Português nega ser o carrasco no vídeo do Estado Islâmico

Anterior
RTP: incúria seguida de desistência
Seguinte
O rating e as cambalhotas de Cavaco
Página Inicial   >  Blogues  >  Antes pelo contrário  >   Afinal os mercados não são amigos dos nossos aspirantes a liberais

Afinal os mercados não são amigos dos nossos aspirantes a liberais

|

Os nossos aspirantes a liberais passaram os últimos anos a desenvolver uma teoria complexa de uma enorme profundidade ideológica: as coisas são como são. E pronto, é isto. Os mercados são como são. E sendo como são, só lhes devemos estar agradecidos por serem assim mesmo. São eles que nos emprestam dinheiro. E, como explicou o nosso Presidente, que é, ele próprio, como é, não devemos aborrecer os mercados. Porque se os mercados são como são, se ficarem aborrecidos são muito piores. E da mesma forma que os mercados são como são, as agências de rating, está visto, limitam-se a ser as mensageiras da realidade. Ela própria indiscutível, por ser como é.

Os nossos aspirantes a liberais sorriem quando falamos de especulação e ataques ao euro. "Ui, que malandros são os especuladores!", dizem com ar trocista. Os nossos aspirantes a liberais desprezam quem diz que as agências de rating se dedicam ao tráfico de influências que vai destruindo economias. "Sim, matem o mensageiro em vez de tratar da doença!", acusam. As agências só fazem o diagnóstico, acreditam eles.

Os nossos aspirantes a liberais chegaram ao governo. Apresentaram um plano de privatizações muito catita. Disseram que iam mais longe do que já era muito distante. E os especuladores, que são como são, nem quiseram saber. E os traficantes de ratings, que são como são, estão-se nas tintas. Ao contrário do que nos diziam os nossos aspirantes a liberais, o problema não era a credibilidade de quem fazia as propostas. Ao contrário do que sinceramente pareciam acreditar, o problema nem eram as propostas. O problema é que no casino a casa ganha sempre. E ou se põe fim ao jogo ou se sai de lá depenado. Quem acredita que a solução está em Portugal pode começar a preparar a falência e a saída do euro. Quem ainda não percebeu que a especulação também ganha com a nossa falência vive noutro tempo, quando o jogo era bem mais simples. Também se aposta na desgraça alheia. E os que estão a atacar o euro não esperam de nós soluções. Esperam apenas que nos verguemos. Com Sócrates, Passos Coelho ou outro qualquer. Eles querem lá saber...

A classificação da Moody's é um escândalo? É injustificada? É pouco fundamentada? Mas alguma vez foi séria, justificada ou fundamentada? Será que ainda ninguém percebeu a que se dedicam estas instituições? Para quem trabalham e como ganham a vida? O mais perturbante nos nossos aspirantes a liberais não são as suas "soluções". É mesmo a sua candura.


Opinião


Multimédia

Desaparecidos para sempre no Mar do Norte

O dia 15 de novembro já foi feriado, há 90 anos. A razão foi o desaparecimento de Sacadura Cabral algures no Mar do Norte. Depois de fazer mais de oito mil quilómetros de Lisboa ao Rio de Janeiro, o aviador pioneiro não conseguiu completar o voo entre a cidade holandesa de Amesterdão e a capital portuguesa. Ainda hoje, não se sabe o que aconteceu ao companheiro de Gago Coutinho e tio-avô de Paulo Portas, a quem o Expresso pediu um sms.

Os muros do mundo

Novembro relembrou-nos os muros que caem, mas também os que permanecem e os que se expandem. Berlim aproximou-se de si própria há 25 anos, mas há muros que continuam a desaproximar. Esta é a história de sete deles - diferentes, imprevisíveis, estranhos.

