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Álvaro distancia-se de Passos sobre "inversão" da crise em 2013

Passos Coelho anunciou o fim da recessão em 2013, mas o ministro da Economia diz que "há sempre imponderáreis e uma incerteza muito grande". Em entrevista à SIC Notícias, Álvaro Santos Pereira aponta "reformas históricas", em especial no sector energético.
com Lusa |

Sobre o fim da recessão anunciada por Passos Coelho na festa do Pontal na terça-feira, o ministro da Economia e do Emprego diz-se convicto de que as reformas irão "dar os seus frutos", mas lembra, em entrevista à SIC Notícias, que "há sempre imponderáreis e uma incerteza muito grande" na maior crise mundial das últimas décadas.

Terceiro Pacote Energético aprovado


Álvaro Santos Pereira disse ainda na entrevista que hoje foi aprovado, em Conselho de Ministros, o Terceiro Pacote Energético que vai permitir que pequenos produtores de energias renováveis disponibilizem essa energia na rede "sem onerar o sistema".

"Aprovámos hoje, em Conselho de Ministros, o Terceiro Pacote da Energia", afirmou Álvaro Santos Pereira, em entrevista à Sic Notícias, acrescentando que "uma das medidas emblemáticas" faz com que "a partir de agora quem quiser produzir energias renováveis não tem de ter subsídios para a produzir".

"Ou seja, neste momento é possível ser um pequeno produtor de energia renovável, pôr essa energia ao dispor da rede e, pela primeira vez em Portugal, [isso] não vai onerar o sistema, não vai ser preciso dar um subsídio", explicou o governante.


Comunicado do Conselho de Ministros

Em comunicado, o Conselhos de Ministros, que hoje se reuniu, refere que o Governo aprovou dois diplomas, o chamado 'Terceiro Pacote Energético', que pretendem concluir o processo de liberalização do setor da eletricidade.

"Estes diplomas estabelecem os princípios gerais relativos à organização e ao funcionamento do Sistema Elétrico Nacional, bem como as bases gerais aplicáveis ao exercício das atividades de produção, transporte, distribuição e comercialização de eletricidade e à organização dos mercados de eletricidade", lê-se na nota.

No que respeita à produção de eletricidade, os diplomas hoje aprovados "alteram os conceitos de produção em regime ordinário e produção em regime especial (...) na medida em que a produção em regime especial passa também a contemplar a produção de eletricidade através de recursos endógenos em regime remuneratório de mercado".

Relativamente à proteção dos consumidores, a nota refere que fica assegurado "o fornecimento de eletricidade pelos comercializadores de último recurso, não apenas aos clientes finais economicamente vulneráveis, mas também em locais onde não exista oferta dos comercializadores de eletricidade em regime de mercado, bem como em situações em que o comercializador de mercado tenha ficado impedido de exercer a atividade de comercialização de eletricidade".



O Ministro da Economia e do Emprego em entrevista ao jornal das 9 da SIC Notícias:




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Comentários 87 Comentar
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Pois é, Álvaro...
"Economista é o técnico que é capaz de explicar amanhã porque é que aquilo que previu ontem não aconteceu hoje"
Re: Pois é, Álvaro...
Até o Álvaro Já descobriu quem é o Passos-Relvas !
A Censura dos Xuxas do Expresso.
Cavaco/utras na Historia de forma negativa
A catastrofe que alastra pela Europa com o aumento da pobreza e miséria, andamos a comentar noticias previamente orientadas que só mantêm esta situação preversa e a nada conduzem. Seria muito mais importante o debate de alternativas a este estado de coisas e não insistirmos no ridículo de manter o sistema de ditadura dos mercados defendida por politicos ao serviço de interessesque nada têm a ver com os cidadãos, mas sim com interesses transnacionais, para além dos deles próprios,que dominam a actividade economica e os meios de comunicação social. São predadores implacáveis e as presas são os cidadãos incautos. Subtraiem às populções para adicionar à Banca, perante a passividade dos inocentes. E o mais preocupante não é a acção dos maus, mas o silêncio dos bons. Assiste-se ao desmantelamento, dissolução, desintegração, e destruição das identidades nacionais e da própia civilização, únicamente por razões ideológicas ultra liberais. Assiste-se por outro lado ao definhamento da Cultura com o advento deste sistema. Está a ser corroida de forma larvar os fundamentos da Democracia, transformada em inimiga do povo e não como um poder dele emanado. Portanto é urgente resistir a este pensamento únicoque nosquerem impôr. Mas a primeira condição para modificar a realidade consiste em conhecê-la, bem como às possiveis alternativas. Mas é dificil, dado o assalto feito à comunicação social. Instalou-se em Portugal uma estranha Democracia e a alternativa é o Socialismo Democratico...

