23 de maio de 2013 às 7:37
Página Inicial  ⁄  Opinião e Blogues  ⁄  O Expresso na SIC Notícias  ⁄  Alta de preços na gasolina torna-se incomportável

Alta de preços na gasolina torna-se incomportável

Comentário de João Palma Ferreira, jornalista do Expresso, no Jornal de Economia da SIC. Em análise,a escalada do preço dos combustíveis que hoje atingem um novo máximo histórico e a visita de Pedro Passos Coelho a Moçambique, a propósito de Cahora Bassa.
Comentários 51 Comentar
ordenar por:
mais votados ▼
Moedas , Gaspar e Passos estão a mentir
Toda a gente que percebe alguma coisa de economia sabe que o caminho trilhado por este governo de destruição da economia , implica um equilibrio mais à frente por baixo da economia do país.

Ou seja estes cortes dos subsídios na função pública são mais que certos e permanentes , tanto que o estado nem em 2014 nem em 2015 nem nos anos seguintes terá dinheiro para os pagar e tambem porque a economia não terá um desempenho suficiente que permita ao estado receita para isso.

Manter o novo equilibrio por baixo fruto desta austeridade assim o exigirá.

Que se desengane quem pense o contrário ou vá nesta cantiga do Moedas , Gaspar e do Passos.
Porque a escolha já foi feita , entre as pessoas e a banca , estes governos neo-liberais escolheram a banca.

Este cá então , gabou-se que este programa da troika era o seu e até quiz ír e foi mais longe que a troika , com os resultados bem conhecidos , desemprego descontrolado , afundamento da economia e empobrecimento e miséria para os portugueses.

Com este governo não haverá qualquer recuperação de rendimentos , pelo contrario haverá é mais perda de rendimentos , afinal não fosse este governo o da miséria e o do empobrecimento.

Re: Moedas , Gaspar e Passos estão a mentir Ver comentário
O que está por detrás da redução de 14 para 12
Tenho ouvido muitas vezes o argumento de que no resto da Europa não existem os subsídios, mas porque não comparar os salários auferidos anualmente e aí chega-se à conclusão que continuamos na cauda, auferindo uma miséria. É claro que me estou a referir à maioria, porque também temos quem ganhe melhor cá do que lá.

http://viriatoapedrada.bl...

http://viriatoapedrada.bl...

http://viriatoapedrada.bl...

http://viriatoapedrada.bl...

http://viriatoapedrada.bl...

http://viriatoapedrada.bl...

Re: O que está por detrás da redução de 14 para 12 Ver comentário
Re: O que está por detrás da redução de 14 para 12 Ver comentário
Alta de preços na gasolina incomportável
Ainda há um ano a culpa era de Sócrates e Paulo Portas acusava-o disso no Parlamento. Hoje ministro deste governo ainda não disse nada que eu saiba. Mais palavras para quê. O melhor mesmo é ver o óbvio.

http://viriatoapedrada.bl... BP_recent

http://viriatoapedrada.bl...

http://viriatoapedrada.bl... ce=BP_recent

http://viriatoapedrada.bl... e=BP_recent
O povo é piegas
Portanto paguem e poupem para as férias?
A eliminação dos subsídios...
Esta história, mal contada, de que os subsídios do 13º e 14º meses vão ser integraods nos 12 meses de salários, é uma grande "mentira". Ora vejamos: se um trabalhador ganhar 1.000 euros por mês x 14 meses são 14.000 mil euros anuais; integrando os 2.000 mil euros de subsídios nos 12 meses serão: 1.166,67 x 12 meses = 14.000,00 euros. Até aqui tudo bem. Não há redução de rendimento.
O problema é depois, em que a entidadade patronal e/ou o estado vão congelar os vencimentos até que a inflação cubra esse diferencial e só a partir dai é que haverá novos aumentos em função da inflação ou seja: chamar-se-á integração dos subsídios nos doze meses, mas depois haverá uma espera de aumento de salários até ser eliminada essa integração de subsídios.
É isto que vai acontecer a curto/médio prazo. Os subsídos extinguir-se-ão no tempo...
Re: A eliminação dos subsídios... Ver comentário
Re: A eliminação dos subsídios... Ver comentário
Continua a falta de respeito...
Estes moralistas que chegaram ao poder a mentir descaradamente, continuam neste registo de falta de vergonha.
...
Quando chegaram ao poder, adotando a falta de vergonha, correram a dizer que cortar nos salários apenas dos funcionários públicos era insultuoso para estes e que ao invés os sacrifícios deveriam ser repartidos por todos, logo, vamos cortar metade do subsídio de natal de todos os trabalhadores (os rendimentos provenientes da especulação não foram tributados). Passados dois ou três meses, no Orçamento de estado para 2012, deram o dito por não dito e esqueceram os "não funcionários públicos" castigando apenas os funcionários públicos retirando-lhes 1/7 dos seu rendimentos durante o programa de assistência, explicado por vários membros do governo e dos partidos que o sustentam, em dois anos, aproveitando agora, após problemas internos do maior partido da oposição e declarações de um "fulano austríaco" que passeou pelo nosso país e questionou a reposição dos subsídios, para afirmar "despudoradamente" que gosta muito dos funcionários públicos e quer repor os subsídios que ele e o seu governo contra tudo o que prometeu, nomeadamente a crianças e em frente à televisão, mas… só em ano de eleições e progressivamente, ou que será que isso quer dizer…
Não têm vergonha… moralistas… são mais aldrabões que os outros… estes moralistas cheios de valores...
 