Tudo o que precisa de saber sobre o ébola. Em dois minutos

Porque é que este está a ser o pior surto da história? Como é que os primeiros sintomas se confundem com os de outras doenças? É possível viajar depois de ter contraído o vírus, sem transmitir a doença? E estamos ou não perto de ter uma vacina? O Expresso procurou as respostas a estas e outras dúvidas sobre o ébola.

A última viagem do navio indesejado

Construído nos Estaleiros de Viana e pensado para fazer a ligação entre ilhas nos Açores, o Atlântida foi recusado pelo Governo Regional por alegadamente não atingir a velocidade pretendida. Contando com os custos associados à dissolução do contrato, o prejuízo ascendeu a 70 milhões de euros. Foi agora comprado a "preço de saldo", para mudar de nome e ser reconvertido num cruzeiro na Amazónia. Fizemos a última viagem do Atlântida e vamos mostrar-lhe os segredos do navio.

O papa-medalhas que veio do espaço

O atleta português mais medalhado de sempre, Francisco Vicente, regressou dos campeonatos europeus de veteranos, na Turquia, com novas lembranças ao pescoço. Três de ouro e duas de prata para juntar à coleção. Tem 81 medalhas, uma por cada ano de vida.

Terror religioso está a aumentar

Relatório sobre a Liberdade Religiosa é divulgado esta terça-feira em todo o mundo. Dos 196 países analisados, só em 80 não há indícios de perseguições motivadas pela fé.

Vai pagar mais ou menos IRS? Veja as simulações

Reforma do imposto protege quem tem dependentes a cargo, mas pode penalizar os restantes contribuintes. Função pública e pensionistas vão ter mais dinheiro disponível. Veja simulações para vários casos.

Tem três minutinhos? Vamos explicar-lhe o que muda no orçamento de 350 mil portugueses (e no de muitas empresas)

O novo salário mínimo entrou em vigor. São mais €20 brutos para cerca de 350 mil portugueses (números do Ministério da Segurança Social, porque os sindicatos falam em 500 mil trabalhadores). Mudou o valor, mas também os descontos que as empresas fazem para a Segurança Social. Porque se trata de uma medida que afeta a vida de muitos portugueses, queremos explicar o que se perde e o que se ganha, o que se altera e o que se mantém.

Music fighter: temos Marco Paulo e Bruno Nogueira numa batalha épica

Está preparado para um dos encontros mais improváveis na história da música portuguesa? O humorista Bruno Nogueira e a cantora Manuela Azevedo, dos Clã, pegaram em várias músicas consideradas "pimba" - daquelas que ninguém admite ouvir mas que, no fundo, todos vão dançar assim que começam a tocar - e deram-lhe novos arranjos, num projeto que chegou aos coliseus de Lisboa e do Porto.  "Ninguém, ninguém", de Marco Paulo, tem possivelmente a introdução mais acelerada e frenética do panorama musical português. Mas, no frente-a-frente, quem é o mais rápido? Vai um tira-teimas à antiga?

Dez verdades assustadoras sobre filmes de terror

Este vídeo é como o monstro de "Frankenstein": ganhou vida graças à colagem de partes de alguns dos filmes mais aterrorizantes de sempre. Com uma ratazana mutante e os organizadores do festival de cinema de terror MotelX pelo meio. O Expresso foi à procura das razões que explicam o fascínio pelo terror, com muito sangue (feito de corante alimentar) à mistura. 

A paixão do vinil

Se para muitos o vinil é apenas uma moda que faz parte da cultura do revivalismo vintage, para outros ver o disco girar nunca deixou de ser algo habitual.

Portugal foi herdado, comprado ou conquistado?

Era agosto em Lisboa e, às portas de Alcântara, milhares de homens lutavam por dois reis, participando numa batalha decisiva para os espanhóis e ainda hoje maldita. Aconteceu em agosto de 1580. Mais de 400 anos depois, o Expresso deu-lhe vida, fazendo uma reconstituição do confronto através do recorte e animação digital de uma gravura anónima da época.