Re: Cavaco/utras na Historia de forma negativa
Meu caro. Eu sei que posso ser irrealista, mas até
Re: Meu caro. Eu sei que posso ser irrealista, mas
Tem razão. Uma utopia é uma realidade em potência
Re: Meu caro. Eu sei que posso ser irrealista, mas
Re: Meu caro. Eu sei que posso ser irrealista, mas
Re: Meu caro. Eu sei que posso ser irrealista, mas
Re: Cavaco/utras na Historia de forma negativa
Re: Cavaco/utras na Historia de forma negativa
Re: Cavaco/utras na Historia de forma negativa
Curioso
Curioso , no tempo do Socrates , para o Alvarinho dos pasteis no Prós e Contras , não existia crise nenhuma internacional , só existia desancar no Socrates.

Como a realidade faz as pessoas evoluírem.
Os Socas na França e no resto da Europa e também
Re: Os Socas na França e no resto da Europa e tamb
Re: Curioso
O ÁLVARO,
deve pensar e bem ,mas que diabo vim eu fazer aqui cheio de boas intenções a perder de ganhar o meu vencimento de professor universitário no Canadá para "apanhar" com esta cambada de saloios que do mundo só conhecem a Costa da Caparica e ainda por cima ser insultado e desprestigiado como tenho sido por ( e repito) saloios.
Chegou a hora de fazer a mala e ir fazer pela vida pois por muito que se tente por estas bandas entre salazarentos e tótós o melhor é que eles se entendam entre si .
E será que alguém lhe pode "tirar" a razão?
O Alvaro tambem a expor o ridiculo do 1ºministro
Se isto fosse um governo serio , e se o primeiro ministro não fosse um palhaço , este ministro era demitido na hora por colocar em causa a credibilidade do primeiro ministro , mesmo , que neste caso estivesse a dizer a verdade.
Re: O Alvaro tambem a expor o ridiculo do 1ºminist
Re: O Alvaro tambem a expor o ridiculo do 1ºminist
Re: O Alvaro tambem a expor o ridiculo do 1ºminist
Re: O Alvaro tambem a expor o ridiculo do 1ºminist
Re: O Alvaro tambem a expor o ridiculo do 1ºminist
Re: O Alvaro tambem a expor o ridiculo do 1ºminist
Será que li bem ?!?

"A maior crise mundial das últimas décadas"

Então o porquê de "a crise é interna; o problema é endógeno; o problema é Sócrates; nós somos a solução; nós sabemos ao que vamos; o povo já não aguenta mais impostos; cortar subsídios é uma mentira"

Re: Será que li bem ?!?
Re: Será que li bem ?!?
Re: Será que li bem ?!?
Quando o jornalismo se esquece da floresta...
« Álvaro distancia-se de Passos sobre "inversão" da crise em 2013 »

Alguns jornalista estão sempre à procura das pequenas diferenças para procurarem/inventarem atritos no Governo.

Como se isto fosse uma brincadeira de crianças.

Quanto mais unido e coeso o Governo estiver mais fácil será vencermos a crise.

Nenhum político quer desgovernar porque sim!

Alguns são egoístas e primeiro pensam neles, mas todos gostavam de dar 'rebuçados' ao povo, aliás, é com essas promessas que ganham as eleições.

Os jornalistas deviam fiscalizar, investigar, denunciar, as decisões que os governos tomam em prejuízo do nosso futuro e dos nossos filhos.

Mas isso dá muito trabalho...

