imagens inéditas e exclusivas para lhe mostrar num trabalho multimédia.

Salada de salmão com sorvete de manga

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Por faróis nunca dantes navegados

São a salvaguarda dos navegantes, a luz que tranquiliza o mar. Há 48 faróis em Portugal continental e nas ilhas. Este é um acontecimento único: todos os faróis e 1830 km de costa disponíveis num mesmo trabalho. Para entendê-los e vê-los, basta navegar neste artigo.

Parecem casulos onde gente hiberna à espera de ver terra

No Porto de Manaus não há barcos, mas autocarros bíblicos que caminham sobre água. Têm vários andares e estão cheios de camas de rede que parecem casulos onde homens, mulheres e crianças aguardam o destino. E há gente a vender o que houver e tiver de ser junto ao Porto. "Como há Copa, tem por aí muito gringo que vem ter com 'nóis'. E então fica mais fácil vender"

O adeus de Lobo Antunes às aulas de medicina

O neurocirurgião deu terça-feira a sua "Última Lição" no auditório do Instituto de Medicina Molecular da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, na véspera de deixar o seu trabalho no serviço nacional de saúde.

Jaguar volta a fabricar desportivo dos anos 60

Até ao verão será fabricado um número limitado de desportivos Jaguar E-Type Lightweight, seguindo todas as especificações originais, incluindo a continuação do número de série das unidades produzidas em 1963.

"Naquela altura estavam continuamente a acontecer primeiras coisas"

Mais do que uma manifestação, o 'primeiro' 1º de Maio é recordado como a grande festa da Revolução dos Cravos, quando o povo saiu às ruas em massa e a união das esquerdas era um sonho possível. "O 1º de Maio seria mais uma primeira coisa, porque naquela altura estavam continuamente a acontecer primeiras coisas." Foi há 40 anos.

Este trabalho não foi visado por qualquer comissão de censura

Aquilo que hoje é uma expressão anacrónica estava em relevo na primeira página do "República", a 25 de Abril de 1974: "Este jornal não foi visado por qualquer comissão de censura". Quarenta anos depois da Revolução, veja os jornais, ouça os sons e compreenda como decorreu o "dia inicial inteiro e limpo", como lhe chamou Sophia. O Expresso falou ainda com cinco gerações de 40 anos e percorreu a "geografia" das Ruas 25 de Abril de todo o país, falando com quem lá mora. Veja a reportagem multimédia.


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Críticas
Aponta divergências entre o exigido no acordo e o projectado no orçamento.

Não sabe ou não diz a razão para essas divergências.
Não faz a mínima tentativa de propor um outro caminho para a solução dos problemas.

Esperava mais de um jornalista conceituado, especializado na matéria.
Re: Críticas
Re: Críticas
Re: Críticas
Re: Críticas
Re: Críticas
Re: Críticas
Re: Críticas
A Economia Lírica Bota Faladura
É preciso alguem bem grande
Eu disse-o na campanha eleitoral , que se Passos Coelho ganhasse vinha aí o desastre.

Gente seguidista e lambe-botas como Passos , Gaspar e companhia , nunca resolveram crise nenhuma em lado nenhum , não tardarão é a fugir pelo próprio pé.

Precisamos é de gente do género de Churchil ou Roosevelt , porque já estamos numa situação de "guerra" e precisamos de uma personalidade como Churchil ou Roosevelt , cujo ADN é feito mesmo para alturas de desastres e respiram e vivem a "guerra" das dificuldades e da emergência em "war mode".

O mais parecido que tivemos foi o Marquês de Pombal , precisamos de alguem para unir o país , mas ao mesmo tempo tem que estar nos antípodas do Marques de Pombal , porque os tempos são outros , não é o autoritarismo que vai resolver , só pioraria , provavelmente lançaria o país numa guerra civil.
Precisamos de uma pessoa que seja como um peixe que se dê bem e gosta de viver em águas revoltuosas , energética , a correr atrás do prejuizo e que seja ao mesmo um ás em obter consensos.

