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Análise

A hipótese de o Governo alemão poder cair neste momento político da Europa não deveria satisfazer nenhum democrata

HAYOUNG JEON

“O jogo final entre o Bayern e Berlim tem hoje prolongamento”, escreveu o jornal “Tagesspiegel” a propósito de última ronda de negociação que os sociais-cristãos da Baviera propuseram esta segunda-feira aos democratas-cristãos em Berlim. O duelo CDU-CSU fragiliza a chanceler e uma Angela Merkel enfraquecida não interessa à Europa

Cristina Peres

Cristina Peres

Jornalista de Internacional

Depois da noite deste domingo, nada mais parece impensável na disputa que opõe a CSU à CDU. O ex-ministro das Finanças e atual presidente do Bundestag Wolfgang Schäuble declarou que a União (designação dos partidos irmãos e parceiros de coligação CDU/CSU) está “à beira do abismo”. Ou se entendem ou a parceria quebra-se, o que pode fazer cair o Governo.

A voz do atual ministro-presidente da Baviera, Markus Söder, exprimindo a vontade da União Social-Cristã (CSU) de ter mais uma ronda de negociações com a parceira de coligação, a União Democrata-Cristã (CDU), poderia servir de banda sonora ao road-movie protagonizado pelos sete elementos da equipa de topo da CSU que veio esta segunda-feira à tarde de Munique para a Konrad Adenauer Haus, a sede em Berlim da CDU - a reunião ainda decorria à hora de fecho desta edição.

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