É mais fácil procurar diferenças de ideias ou de opiniões e dizer que 'é cada um para seu lado', 'ninguém se entende', 'há afastamento entre ministros', etc., etc.

Não é um jornalismo positivo e muito menos nos alerta para as verdadeiras razões porque devemos mudar de governo nas próximas eleições.
Re: Quando o jornalismo se esquece da floresta...
Re: Quando o jornalismo se esquece da floresta...
Re: Quando o jornalismo se esquece da floresta...
Re: Quando o jornalismo se esquece da floresta...
Re: Quando o jornalismo se esquece da floresta...
Re: Quando o jornalismo se esquece da floresta...
Re: Quando o jornalismo se esquece da floresta...
Re: Quando o jornalismo se esquece da floresta...
Re: Quando o jornalismo se esquece da floresta...
Re: Quando o jornalismo se esquece da floresta...
Re: Quando o jornalismo se esquece da floresta...
Re: Quando o jornalismo se esquece da floresta...
Re: Quando o jornalismo se esquece da floresta...
Re: Quando o jornalismo se esquece da floresta...
Re: Quando o jornalismo se esquece da floresta...
Re: Quando o jornalismo se esquece da floresta...
Re: Quando o jornalismo se esquece da floresta...
Re: Quando o jornalismo se esquece da floresta...
Re: Quando o jornalismo se esquece da floresta...
Mais uma vez se prova
Que PPC fala demais e sem o mínimo de responsabilidade, tem sido sempre assim desde 74 políticos impreparados e sem sentido de estado é o que temos tido com a agravante de existirem ladrões, vigaristas e oportunistas.
É o resultado desta democracia à (pretuguesa).
Enconamisto
Nós “amamos” a publicidade do governo – na teoria. O que poderia ser melhor do que um governo que foi sempre nos mantendo informados sobre as suas excitantes novas iniciativas e produtos? Não há melhor forma de nós prestarmos atenção como são utilizados os nossos suados ordenados com propaganda bem executada. É de partir a moca a rir e fazer-nos pensar.

O problema do Álvaro é a economia. É que a economia deixou de ser baseada em produzir coisas, ou cavando coisas, ou coisas que crescem, ou roubar coisas, e passou a ser baseado em coisas como "produtos financeiros", que são muito parecidos com os produtos normais, excepto que eles, tecnicamente, não existem.
Poderá acontecer,se...
Tal como o Primeiro Ministro disse,consciente ou inconscientemente,o ano de 2013 poderá haver condições mais fáceis em termos financeiros que permitam o início da da inversão económica nacional que está hoje altamente depressiva continuamente.

Isso não por mérito interno governativo,mas porque para fins eleitorais num determinado país mandante actualmente que está ansioso de apresentar êxitos de políticas erradas para não ser muito prejudicado em eleições internas nesse ano e ainda manter uma excessiva preponderância indevida numa União Europeia desconjuntada.

O montante da dívida portuguesa é insignificante no conjunto da União Europeia da Zona Euro,pelo que pequenas cedências por baixo da mesa a um país tão simpático daria nas vistas em termos politicos e económicos na UE e beneficiaria quem tem promovido estratégias erradas.

Os juros da venda de dívida portuguesa já começaram a baixar continuamente,pelo que se assim continuar em 2013 o montante da dívida soberana e o défice tenderão a ser muito menores.

Por isso,isso poderá acontecer por razões contextuais europeias.
Re: Poderá acontecer,se...
Re: Poderá acontecer,se...
2013: mais pão com margarina.
"Fenomenologia do marisco - ou do camarão de classe"

Um tuga pobre visita um tuga rico e pede-lhe dinheiro emprestado, já que anda de bolsos vazios, o ordenado que lhe pagam é miserável, anda triste, não pode apreciar a vida.

O tuga rico empresta-lhe o dinheiro ao juro de mercado.

Mais tarde, na ida para casa, o tuga rico vê o tuga pobre no Rossio a comer camarão.

Escandalizado aproxima-se e reclama:

- então você queixou-se de que lhe pagam mal, que anda triste, de bolsos vazios e aí pede-me dinheiro emprestado e vem comer marisco!? Você é um irresponsável. Vive acima das suas possibilidades e ainda se queixa. É preciso ter descaramento!

