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INEM contesta Governo sobre o aluguer de mais helicópteros

Um relatório interno 'fechado a sete chaves' arrasa o plano do Governo para reforçar o socorro com mais três helicópteros de emergência médica. Os meios foram prometidos para serenar os protestos populares contra a redução da rede de Urgências.

O Governo quis acabar com os protestos populares contra o encerramento de Urgências e de Serviços de Atendimento Permanente (SAP) prometendo mais três helicópteros de emergência médica, mas agora o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) diz que a expansão do helitransporte é um erro muito caro.

Contas feitas, os custos aumentarão 184% por ano e não haverá benefícios evidentes para a população. O argumento utilizado é o historial dos actuais dois helicópteros ao serviço do INEM e das equipas dispensadas a um aparelho da Autoridade Nacional de Protecção Civil: custam mais de 14 mil euros por dia e fazem um média inferior a dois transportes diários.

Os responsáveis sugerem que as verbas, reforçadas em 2009, sejam empregues na expansão da rede de ambulâncias, contudo, o Ministério da Saúde não recua. O plano vai avançar e em breve.

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