23 de abril de 2014 às 23:57
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Álvaro não se demite

Ministro da Economia não sai do Governo. Reunião com Passos em São Bento foi para articular o day after da crise do QREN.

Ângela Silva (www.expresso.pt)
19:39 | Segunda feira, 5 de março de 2012

Álvaro Santos Pereira "está de pedra e cal" no Governo, afirmou esta tarde ao Expresso fonte próxima do ministro da Economia.

A sua demissão do Executivo de Passos Coelho, na sequência da crise instalada no Governo pela gestão do QREN (Quadro de Referência Estratégico Nacional), parece estar fora de causa.

Santos Pereira esteve esta tarde reunido com o primeiro-ministro em São Bento, num encontro que o gabinete do PM se recusou a confirmar e que fontes oficiais integram nos contactos que o primeiro-ministro regularmente mantém com os ministros.

A guerra do QREN foi seguramente tema obrigatório do encontro. Regressado de Bruxelas na sexta-feira (onde participou numa cimeira europeia), Passos Coelho foi confrontado com uma divisão no executivo - uns ministros a favor e outros contra a transferência da reprogramação dos fundos comunitários para a alçada das finanças, como Vítor Gaspar propôs no ultimo Conselho de Ministros -  e decidiu a favor das Finanças.

Domingo à noite, após ser reeleito líder do PSD, Passos anunciou que Vitor Gaspar terá uma "palavra decisiva" na reprogramação dos fundos. Álvaro Santos Pereira manterá a coordenação dos programas financiados.

