Anterior
Brasil: morreu ex-Presidente Itamar Franco
Seguinte
Sinead O'Connor tem nova imagem
Página Inicial   >  Sociedade  >  Alberto e Charlene disseram "sim" em cerimónia religiosa (fotogaleria e vídeo)

Alberto e Charlene disseram "sim" em cerimónia religiosa (fotogaleria e vídeo)

Alberto II do Mónaco e a ex-nadadora olímpica Charlene Wittstock voltaram hoje a dizer sim, mas agora numa cerimónia religiosa.


O príncipe Alberto II do Mónaco, de 53 anos, casou-se hoje com a princesa Charlene do Mónaco, de 33 anos, numa cerimónia religiosa realizada no pátio principal do Palácio Grimaldi.

À pergunta do consentimento colocada pelo arcebispo do Mónaco, os dois responderam, ele primeiro e depois ela, "sim", tendo depois trocado alianças.

A cerimónia religiosa foi marcada por diversos momentos musicais. O mais surpreendente aconteceu durante a troca de alianças, quando a cantora Pumela Matshikiza interpretou um cântico tradicional sul-africano, que supostamente trará boa sorte aos noivos.

O momento suscitou um sorriso, talvez o mais expressivo durante a cerimónia, da princesa Charlene do Mónaco.

No final da cerimónia, o conhecido tenor Andrea Bocelli cantou o tema 'Ave Maria' de Schubert.

As alianças do casal real são de platina branca e foram criadas por uma conhecida marca internacional de jóias.

A ex-campeã de natação sul-africana, que entrou no recinto da cerimónia acompanhada pelo seu pai, Michael Kenneth Wittstock, escolheu um vestido com uma cauda de 20 metros desenhado pelo estilista italiano Giorgio Armani, que segundo fontes do Palácio, precisou de mais de 2.500 horas de trabalho e está decorado com 40 mil cristais Swarosky e 30 mil pedras preciosas.

O casamento contou com 3.500 convidados, incluindo vários elementos das casas reais europeias, como foi o caso de Duarte Pio de Bragança e Isabel de Herédia de Bragança.

A cerimónia, que começou às 16:00 hora de Lisboa, contou ainda com a presença de chefes de Estado, como o Presidente francês Nicolas Sarkozy, e de várias personalidades do mundo do desporto e da moda, como foi o caso da modelo Naomi Campbell e dos estilistas Karl Lagerfeld e Giorgio Armani.

Na sexta-feira, Alberto II e Charlene do Mónaco já tinham oficializado a união numa cerimónia civil realizada na sala do trono no Palácio Grimaldi.

A cerimónia durou apenas 20 minutos e contou com a presença de familiares e dos amigos mais próximos do casal.


Opinião


Multimédia

Quase ninguém ficou em casa

Foi num 25 de Abril como o deste sábado, mas há 40 anos e numa liberdade então recentemente tomada: a 25 de Abril de 1975, Portugal testemunhou as primeiras eleições livres e universais após quase meio século de ditadura. Estas são as histórias, os retratos, os apelos e as memórias de um tempo que mudou o rosto do país.

Edwin. O rapaz que aprendeu a sonhar

O que Edwin sabia sobre a vida era sobreviver. Na cabeça dele não cabiam sonhos e os dias eram passados à procura de comida para ele e para a mãe e para o irmão. A fome espreitava nos cantos da barraca de palha no Quénia e ele escondia-se dela como podia - chupar as pedras era uma forma de a enganar. Mas a sorte dele mudou porque alguém viu nele outra coisa. E tudo começou numa dança. Agora, os mesmos dedos que agarravam as pedras tocam hoje teclas de um piano Bechstein. E os pés dele já não estão nus mas calçados. Com chuteiras. Primeiro no Benfica, agora no Estoril, o miúdo de 15 anos que fala como gente grande descobriu que tinha um sonho: ser futebolista. Como Drogba.

26 mil esferográficas, 14 mil urnas e 760 quilos de lacre. Os números de uma eleição histórica

Mais de mil caixas de lacre foram usadas pelas secções de voto que por todo o país, no dia 25 de abril de 1975, recolheram os boletins de milhões de eleitores. O Expresso percorreu os quatro mapas de despesas das eleições para a Assembleia Constituinte, elaborados pelo STAP, para saber quanto dinheiro esteve envolvido, onde e como foi gasto. Cada valor em escudos foi convertido para euros a preços correntes, tendo em conta a inflação. 

Todas as ilhas têm a sua nuvem

Raul Brandão chamou-lhe 'A Ilha Branca'. Como viajante digo que tem um verde diferente das outras oito que com ela formam o arquipélago dos Açores. É tenra, mansa, repousante e simultaneamente desafiante. Esconde segredos como a lenda da Maria Encantada e um vulcão florestado a meio do século passado que nos transporta para uma dimensão sulfurosa e mágica. Obrigatória para projetos de férias de natureza.

