29 de novembro de 2014
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Vulcões de Lama

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Eça há muito terá escrito tudo o que de essencial haverá para escrever sobre o Portugal de Sócrates. A detenção do ex-primeiro-ministro transporta-nos, porém, a época mais chegada. Anos 50, século XX, acirraram-se argumentos em torno da forma/conteúdo. O cenário é neorrealista. O de agora não andou longe disso, apenas contraditado pelas tiradas pícaras de João Araújo, advogado do "menino de ouro" (a um cameraman no Campus de Justiça: "O senhor aponte a luz aqui para baixo para eu ver o caminho"). 

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Mas a língua, Senhor Malaca?

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Vou falar do Acordo Ortográfico. Poucas coisas podem hoje ser dadas por adquiridas. Estabilidade é uma palavra em desuso. O amor já não é até que a morte nos separe e os empregos muito menos são para a vida. 

 

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Da graça e da nossa desgraça

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Como o ministro, também não serei criativa. Manterei os pés na terra. Nada de taxas nem taxinhas. Respeito pela lei. A lei de Newton, a de Godwin e a de Murphy (pelo menos). A primeira, dita da Gravidade, é a que precisamente me assegura não desorbitar.   

 

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Dos cães e dos gatos

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Algum dia havia de acontecer. A página em branco. Nada mais do que a página em branco. Que fazer, perguntou Lenine, político que antecedeu Putin em várias décadas, ambos com nomes apropriados a gatos.  

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Teoria dos Conjuntos

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Abordemos, então, ou abalroemos, como se preferir, o tema pelo lado da cultura. David e Golias. A cabeça de João Baptista (por favor, não lhe amputem o pê). Cenas que deram origem a quadros famosos.   

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Animal Farm

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Teresa Romero é a auxiliar de enfermagem que contraiu ébola em Espanha e que foi, entretanto, considerada livre de perigo. O marido, por precaução, também se sujeitou a isolamento. Enquanto os dois se mantinham afastados do mundo, "Excalibur", o cão do casal, foi abatido. Por razões sanitárias e de segurança. Enquanto isto, nos EUA, à enfermeira Nina Pham também foi diagnosticada a doença. Nina também tinha um cão, "Bentley". Como a espanhola, a americana acabou por se curar.    

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E pur si muove!

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Se todos os problemas fossem de semântica! Se tudo se resumisse à diferença entre "mantêm-se" e "manter-se-ão". Se nos bastasse tirar a limpo se "jihadista" leva ou não leva agá. "Em que pensa, cardeal? Em como é diferente o amor em Portugal!" O problema da flexão verbal foi levantado pelo ministro da Educação, a questão ortográfica pelo Ciberdúvidas. Nuno Crato não necessita de apresentações, é um ministro português.  

 

 

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Por Kobane ou da história universal da infâmia

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A História, esse cardápio de atrocidades. Não é preciso recuar muito. Nem no tempo nem na geografia. O século XX europeu produziu os dois conflitos mais sangrentos de sempre. Enquanto escrevo, caem notícias de mais um, agora às portas da Europa. Em Kobane. Há um mês que a pequena cidade síria colada à fronteira da Turquia resiste heroicamente ao avanço da barbárie que responde por Estado Islâmico.  

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Tempos de chumbo

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No filme do século passado chamado "Jonas Que Terá 25 Anos no Ano 2000", do suíço Alain Tanner, uma fita terna e esperançosa da década de 70, havia um professor de História que era filho de um talhante. Esse professor apaixonava-se por uma empregada de supermercado que tinha por hábito subtrair artigos à caixa registadora, de clientes que ela adivinhava de poucas posses (naturalmente, acaba despedida).    

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Crónica concreta para ser lida em voz alta

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O Instituto é Costa, o Mar é Português. Chuva. Chove. Chuva. Atmosfera: fera. Fera: ferrinhos. Ferrinhos: abstenção (violenta, por supuesto). Supuesto: canhestro. Seguro! Seguro! Noé a rimar com fé. E que o céu não nos caia na cabeça! Cabeça?! Cabeça.  

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Edição Diária 17.Abr.2014

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