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Andam a tramar-nos e nós a ver...

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Comecei a fazer uma lista de temas onde os sindicatos são extremamente eficientes. Por exemplo, são os melhores a contar o número de grevistas, são generosos a pedir aumentos salariais, são proactivos em relação às progressões na carreira, são eficientes em organizar cursos de formação para trabalhadores com fundos públicos e europeus, e são número um na defesa dos (supostos) interesses dos seus associados. Mas onde os sindicatos são mesmo, mesmo, mesmo, mesmo bons é a tramar-nos!

Os sindicatos são grupos de pressão organizados em torno do bem-estar do trabalhador. Esse bem-estar resume-se sempre à mesma equação, mais dinheiro. Se no fim do dia conseguirem um aumento nos salários dos seus associados (dos quais depende o seu orçamento e a sua sobrevivência), então tudo está bem. E se isto não é um desvio capitalista, anda lá muito perto. A eles não interessa saber se o Estado ou as empresas têm capacidade para pagar esses ordenados ou se as reivindicações podem levar à perda futura de postos de trabalho.

É no sector público que este comportamento abjecto atinge o seu máximo esplendor. O Estado, refém de não poder despedir e com o medo de perder votos, vai convivendo com os sindicatos, mais ou menos coniventes com o poder político. E o contribuinte que pague!!!

Por uma vez, gostava de ouvir os sindicatos dizer que têm um plano para redução da despesa pública, um plano desenhado pelos trabalhadores que todos os dias lidam com essa despesa e que só por isso tantas boas sugestões devem ter que digam respeito ao corte de custos.

Senhores sindicalistas, porque não pedir aumentos salariais e ao mesmo tempo apresentar medidas de contenção, para que no final o impacto no aumento da despesa seja nulo? Este é só um exemplo...

O contributo dos sindicatos para o futuro do país não é zero. Neste momento é negativo!

Poucos o dizem, mas o que aconteceu com o processo de avaliação dos professores é simplesmente inacreditável. O comportamento dos sindicatos foi, e continua a ser, criminoso para com toda uma geração futura. E os políticos, com medo de manifestações de 120 mil professores, calam-se. Nunca nesse processo pensaram nos alunos, mas apenas na manutenção de regalias de uma classe, independentemente do mérito.

Se não podemos ter melhores sindicatos, eu já ficava feliz se estes não existissem.

Texto publicado na edição do Expresso de 6 de Março de 2010


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Amdam a tramar-nos e nós e nós a ver
Por este andar os Sindicatos estão a prestar um mão Serviço aos País e por conseguinte aos cidadãos. Como é que alguém pode governar, se a Oposição e os Sindacatos se juntaram para tramar o governo e já não é de agora, pois qualquer mortal podia adivinhar que o País ía ficar ingovernável se nenhum partido conseguisse uma maioria absoluta. MFL antes de ser Líder do PSD e no tempo em que o era M. Mendes concordava com as medias que o governo estava a tomar. Desafiava até que seria uma vergonha se recuasse, na Saúde, na Educação e de uma maneira geral na reforma da Administação Pública, onde se anunciava um emagrecimento até à presente data nunca dantes visto. Passa a chefiar o PSD e eis quando já tudo era para rasgar. Inicia-se então uma cruzada contra o PM onde é acusado de tudo, mas nada nunca provado, se não é parece para provocar um desgaste, porque com as alternativas disponiveis e as que se venham a perfilhar no futuro próximo, Sócrates corre o risco de ficar igual ao Toyota que veio para ficar. A Oposição, os Sindicatos e os que os acompanham estão mais interessados em denegrir a imagem do PM, do que preocupados com os graves problemas que o País e o Mundo estão a viver. O desemprego, o défice, a dívida pública, a economia que não descola, o caus em que se encontra a justiça, a educação, a saúde, parecem não ter importância. Os erros cometidos vão ser pagos com sangue, suor e lágrimas.
Sindicatos
Os sindicatos ligados à função pública podem fazer as greves que quiserem, que não sofrem nada com isso.
O mesmo não dirão os trabalhadores de empresas privadas.
Por alguma razão nestas, ou não existem, ou o impacto é práticamente, NULO.
Não o percebi
Caro João Vieira Pereira,
O comportamento no caso dos professores não foi só vergonhoso mas em minha opinião demonstra a hipocresia dos que os portugueses escolheram para os "governar". Acredite que tenho mais respeito pela(o) prostituta(o) que vende o corpo, que por esta gente que nos "governa".

Estes governantes inimputáveis e irresponsáveis vendem-se por uns votos de forma a resfriar umas manifestações encabeçadas por agitadores profissionais.