Em três quartos de hora não se esquece só a idade. "Esquece-se o mundo"

Maria do Céu dá três voltas ao lar sempre que pode. Edviges vai a todos os velórios, faz hidroginástica e sopas de letras. António dá um apoio na Igreja e nos escuteiros. Tudo é uma ajuda para passar os dias quando se tornam todos iguais. No Pinhal Interior Sul, a região mais envelhecida da União Europeia, quase um terço da população tem mais de 65 anos. Os mais velhos ficaram, os mais novos partiram.

Profissão: Sniper

O Expresso foi ver como são selecionados, que armas usam, para que missões estão preparados os snipers da Força de Operações Especiais do Exército. São uma elite dentro da elite. Um pelotão restrito. Anónimo. Treinam diariamente com um único objetivo: eliminar um alvo à primeira, mesmo que esteja a centenas de metros. Humano ou material. Sem dramas morais, dizem.

Xarém com conquilhas

Especialista em pratos de confeção acessível, com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, Tiger escolheu a gastronomia como forma de estar na vida. Veja, confecione, desfrute e impressione com esta nova receita.

O que se passa dentro da cabeça dele

O que leva um tipo a quem iam amputando uma perna a regressar ao sítio onde os ossos se desfizeram, uma e outra vez, e testar os limites do seu corpo? Resposta: a busca pelo salto perfeito, que ele diz existir dentro dele e que ele encontrará mais dia menos dia. É a fé e a confiança que o movem e o levam a pular para lá do que é exigido a um campeão olímpico e mundial que não tem mais nada a provar a ninguém - a não ser a ele próprio. Este é um trabalho que publicámos em agosto de 2014, quando o saltador se preparava para os Europeus e falava das metas que tinha traçado para 2015 e 2016: mostrar que não estava acabado. Sete meses depois, provou-o no Europeu de pista coberta em Praga, onde venceu este fim de semana.

Amadeu, que aprendeu o mundo no campo e tinha o coração na ponta dos dedos

Em Portugal, a dedicação à língua mirandesa tem nome próprio: Amadeu Ferreira, o jurista da CMVM que - quando todos diziam que "era uma loucura impossível" - arranjou tempo para traduzir "Os Lusíadas", a "Mensagem", os quatro Evangelhos da Bíblia e ainda duas aventuras do Asterix para uma língua que pertence a um cantinho do nordeste português e é falada por menos de 15 mil pessoas. No final de 2014 deu ao Expresso aquela que viria a ser a sua última entrevista. Morreu no passado domingo e esta quinta-feira foi lançada a sua biografia, "O fio das lembranças", com quase 800 páginas.

Temos 16 imagens que não explicam o mundo, mas que ajudam a compreendê-lo

O júri do World Press Photo queria dar o prémio maior da edição deste ano (e talvez das edição todas) a uma fotografia com "potencial para se tornar icónica". A primeira imagem desta fotogaleria, por ser "esteticamente poderosa" e "revelar humanidade", é o que o júri procurava. A fotografia de um casal homossexual russo, a grande vencedora, é a primeira de 16 imagens de uma seleção onde há Messi desolado, migrantes em condições indignas no Mediterrâneo, a aflição do ébola, mistérios afins e etc - são os contrastes do mundo.

Vamos falar de sexo. Seis portugueses revelam tudo o que lhes dá prazer na cama

Neste primeiro episódio de uma série que vai durar sete semanas, seis entrevistados falam abertamente sobre aquilo que lhes dá mais satisfação na intimidade. Sexo em grupo, sexo na gravidez, prazer sem orgasmo e melhor sexo após a menopausa são alguns dos temas referidos nos testemunhos desta semana. O psiquiatra Francisco Allen Gomes explica ainda a razão de muitas mulheres fingirem o orgasmo. O Expresso e a SIC falaram com 33 portugueses que deram a cara e o testemunho de como são na cama. Ao longo das próximas sete semanas, contamos-lhe tudo.

Elvis. Gostamos ou não gostamos?

Ele não é consensual, mas é incontornável. Dispunha de penteado majestoso e patilha marota, aparentava olhar matador e pose atrevida. E deixou canções: umas fáceis e outras nem tanto, por vezes previsíveis e às vezes inesperadas, ora gentis ora aceleradas. E ele, Elvis, nasceu em janeiro de 1934 - há precisamente 40 anos, ao oitavo dia. Temos quatro textos sobre o artista: Nicolau Santos, Rui Gustavo, Nicolau Pais e João Cândido da Silva explicam o que apreciam, o que toleram e o que não suportam.

A última viagem do navio indesejado

Construído nos Estaleiros de Viana e pensado para fazer a ligação entre ilhas nos Açores, o Atlântida foi recusado pelo Governo Regional por alegadamente não atingir a velocidade pretendida. Contando com os custos associados à dissolução do contrato, o prejuízo ascendeu a 70 milhões de euros. Foi agora comprado a "preço de saldo", para mudar de nome e ser reconvertido num cruzeiro na Amazónia. Fizemos a última viagem do Atlântida e vamos mostrar-lhe os segredos do navio.

Desfile de vedetas

Saiba tudo sobre os modelos concorrentes ao Carro do Ano 2015/Troféu Essilor Volante de Cristal. Conheça o essencial sobre os 20 automóveis participantes nesta iniciativa, da estética, às características técnicas, do preço ao consumo. A apresentação ficará completa no dia 3 de janeiro.