Essa dos países do sul...
Trabalho numa empresa belga e na Bélgica paga 13,98 salários por ano... Enfim!
Re: Essa dos países do sul... Ver comentário
Re: Essa dos países do sul... Ver comentário
Re: Essa dos países do sul... Ver comentário
Re: Essa dos países do sul... Ver comentário
Re: Essa dos países do sul... Ver comentário
Re: Essa dos países do sul... Ver comentário
Re: Essa dos países do sul... Ver comentário
Re: Essa dos países do sul... Ver comentário
Re: Essa dos países do sul... Ver comentário
Se estivermos dependentes de Espanha
no futuro, entao a presente crise vai repetir-se. Espero que o governo apoia as empresas que tem a visao para alargar os paises alvos de exportacao. Nao podemos ter todos os ovos num cesto. Mas esta estrategia demora tempo por isso e melhor comecar ja.
Não vale a pena.....
... insistir, está á vista que quem perdeu ops subsídios jamais os recuperará.

O problema agora está na forma a encontrar para "roubar" os subsídios aos trabalhadores privados.

Mas, não tenham ilusões, com a "criatividade" já demonstrada pela quadrilha Passos/Relvas/Gaspar a coisa não tardará muito.

Querem apostar?
Alguns empresários privados já se acautelaram e... Ver comentário
Re: Alguns empresários privados já se acautelaram Ver comentário
Este herdeiro do suposto assasinado... Ver comentário
Meu caro... Ver comentário
A mentira dos subsídios de Natal e de férias
Parece-me que como sempre querem tapar os olhos às pessoas. Eu vi e trabalhei na Holanda e tinha subsídio de férias e tinha o bónus do fim do ano que correspondia a 8% do rendimento anual e que era pago antes do natal. Podem dar-lhe outros nomes mas eu recebia 14 generosos salários (ganhava o dobro que cá por uma posição inferior que é inferior à que tenho cá) e tinha o mesmo custo de vida que em Portugal. Só voltei por questões familiares.... Quando é que os Portugueses vão dizer basta?
Quando vamos ter um sistema que não permita economias paralelas e com fugas de receita mínimas como nos países escandinavos, Holanda e Alemanha? Isto ninguém discute!
Re: A mentira dos subsídios de Natal e de férias Ver comentário
Re: A mentira dos subsídios de Natal e de férias Ver comentário
Números
...em Portugal recebem-se 14 salários anuais, porque as contas são feitas ao mês, caso fossem feitas à semana, seriam 15 ou 16, dependendo dos anos, e isto sem contar com os feriados a meio da semana.

Há coisas que devem ser equilibradas no nosso sistema, salários é uma delas, bem como os impostos, que penso serem muito melhor aplicados no final da cadeia do capital financeiro, neste caso o trabalhador, e deixar a organização liberta de encargos para assim se poder fortalecer, expandir e crescer. O capital teria muito maior circulação e rotatividade, as empresas ganhariam mais e diminuara o interesse em esconder a facturação, as pessoas receberiam mais também, e a colecta seria mais assertiva, controlável e justa. Penso eu de que.
Matematica 1-1
Se efetivamente houver uma diluição do subsidio significa que ao fim do ano se recebe o mesmo, a diferenca é que se recebe mais rapidamente.. Aplicando matemática 1-1, eu prefiro receber o meu dinheirinho o quanto antes e guardá-lo na minha conta bancária do que ser o meu empregador a guarda-lo até Junho ou Dezembo.
Mais retenção na fonte...
Menos dinheiro, para quem não tem despesas para apresentar no fim do ano. Senão, vejamos o caso de um trabalhador dependente, não casado, que aufira actualmente € 1.000,00 brutos mensais, e considerando a tabela de retenção de IRS de 2012:

Modelo actual:
( Salário base: €1.000,00 ) - ( IRS 10% = €100,00 ) - ( Seg. Social 11% = € 110,0 ) = € 790,00 mensais x 14 = € 11.060,00

Diluído no salário mensal:
( Salário base: €1.166,00 ) - ( IRS 12% = €139,92 ) - ( Seg. Social 11% = €128,26 ) = € 897,82 mensais x 14 = € 10.774,00

Alguém gamou-me perto de € 300,00...
Erro... Ver comentário
Re: Mais retenção na fonte... Ver comentário
Re: Mais retenção na fonte... Ver comentário
Re: Mais retenção na fonte... Ver comentário
Gato escondido
Por detrás da medida está mais uma maneira de sacar algum a quem trabalha, ou há quem duvide disso. Se fosse vantajoso para os "preguiçosos", "bem pagos" e mal agradecidos dos trabalhadores, nem sequer pensavam nisso.
Ora parece evidente
Por detrás desta "ideia" estão duas coisas.
1 - A prática deste governo, já antes de o ser usava esta táctica. Atirar para o ar uma série de ideias inomináveis para testar a opinião pública e depois deixá-las cair fazendo com que o que tinham em mente pareça aceitável. uma espécie de mal menor. Fizeram-no com a proposta de revisão constitucional e com quase todas as medidas que quiseram adoptar. Esta ideia especificamente é para pôr os Portugueses a pensar que o corte dos subsidios até 2015 não é assim tão mau.
Se eventualmente viesse a ser aplicada iria redundar num decréscimo de salário médio porque quem hoje contrata por 1.000,00 mensais iria continuar a fazê-lo... só que duas vezes menos por ano.
PUB
PUB
Expresso nas Redes
Pub