24 de julho de 2014
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A sabedoria de Don Fabrizio, príncipe de Salina

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Confesso que não sou incondicional de Thomas Mann. A literatura, eu sei, não se resume a uma história melhor ou mais mal contada (ou melhor ou mais mal empratada...); o facto é que o alemão não faz as minhas delícias.

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Boat people

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Houve um tempo antes da globalização tal como a entendemos hoje. Nesse tempo, antes da globalização tal como a entendemos hoje, as pessoas saltavam fronteiras, arriscavam andar sem documentos, sujeitavam-se ao vexame da semiclandestinidade, ao revés da detenção e do regresso forçado. Segundo Vitorino Magalhães Godinho, a emigração seria "uma das constantes estruturais da História de Portugal desde o século XV (...)". 

 

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Como um dia veremos... acabaremos analfabetos...

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Marguerite Yourcenar disse, e eu reproduzo, que temos obrigação de morrer menos estúpidos do que nascemos. É uma máxima que tento respeitar. A semana passada, em resultado da polémica sobre o Exame Nacional de Português do 12º ano, onde, ao que parece, e vá lá saber-se como, Lídia Jorge foi confundida com Almeida Faria, fiquei menos estúpida (se bem que involuntariamente).  

 

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Eu sou do tempo em que os intelectuais pensavam qualquer coisinha

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Se é verdade que muitos homossexuais portugueses continuam escondidos no armário, segundo artigo publicado no "Público" os intelectuais de direita andam a sair de lá. A 1ª conclusão a tirar é que "homossexuais portugueses" e "intelectuais de direita" não são uma e a mesma coisa. A 2ª é que vou ficando velha para isto. Passo a explicar. 

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O vírus da poesia

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Ninguém me contou. Já há muito publicara o poema "Pastelaria", cirandava pelo seu ateliê, cigarro talvez aceso, magro com certeza, e alguém pergunta: "Então e aquele quadro da Vieira da Silva?", ao que Cesariny responde, matreirice pronta de muitos anos vividos: "O quadro da Helena? Troquei-o por uma carcaça." 

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De barbas de molho

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José Sócrates - e se o cito é porque ainda há pouco o ouvi citar Rimbaud - falou em hecatombe! Não em débâcle: hecatombe. Quando se usa demasiadas vezes a palavra hecatombe, que é a palavra portuguesa para débâcle, corre-se riscos. Socorro, socorro, gritou Pedro, e um dia o lobo saltou de asinha ao caminho.  

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A língua? Um tigre de papel

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Ainda o mandarim não chegou às escolas e já as palavras novas pululam e pipilam. O mandarim será com certeza uma revolução, mas revolução a sério é aquela a que assistimos todos os dias desde que inventaram o (novo) Acordo Ortográfico. Começou devagarinho. Pé ante pé. Um "c" aqui, um "p" acolá.


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Recordar é viver

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Escrevo a 13 de maio e tenho falta de assunto. Perante tal dado incontestável, diria mesmo irrevogável, ocorreu-me contar uma história que julgo nunca ter contado aqui. Estávamos nas vésperas do 13 de maio e o jornal também era outro.

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