Ou seja precisamos nesta altura de uma figura que a aparecer será uma das principais da nossa história , dado o desastre em que estamos metidos.
Re: É preciso alguem bem grande
Re: É preciso alguem bem grande
"BURACOS" ... OS DE UNS ... E OS DOS OUTROS ...
"Buracos" para tapar "buracos" ...
Os "buracos" serão agora "tapados" por outros "buracos" ...
Os "buracos" que alguém fez ... serão agora "tapados" por ... "buracos" ... nas nossas bolsas ...
É portanto, só "buracos" ... poder-se-á perguntar ... de "buraco " em "buraco" ... até ... onde???!!!!
Se tivessem uma "cool" batida ... um "cool" beat ... ainda poderíamos dizer que era tudo ... Burako Som Sistema... ou será ... mesmo …” Buraco” Som Sistema ... ????
Os "rapazes" que ficaram
O Expresso e a SIC, são a grande oposição a este governo. O que acho bem, pois com estes “rapazes”, a experiência tem ensinado que devem ser mantidos com “rédea” curta.

Mas há algo que me confunde: onde é que estes escribas estavam quando a “marosca” estava no auge? Uns podiam sofrer de cegueira, mas outros aplaudiam freneticamente.

Acredito que haja outras opções. Mas para serem credíveis – e isto é importante – são obrigadas a partir dum ponto comum: não há dinheiro

Que é algo que muitos ainda não meteram na cabeça. Por isso, recomendo ao deitar e levantar que se entoe a ladainha, cujo refrão é: “não há dinheiro, não há dinheiro… (repetir até memorizar)

Mas voltando ao “despertar” revolucionário e anti-neoliberal do Expresso/SIC, penso ter encontrado a razão: a privatização da RTP (algo que, como sócio, concordo – a minha parte encontra-se à venda).

Como consumidor, considerar-me-ia prejudicado se a resolução dos problemas financeiros de uma empresa, fossem conseguidos, não por melhoria de qualidade nos serviços prestados, mas por eliminação da concorrência.

A minha opinião sobre Nicolau Santos e afins é desnecessária. Basta ter memória

PS. Relativamente ao título, deve-se ao facto de considerar que Sócrates devia ser responsabilizado por abandono de "menores".
Não há dinheiro , não há vicios
Re: Não há dinheiro , não há vicios
Re: Os
Re: Os
Os Zeros à Esquerda
Re: Os Zeros à Esquerda
E mais uma vez...
O dr. Nicolau Santos,presumo,deve ser economista.Agora,vai para além da economia e recorre aos astros.Portanto,trata-se de um astrólogo-economista.Não se sabe de onde consegue retirar conclusões do "memorando" quantitativamente tão lapidares.As contas eram outras de um governo muito glosado pela capacidade em multipicar dívidas subterrâneas.Aliás,numa crónica escrita,há bastantes meses(não me lembro,qual o número do "expresso"),anunciava o que a verdadeira austeridade poderia implicar.Porém,dessa vez recorreu, provavelmente,ao tarô.Nesta gravação vai até à necrologia,espécie de epitáfio do artigo,hoje reproduzido nesta sempre interessante página.Desta vez admire-se a não citação do(supõe-se)colega de licenciatura,actual PR ou a dra Ferreira Leite.Não me lembro também desta sua insistente visão apopléctica,quando os governos eram liderados pelo eng. Sócrates.As críticas eram comedidas e cordatas.Será que está com medo das suas próprias receitas dispersas em diferentes ocasiões e ao longo do tempo?Parece aquele estereótipo,o qual depois de muito ameaçar,no momento da verdade,volta-se para os amigos e diz "segurem-me,porque senão eu bato-lhe...".Pois é,este governo decidiu bater mesmo na dívida.E doi e vai doer mais.Não tem alternativa.Não é para alcançar um milagre económico.Sim,para pagar dinheiro emprestado.Relevem-se os detalhes.Contudo,o mais importante é devolver credibilidade a Portugal;objectivo que não será conseguido com mezinhas...(manuellisboa.blospot.com).
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Edição Diária 17.Abr.2014

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