Ao que responde o tuga pobre:

- Fosga-se! Se não tenho dinheiro não posso comer marisco; se tenho dinheiro não devo comer marisco - quando então é que eu vou comer marisco!?*

Moral da história: pão com margarina.

(*Adaptado de Freud, S., "Os chistes e a sua relação com o inconsciente")

Re: 2013: mais pão com margarina.
Re: 2013: mais pão com margarina.
Re: 2013: mais pão com margarina.
Re: 2013: mais pão com margarina.
Re: 2013: mais pão com margarina.
Re: 2013: mais pão com margarina.
Re: 2013: mais pão com margarina.
Re: 2013: mais pão com margarina.
Re: 2013: mais pão com margarina.
PATÉTICO este sujeito

Que sabe ele do país, de onde saiu com 24 anos e regressou com 39 (parece mais, mas é verdade) para Ministro, vindo de uma universidade canadense de 3ª, de onde se fez conhecido, escrevendo ... TRÊS LIVROS !!!! pseudo teoricos sobre coisa nenhuma para dar nas vistas junto destes ignorantes que dominam a política ????????????

E já está com a facies diferente, e abre os olhos como um lunático ....

Estamos tramados ...

E o das Finanças não lhe fica atrás, o homem sempre teve as pilhas gastas, dorme só 4 horas ... o que ele irá inventar de BIZARRO para que os cortes não sejam só nos func. públicos e reformados ... ????

Mas porquê não ficam de férias um ano, nada façam, e chamem dois tipos da TROIKA para cortar 40% no nº de Câmaras, nas EPs, diminuir a TSU, etc

RAIOS, CUMPRAM O ACORDO !!!!!!!!

E mandem a Soares da Costa, a Mota Engil e o BES para Angola (não para o Brasil, que eles não merecem essa corja) e já agora o Siza que destruiu a muralha Fernandina, o Souto Moura da Barragem estilosa do Tua, o Carrillho da Desgraça da Gare frente a Alfama, ... e os motoristas todos que vão para taxistas em New York, que ficavam sem barriga ...

O que nos vale são os portugueses, as pequenas e médias empresas nas exportaçõ, e a crise espanhola e italiana para desviar as atenções.
Incompetência + Corrupção + Impunidade
Isso é a nossa crise, tudo o resto é consequência.

O que estamos a assistir é o mesmo que o ladrão assaltar o banco e depois em vez deste ser perseguido e o dinheiro resssarcido, resolver a crise indo ao ordenado dos funcionários do banco e às poupanças dos clientes para repor o capital.

Como há tanta ingenuidade por ai, atribuindo a culpa a uns (os laranjas/azuis) ou a outros (os rosas) que no fundo são farinha do mesmo saco...

Se somarmos todos os roubos: BPN, PPPs, SCUTS, etc... mais os BILIOES no estrangeiro, facilmente se chegaria à factura dos 78 Bilioes do emprestimo.

E então fazemos de conta que não aconteceu nada e continuamos ingénuamente a legitimar essa corja, pondo lá o papelinho de 4 em 4 anos (quando chegam ao fim) ?

Será que 38 anos de devaneio, ainda não deu para ver que este não é o caminho ?

Como é que se pode acreditar num qq governo que não faz justiça aos ladrões que na realidade estão na base do descalabro ?

É claro que aliciaram ao Zé Povinho durante todo este tempo, criando condições de vida bem acima das possibilidades reais do Pais. Agora está na hora de pagar a factura.

Mas isso não me escandaliza. O que é intolerável é a continua impunidade dos verdadeiros culpados do descalabro.

3 resgates em 37 anos ... Incompetência
casos e mais casos de ... Corrupção
sem nenhuma condenação ... Impunidade
...
Porreiro...
pá!
Oh ! "Pastel de Nata"...
...não precisas de te distanciar porque todos nós já compreendemos que o teu «chefe» é tão mentiroso ou mais do que o que está em Paris; é tudo conversa de pato para jacaré.
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Edição Diária 17.Abr.2014

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