São só 450 000 000,00 de Euros por ano que os portugueses terão que suportar para fazer face a mais esta irresponsabilidade política.

Face ao redimento médio do povo Português, os professores do ensino público nacionais, são os que se encontram em 3º lugar na UE, relativamente ao que auferem como remuneração !

Isto para além de terem empreguinho garantido e estarem numa profissão onde a avaliação da qualidade da sua prestação será sempre algo muito complexo.

Note SFF que não sou filiado nem tenho preferências partidárias mas uma coisa é certa, este PS não serve ao Portugal.
Quero aqui denunciar
O problema não é o valor do salario individual...
... mas sim o numero de salarios que o estado paga.
Na minha opinião a generalidade dos salarios na função publica não são escandalosos (pode haver alguma excepção mas não é a regra) para o panorama portugues. O problema é que o estado de pode fazer muito mais com significativamente menos gente, mas como não o faz (porque não avalia nem responsabiliza a administração pelos resultados) a conta vem parar ao nosso bolso.
Havendo menos, mas mais eficientes funcionarios, reduz os gastos e, bem gerido, até dá para melhorar salarios.
Enquanto forem "todos iguais" vão ficar todos igualmente com os salarios congelados.
Só não sabe ou ve isto quem não quer, sindicatos incluídos.

Kurrusivo
O problema dos sindicatos
Meu caro, concordo com o seu texto e aplaudo a sua audácia em criticar estes meninos - mas não pense que não vai ter o seu texto inundado de comentários abrasivos e ofensivos à sua pessoa. Permita-me que acrescente algo à natureza dos sindicatos portugueses, na minha misera opinião.

1. Os sindicatos portugueses vivem no seculo passado e pensam e agem como tal. Qualquer coisa que se faça neste país é uma ofensa a Abril, é fascismo disfarçado, é o salazarismo a voltar. No entanto veja-se que somos dos país da Europa com maior protecção ao trabalhador - e esse é um real problema para as empresas que para despedirem um incompetente tem que desembolsar mais do que para mante-lo a um canto durante anos.

2. Os sindicatos não passam de meros "puppets" politicos ao sabor do partido que os apoia. De outra forma não se entende que existam vários sindicatos para o mesmo sector e que chegam a "andar às turras uns com os outros" - estão a defender os interesses de quem afinal?

3. A greve é um instrumento ultrapassado, mas todos os governos a temem como se de atestado de óbito se tratasse. Por isso os sindicatos continuam a usar e abusar deste instrumento. Veja-se quantas greves do sector privado existem neste país...

4. Os sindicatos hoje em dia pensam mais em propaganda e show-off do que propriamente nos reais direitos dos trabalhadores. Os sindicalistas querem é guardar o seu belo tacho, estão se borrifando para os problemas dos associados ou do país.
Engana-se (e mude o seu nick)
Re: Engana-se (e mude o seu nick)
e mude o seu nick
Re: e mude o seu nick
Resposta de um funcionário público
Em que é que os sindicatos o tramaram?
Os sindicatos não conseguem impedir os milhões que são delapidados em estudos e consultores externos, publicidade nos media amigos do governo, obras faraónicas sem utilidade, e outros gastos onde os opinadores económicos, políticos e jurídicos vão comer na gamela do estado porções muito maiores que qualquer funcionário público.

Outra tremenda aleivosia do sr João Vieira Pereira é a de que os sindicatos, para poderem manter a sua situação laboral (e é disso que se fala, manter, pois congelar a fp até 2013 é roubar aos salérios a inflação destes 4 anos), devem propor medidas concretas ao governo, onde se corte noutros custos. Esta afirmação é abjecta e mostra um indíviduo que se vê como um do poder e não como um do povo.
Eu digo exactamente o contrário. O governo devia apresentar um conjunto tremendo de cortes na delapidação de dinheiros públicos, antes de me vir pedir para eu manter o meu salário até 2013 tal e qual está perdendo pelo menos aí uns 6% dele.Note-se que sei do que falo, pois desde 2004 até hoje tive um total de 2,9% de aumento com uma inflação acumulada de 12,5%, o que significa que neste período perdi quase 10% do meu salário.
Perdoem-me as expressões duras,
Resposta de um funcionário público (cont)
Sou professor, logo sou dos que já ganham bem mais do que mil euros por mês.
Se me tirassem amanhã 10% do salário, apresentando antes um conjunto de medidas tremendas que reduzissem a chulice do estado pelos poderosos a níveis da europa do norte, eu aceitaria de bom grado. Posso viver bem com 90% do que ganho hoje, e o país lucraria com isso, e a breve trecho eu lucraria também. Por exemplo se o Medina carreira fosse para o governo, me tirasse 10% do salário nominal,e fizesse o que eu digo atrás, tinha o meu apoio entusiástico.