Comentários 23 Comentar
ordenar por:
mais votados
E viva o parasitismo
A sobrevivência da monarquia, intriga-me.
Num cenário algo complicado como aquele que vivemos, como poderá haver fulanos que nada, mas absolutamente nada, acrescentam à sociedade e são endeusados como se de heróis se tratasse ?
Não produzem nada, vivem num clima de ostentação e luxúria que até arrepia, são mediatizados normalmente pelas piores razões (elas são umas vacas da pior espécie e eles uns playboys descarados) e todo este ócio é suportado pelo pacóvio do povo que os idolatra e fica fascinado quando os vê e ouve...
Talvez isto ajude muito a perceber o sucesso das revistas côr de rosa. Quiçá a psicologia expique isto com o lado fantasioso que uns mais que outros, alimentam desde praticamente que nasceram e ouviam estórias de encantar de príncipes e princesas, reis e rainhas.
Compreendo e aceito o racional da existência da monarquia até sensivelmente ao século XIX, quando a soberania e o espaço das nações eram conquistados à força da espada.
Mas agora ? Em pleno século XXI ? Como pode haver gente que acha piada e até sustenta este parasitismo ?
Que me perdoem os manárquicos. Se me puderem explicar suscintamente a utilidade desta instituição, agradeço muito sinceramente e sem ponta de ironia.
Re: E viva o parasitismo
Re: E viva o parasitismo
Re: E viva o parasitismo
Re: E viva o parasitismo
Re: E viva o parasitismo
Re: E viva o parasitismo
Aparências nada mais.
Tudo isto não passa de "APARÊNCIAS"com fatos muito bonitos por fora, a tapar vidas cheias de vigarices,traições,mentiras,escandalos, e por aí fora.............. nada que valha a pena copiar como exemplo.
É tudo uma questão de ... escala, perspectiva ...
Re: Aparências nada mais.
Re: Aparências nada mais.
Re: Aparências nada mais.
Não fosse o Adolf Hitler
ter apostado no principado de Mônaco para lavar dinheiro, que seria do pai dele e até do Alberto 2, para não falar das "bem comportadas" das irmãs?
Não passavam de uns pelintras.
Re: Não fosse o Adolf Hitler
Re: Não fosse o Adolf Hitler
Re: Não fosse o Adolf Hitler
Rapto
Então e os activistas do direito das mulheres e outros que tais, aonde estão? Saíu em toda a imprensa que a noiva desistiu do casamento, ia apanhar o avião para o seu país natal e foi forçada pelos gorilas do príncipe do Mónaco a mudar de ideias, tendo-se, portanto, casado á força.
Esses activistas não funcionam com os poderosos?
Re: Rapto
Re: Rapto
Re: Rapto
O Sr. dos Passos, (vulgo alforreca)
O Sr. dos Passos, (vulgo alforreca) serviu-se da crise internacional para atacar o governo legítimo de José Sócrates, para o derrubar e com a ajuda prestimosa da comunicação social e sua excelência o P.R. chegar ao poder.
Tudo o que Sócrates dizia era mentira. Tudo o que Sócrates fazia era incompetente, corrupto, soez, arrogante e estúpido. Tudo o que Passos Coelho Alforreca diz é verdade. Tudo o que Passos Coelho Alforreca faz é competente, radical, arrojado e imprescindível.
 
A crise internacional era uma desculpa de Sócrates. A crise internacional é uma nuvem que paira sobre o governo de Passos Coelho Alforreca. O aumento dos impostos e a redução dos ordenados foram um roubo inaceitável perpetrado por Sócrates. O aumento dos impostos e a redução dos ordenados é uma medida patriótica de Passos Coelho Alforreca.
 
A mentira tem uma face, é a de Sócrates.
 
A verdade tem uma face, é a de Passos Coelho Alforreca.
O preço, os portugueses já vão começar a pagar com 50% de desconto no 13.º mês e não só!
Para muitos é bem feito, porque não param para pensar e acreditam em todas as alforrecas que lhes aparecem, para os outros é a sina de viverem num país onde uma grande parte dos seus habitantes prima pela xico espertice, pelo espezinhamento e amesquinhamento dos outros, pouco ou nada se importando com a sua sobrevivência. ...
Re: O Sr. dos Passos, (vulgo alforreca)
Lá,
como cá, e em muitos países por este desgraçado mundo fora, parasitas como estes há-os aos montes. Mas também há daqueles que estando na assistência, lá em directo, almejam um dia estar fazendo aquele papel. De Portugal foi um, que na fase actual que vivemos já veio dizer que um Rei não deixaria as coisas atingirem a nossa actual situação. Claro, para quem estiver desatento até que é possível dar crédito a essas palavras ainda que episodicamente. Todavia, quem nunca se esqueceu de estar actualizado saberá comparar as palavras ditas por tão distinta figura com o que se passou na fase final da Monarquia.
Comentários 23 Comentar

Últimas

Receba a nova Newsletter
Ver Exemplo

Pub