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Aluno do IADE desenvolve caneta para invisuais

Filippo Fiumani, estudante italiano da Creative University, criou um protótipo de uma caneta que permite aos invisuais perceber através do toque o que estão a desenhar.

Tiago Oliveira
16:57 Quarta feira, 2 de abril de 2014
As bananas que o estudante espalhou por Lisboa como teste das capacidades da caneta
As bananas que o estudante espalhou por Lisboa como teste das capacidades da caneta /  Filippo Fiumani
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Tudo começou com uma simples constatação: não existe um objeto criado com o objetivo único de a população invisual poder expor a sua vertente criativa, com noção da obra que estão a criar. Foi a partir desta dúvida que Filipp Fiumani decidiu desenvolver o protótipo de uma caneta, desenhada inteiramente para cegos. 

"Quero criar um novo produto e uma nova linguagem visual com uma gama variada de possíveis aplicações da caneta no papel", explica ao Quero Estudar Melhor o estudante italiano do IADE. Trata-se de um instrumento elétrico com o nome de "Le Mani"(palavra italiana que significa "as mãos"), que cria traços em relevo em superfícies de papel. O objetivo é que "um deficiente visual possa criar, sendo capaz de 'ver' (sentir através do toque) o que está a desenhar".   

A ponta da caneta funciona como uma agulha, que através de um motor - movido de diferentes formas consoante o protótipo - fura e cria relevo no verso de uma dada superfície. 

Espalhar bananas pela cidade


O projeto foi desenvolvido como resultado de uma tese de mestrado em Design de Produção e resultou numa nota final de 20 valores. Para criar o objeto mais fiável possível, Filippo criou vários protótipos que foi experimentando em diferentes superfícies, para ir amealhando ideias sobre possíveis aplicações da caneta. 

"A pesquisa é o corpo principal deste projeto, que ainda está em fase de crescimento e desenvolvimento. As experiências feitas até agora ajudaram-me a definir as peculiaridades desse objeto. Ao mesmo tempo permite que artistas e novos designers possam experimentar novas formas de expressão", revela.

Um desses estudos compreendeu surpreendentemente um projeto de arte urbana com recurso a, nada mais, nada menos, que bananas. Enquanto experimentava o instrumento em diferentes superfícies, Filippo descobriu que, sem recurso a tinta, era possível utilizar a caneta para desenhar no fruto e, assim, criar diferentes projetos de arte urbana. As bananas foram depois espalhadas pelas ruas de Lisboa. 

O estudante quer agora introduzir modificações na caneta para a tornar "mais autónoma e ecológica". Para tal, precisa de financiamento que está a tentar obter "junto de algumas empresas" para, eventualmente, lançar a caneta no mercado. Radicado em Portugal desde 2010, este italiano apaixonado por surf, quer agora continuar a desenvolver projetos com vertente artística, mas também construir e decorar pranchas a partir de uma escola em Peniche.  

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