O Maradona dos bancos centrais

Dizer que Mario Draghi está a ser uma espécie de Maradona dos bancos centrais pode parecer estranho. Mas não é exagerado. Os jornalistas João Silvestre e Jorge Nascimento Rodrigues explicaram porquê num conjunto de artigos publicado no Expresso em Novembro de 2013 e que venceu em junho deste ano o prémio de jornalismo económico do Santander e da Universidade Nova. O trabalho observa ainda o desempenho de Ben Bernanke no combate à crise, revisita a situação em Portugal e arrisca um ranking dos 25 principais governadores de bancos centrais. Republicamos os artigos num formato especial desenvolvido para a web.

Com Deus na alma e o diabo no corpo

Quem os vê de fora pode pensar que estão possuídos. Eles preferem sublinhar o lado espiritual e terapêutico desta dança - chamam-lhe "krump" e nasceu nos bairros pobres dos Estados Unidos. De Los Angeles para Chelas, em Lisboa, já ajudou a tirar jovens do crime. Ligue o som bem alto e entre com o Expresso no bairro. E faça o teste: veja se consegue ficar quieto.

O Cabo da Roca depois da tragédia que matou casal polaco

Os turistas portugueses e estrangeiros que visitam o Cabo da Roca, em Sintra, continuam a desafiar a vida nas falésias, mesmo depois da tragédia que resultou na morte de um casal polaco, cujos filhos menores estavam também no local. Durante a visita do Expresso, um segurança tentou alertar os turistas para o perigo e refere a morte do casal polaco. O apelo não teve grande efeito. Veja as imagens.

Ó Capitão! meu Capitão! ergue-te e ouve os sinos

Ele foi a nossa ama... desajeitada. Ele foi o professor que nos inspirou no liceu. Ele trouxe alegria, mesmo nas alturas mais difíceis. Ele indicou-nos o caminho na faculdade. Ele ensinou-nos a manter a postura, mas também a quebrar preconceitos. Ele ensinou-nos que a vida é para ser aproveitada a cada instante. Ó capitão, meu capitão, crescemos contigo e vamos ter de envelhecer sem ti. 


Comentários 42 Comentar
ordenar por:
mais votados
Agências
Em todo este assunto, há algo que escapa à compreensão do cidadão médio. Como é possível o BCE, todas as estruturas económicas da Europa, com as suas centenas ou milhares de economistas, prescindir da sua capacidade de análise de riscos e pagar a agências americanas, com interesses próprios, para fazer essa análise
Essas agências gerem fundos, cujos rendimentos variam consoante as classificações várias, pelo que a manipulação de dados é bastante provável.
Não parece admissível pôr o equilíbrio financeiro da Europa nas mãos de essa gente, que deveria merecer pouco crédito e até desconfiança, atendendo às lutas pela predominância de moedas entre euro e dolar.
Para quem está de fora, isto parece tão evidente, que o melhor termo para definir o sentimento é pura estupefacção .
Um mistério insondável.................
Re: Agências
Re: Agências
Re: Agências
Agências da má-língua?
Será? Ou não acreditam nem no programa deste governo nem na sua capacidade para implementar uma estratégia de desenvolvimento?
Sócrates,seis anos e a bancarrota
A verdade nua e crua é esta: Portugal teve um governo socialista de Sócrates,seis anos:acabou na berma da bancarrota.Ora não vai ser da noite para o dia que as coisas se endireitam, os vícios da administração se corrigem e os resultados aparecem.
Milagres não há,mas as eleições de 5 de Junho, a derrota do PS e do Bloco, foram um passo decisivo para inverter a descida ao abismo.
Agora,mãos à obra: Passos Coelho e o seu Governo estão a dar o exemplo, a começar pelos cortes nos seus gabinetes,no fim de utilização de cartões de crédito,carros oficiais em serviços privados e muitas outras coisas que virão a seguir.
Ao trabalho, a começar pelos politicos profissionais.
A hora não é de "palanque",holofotes e jantaradas oficiais à Sócrates.
A hora é de luta,de muita luta.
Re: Sócrates,seis anos e a bancarrota
Re: Sócrates,seis anos e a bancarrota
O Tribunal julgará Sócrates
Re: Sócrates,seis anos e a bancarrota
Traficantes de rating
A minha opinião, de um mero não-economista, é um pouco diferente da vigente. A Moody's não acredita que vamos pagar a dívida toda e toda a gente sabe disso. É só fazer contas.