Agora dizer como você diz "Senhores sindicalistas, porque não pedir aumentos salariais e ao mesmo tempo apresentar medidas de contenção, para que no final o impacto no aumento da despesa seja nulo? Este é só um exemplo...". Você é comunista? Porque o que você está a pedir é para ter o mario Nogueira no governo. Aí sim é ele que tem que fazer o orçamento. Porque enquanto for a malta do PS-PSD lá, teremos de certeza congelamentos para mim e muitos TGV e aeroportos e muitos trabalhos de consultoria para economistas(e afins) badalados do expresso.
Mais uma
Só compreendo que o sr articulista gaste 100 vezes mais tempo a malhar nos professores que no governo, porque o salário do Rui pedro soares na PT dava para pagar o salário médio de 100 professores.
incomdruências
À tempos numa entrevista a jornalista Juditide de Sousa questionava o Sr. Carvalho da Silva sobre o qual era a posição sobre os maus trabalhadores sobre o ponto de vista da manutenção do emprego perante os restantes colegas e empresário, sendo que advogava a jornalista (no contexto da pergunta) que se os sindicatos estão sempre em luta para a defesa do emprego, contra qualquer instabiliadade, como é que responderiam perante este cenário....
O Sr. Carvalho patinou, lembram-se? Agora usa esta questão como vitamização para todos os trabalhadores.
É verdade Sr. Carvalho, nós somos todos estúpidos ou 'fachos'...ou se calhar assistimos e sofremos na pele daqueles que não querem trabalhar, boicotando o posto de trabalho de muitos que os Srs por incfrivel que pareça defendem!!!
É pena que os portugueses ponham os seus clubes á frente do interesse nacional, não se unindo a uma só voz para dizer basta! deixando essa tarefa só ao governo, ficando sempre como o mau da fita, injustamente.
Lembrem-se disto quando forem mal atentidos na repartição de finanças e afins por um funcionário (que recebe o seu ordenado certinho no final do mês) com uma cara de enjoado...

Rui Ascenção
votei PS
Algumas questões
Compreendo e aceito o papel importante dos sindicatos na defesa dos interesses dos trabalhadores.
Mas, enquanto observador descomprometido e com preocupações de isenção, com frequência cada vez maior se me colocam algumas questões:
- a defesa dos interesses dos trabalhadores pode prejudicar os interesses do Estado?
- qual é a lógica de exigir aumentos salariais quando o Estado e muitas empresas se encontram em perigo de falência?
- como entender que a defesa dos interesses dos professores se sobreponha à defesa do sistema de ensino? este existe para os alunos ou para os professores?
- será verdade que o sindicalismo necessita actualizar-se e ser modernizado?
- neste caso, como se explica a eternização de muitos sindicalistas?
Confusões
DEVER
2010 – “Orçamento de estado deste ano vai perdoar as empresas que tenham colocado dinheiro em paraísos fiscais à margem da lei.”
  “….o Presidente Executivo da PT, ganhou, em média, 25 vezes mais que o Presidente da República de Portugal,…” este e todos os outros colocados nas várias empresas públicas.
2009 – “ … 55.568 empresas que se apropriaram das retenções na fonte do IRS dos seus trabalhadores e do IVA dos seus clientes.” Partidos políticos da esquerda á direita e comentadores económicos defendem que se devem ajudar as “piquenas” e médias empresas, quando 2/3 das que recebem incentivos do Estado, logo dos impostos pagos pelos cidadãos ROUBAM o que deveriam entregar ao Estado pago pelos trabalhadores e por todos os outros cidadãos.
2006 –“ … Fisco perdoa IRS e IRC à banca” e fico por aqui em matéria de perdões. Pois eu considero que é meu DEVER protestar, porque conheço bem a realidade da Administração Pública Central e Local, onde os desmandos com pagamentos para pareceres e nomeações de dirigentes que não servem para nada, são aos milhares. “O líder parlamentar do PSD, Aguiar Branco, contratou uma espécie de assessor por dois meses e pagou-lhe 12 mil euros, usando dinheiros públicos,” ASSESSORES, ADJUNTOS e o que mais lhe queira chamar são aos milhares na administração pública. Pois é contra tudo isto que eu me sinto na obrigação de protestar. Nunca recebi nada do estado. Trabalhei muitos dias mais de 10 horas por dia, tirei uma licenciatura que paguei. A ...
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