Comentários 61 Comentar
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Álvaro não se demite
Até quando tal vai acontecer? Já se percebeu que o Ávaro não passa de uma anedota. Quem ler os seus escritos e verificar o que tem feito, chega à conclusão que não dá a bota com a perdigota. Infelizmente neste governo ele não é uma excepção, mas a regra geral. Algumas vozes, incluindo os irmãos mais velhos, se têm levantado para dizer que o Rei vai nu. Não tarda que o coro aumente, ao ponto de não se ouvir mais nada. Lá diz o povo, para grandes males grandes remédios.
Aproxima-se o dia...
Em que este Sr. pode dizer que melhorou o seu curriculum sem apresentar uma medida que, seja que tenha benificiado a economia nacional, poderá também dizer aos seus netinhos que foi ministro de Portugal...
O poder, o poder... é como a droga
O poder é uma droga para uns. Para outros o poder é para enriquecer. Enfim o poder corrompe o ser humano. eu prefiro a saúde, porque o poder leva à doença.
O Ministério da Economia é dos BOYS do PS.
Alguém tem dúvidas? Só a ASAE e a estrutura administrativa do QREN e do ICEP são algo que tem que ser LIMPO. As gorduras de alto teor tóxico estão bem espalhadas nestes serviços. Não é por acaso que o PS está tão interessado na fragilização do min. Álvaro Santos Pereira. Espero que se perceba a nível governamental o tipo de gorduras tóxicas que proliferam na tutela do min. da Economia.
Foram...
...os pastéis de nata que deram cabo do homem...o açucar, o segredo que ele queria saber, para levar para o Canadá...deram cabo da cabeça do Álvaro...mais vale um bom professor do que um mau ministro, no meio de tantos maus...e por isso pode passar despercebido...
Ainda é cedo para sair
Só não saiu para contrariar os milhões que o querem ver pelas costas. Mas agora amuou (a criatura irrita-se com facilidade) e vai ficar escondido mais uns meses a lamber as feridas. Percebo agora o porquê da secretária/assistente ganhar quase tanto como ele, é preciso paciencia...
Oxalá!
Oxalá a notícia se confirme. Não estou encantado com a performance deste Álvaro, evidentemente, mas a demissão de um super-ministro nesta altura não era nada boa para o Governo ( e a actuação deste também não me fascina, como é óbvio). Mas "nesta altura do campeonato", infelizmente, o q é mau para o governo é mau para Portugal. Lamentavelmente, os desmandos dos últimos anos colocaram-nos numa situação tal q me sinto na obrigação cívica de desejar sucesso ( o equilíbrio das contas públicas, o saneamento financeiro, a regularização da dívida pública...) a este Governo, pela simples razão de ser o Governo q há. Não estou ( e nunca estive) arregimentado em partido nenhum e nunca estive ideologicamente sintonizado com qualquer partido do actual Governo. Por isso ás vezes dou comigo a dizer para os meus botões : "Oxalá aqueles filhos da mãe tenham sucesso!"
Figura patética condizente com a economia do país.
Finanças 1 Economia 0.
Re: Figura patética condizente com a economia do p Ver comentário
NAS PRÓXIMAS REUNIÕES VEM DE MINI-SAIA
Para andar a servir á mesa cafés e pastéis de nata.
Arre!
Isto aqui é só comentários de pessoal que sabe mais do que os outros. Pena que nao há comentários de quem faca melhor!
O amolar das facas....
...para já, ainda são pequenas picadas nas carnes do moribundo!
Não tarda nada e vai começar a correr sangue...há que preparar o "ALGUIDARE" !!!
acho muito bem que não se demita.
acho muito bem que não se demita.
precisamos de nos rir nestas alturas de crise.
Este sujeito tem sague ou água nas veias?
A questão levantada por Passos Coelho é bem capaz de não ser inocente tal como o não serão as atitudes dos presidentes de associações bem conhecidas que teimam em manter o ministro na tutela. O porquê não se sabe, mas pode vir a saber-se a breve prazo. No entanto e segundo parece pela leitura nas entrelinhas da informação escrita, o ministro Álvaro não será um exemplo de bom gestor dos fundos ao seu dispor, ou, pergunta-se, será que favorece alguns amigalhaços e teme-se que tal venha a ser descoberto? O futuro o dirá. Lamento, apesar de ser completamente adverso ao governo de Passos Coelho por tudo aquilo que de pior representa (tal como Sócrates o foi) que num momento tão complicado para Portugal e para os portugueses surjam situações deste ou de outro tipo que fragilizem mais ainda a situação do país. Se o ministro não serve, pois substitua-se, agora não se coloque em causa de forma permanente a sua competência ou qualquer outro aspecto da sua governação retirando-lhe aos poucos margem governativa.
"A FUNÇÃO do JORNALISTA", ou "O que é INFORMAR"
A palavra INFORMAR, vem do lt. informare, que significa: dar forma a.

Toda e qualquer pessoa pode informar. No caso dos jornalistas, a palavra aplica-se a: dar forma ao pensamento, co-formatar a ideia. E isto, porque o pensamento é naturalmente dinâmico, isto é, não estático. Apesar de todas as cristalizações que conhecemos...

Os jornalistas, presumo, devem ter aparecido ao mesmo tempo que os jornais. Logo a sua origem e primeira função foi relatar factos. Com o passar dos anos, esta mesma atividade relatora e redatora, passou a incorporar uma inegável associação á FORMA de PENSAR do jornalista e á sua própria OPINIÃO, deixando a fase pura e ingénua dos seus primórdios.

Deram conta alguns, que o facto de poderem afectar as massas de pensamento, alterar as massas criticas das opiniões, era uma espécie de poder.

Assim, essa nobre e altruísta função, pôde descambar subtil e mui rapidamente, para a manipulação, o proveito próprio, o caciquismo a troco de salário.

Os jornalistas já não querem só contar episódios. O jornalista, geralmente e tendencialmente, pretende tornar-se num comentarista.

Esta é a explicação para o surto virótico de comentaristas papagaios, dos últimos tempos.

Cá no feudo, como gostamos da coscuvilhiçe, esta desvirtuação é não só tolerada, como apreciada.

Ainda não ouvi nenhum "jornalista" perguntar ao 1º Min.: "Que diz ao facto do seu ex-colega estar a ser julgado na Islândia"?
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