78 mil milhões não chega a metade da totalidade da nossa dívida externa. Ainda por cima vamos pagá-los a 5,5% -- ou seja, mais uns 10 mil milhões (no mínimo).
O plano é que após pagarmos o empréstimo ao FEEF/FMI voltemos aos omni-potentes mercados para continuarmos a pagar dívidas... endividando-nos.
Mas alguém acha que isso vai dar certo?? Para isso acontecer só vejo duas hipóteses:
- Ou a economia cresce uns 6% ao ano;
- Ou atira-se 60% da população para a pobreza.
Ora nós somos mansos, mas com fome somos como os outros -- partimos tudo!

Obviamente as agências de rating são agentes ao serviço ou do caos, ou de interesses financeiros! Senão como justificar que há poucos meses estava tudo mais ou menos e que estamos no caixote do lixo? O que mudou na economia?

E o que dizer dos palhaços do BCE?? Dizem que vão deixar de ter em conta o rating SÓ da dívida portuguesa... E das outras? Somos especiais? Andam a brincar, ou quê???
Traficantes de empréstimos....
Re: Traficantes de empréstimos....
Re: Afinal os mercados não são amigos dos nossos a
Repito: não votei Sócrates/PS nem em 2005, nem em 2009, nem em 2011. Acho que em múltiplas matérias Sócrates foi objectivamente um mau PM. Os portugueses não têm motivos para se orgulhar especialmente da resenha do seu consulado. Há, agora, uma gigantesca onda de indignação. A nossa direita, sempre a correr atrás não se sabe bem de quê, está muito indignada com as agências de rating. Descobriu agora que é indigno e pusilânime rotularem-nos de lixo logo agora, por sinal, que temos um governo ultra-radical liberal. Só que já desde 2009 que a banca, aliás, as rating, vem sucessivamente notando o nosso país e as nossas empresas negativamente. Com base em quê? Em documentos? Na análise profunda das contas do Estado? De estudos exaustivos sobre os indicadores da economia deste país? Não! Com base no facto do Estado anunciar que vai aos mercados financiar-se. Esta onda generalizada de indignação tresanda a hipocrisia. Parece que o dia 5/6/2011 foi o botão 'start' que modificou a outrora profissão de fé nos 'mercados' rumo a um sentimento nacional de indignação. As coisas vão continuar assim, até ao dia em que os indignados percebam (vai tardando...) que o problema só se resolve quando o poder político puser um ponto final nesta subserviência que tem vindo a votar ao poder financeiro.
Afinal os mercados não ligam aos liberais
E foi assim que muita donzela se perdeu em tempos que já lá vão. De boas intenções está o Inferno cheio e de promessas o Céu vazio. Não digo que foi por tal fato só que a direita em Portugal ganhou as eleições e a esquerda as perdeu. Pelo fato de haver uma esquerda maioritária serviu para muito pouco. A vitoria da esquerda sobre o aborto e os casamentos gay, não foram suficientes para evitar uma estrondosa derrota. A questão é que andaram entretidos com os entretantos e esqueceram os finalmentos. Como diria o outro:-Só se preocuparam com os pentelhos. Para aqueles que acreditaram nas palavras de Cavaco e da direita que caso ganhassem as eleições só por si os mercados acalmavam e os juros baixavam, devem estar profundamente desiludidos. A final a culpa não era de Sócrates, mas de todos que nos pusemos a jeito, mas também da União e muita culpa das agências com interesses na especulação. Deixo dois vídeos que diz muito do que se passa.

http://www.youtube.com/wa...

http://www.youtube.com/wa...

Moody’s, PCP e BE, separados à nascença
A coincidência dos pontos de vista o confirmam: “Portugal não tem condições para pagar a dívida”.

Será a Moody’s de esquerda? Estarão todos combinados? Com que fins obscuros?

Brincadeira aparte, vejo com preocupação este ressurgir de “patriotismo” com aroma Salazarento. Apontado o novo inimigo, eis que todos se lançam ao ataque. Isto, até ao inimigo que se seguir.

Esta campanha é para efeitos internos: “para não desmoralizarmos” – Como sempre resisti a ser menorizado (e não é agora em velho), não alinho na “teatrocracia” do politicamente correcto. Não quero ser moralizado com o mascarar da realidade. Quero ser moralizado pelas acções, pelos factos.

Se o governo mantiver a determinação de eliminar o garrote que nos asfixia, sinto a moral em cima para aguentar o que for preciso.

Quando do chumbo do PEC4, perante a reacção das agências de rating, desde Sócrates à turba de seguidores clamaram contra a coligação-negativa (inimigo da altura) pela atitude anti-patriótica. E deram como justificação, a baixa (merecida, na opinião deles) no ranking.

Nessa altura, não foi desenvolvida qualquer teoria da conspiração, sobre as referidas agências. Curioso.

Sabemos que o empréstimo não chega. Sabemos que se cumprirmos, teremos a força política para exigir o seu reforço ou a renegociação. Até lá, é fazer o que for preciso.

Talvez seja de agradecer à Moody’s, a tomada de posição do BCE

Valha-nos isso

PS. O artigo de DO não merece comentários
DO
São capazes de ser mais amigos do BE, porreiro pá!
Aguentem-se enquanto podem...

O dinheiro e a ganância da sua posse criaram o monstro dentro do capitalismo liberal. Há muito que o seu controlo foge aos detentores do poder político que o alimentaram.
É preciso partir e dar de novo!
Sem medos do escuro nem tibiezas face aos adamastores...
Uma nova Ordem Económica Mundial é necessária, sob pena de acabar tudo à míngua!
Mas quem não é liberal?
Dani, até tu és liberal.... o que fazes a todo o capital recebido? Oferece-os?
Lixo ou semi-lixo ?!
Eu não sei se a avaliação esta correcta ou não. Só o senhor DO, os nossos competentes políticos profissionais e as donas de casa reformadas é que são especialistas na matéria.
A excessiva importancia dada a esta materia tem várias causas que variam conforme o expectro partidario, desde os que procuram bodes expiatórios para a sua incompetencia e irresponsabilidade enquanto governos até à esquerda mais radical que sem qualquer projecto alternativo procura agarrar-se a qualquer coisa que seja susceptível de criar alguma coesao, mantendo acesa a chama ...
O que parece ser verdade indiscutível é que Portugal não demonstra neste momento capacidade para cumprir o pagamento das suas dividas e é essa a questão essencial. Se isto é lixo, semi-lixo ou apenas uma situação dramática é quase indiferente e não foram as agencias que nos levaram a esta situação.
Há que demonstrar que esta agencia não tem credibilidade com uma condução seria da politica e falando verdade.
Gostava que o DO nos oferecesse a sua alternativa económica e de organização do Estado, obviamente sem recurso a esses agiotas dos mercados, sem banca privada, auto suficientes e independentes, enfim a revolução há muito sonhada pela corrente politica que conflui no BE e que nunca teve coragem para dar um exemplo do tipo de sociedade que defende. Será Cuba esse modelo ? Pelo menos não estão sujeitos as avaliaçoes das agencias e não fora o embargo viveriam melhor do que na Suiça, evidentemente !
Caro Daniel Oliveira
Retratei o jogo dos mercados e a situação a que estes remeteram Portugal e a Grécia aqui:

http://arruadas.blogspot....

Saudações
Misturada
Que grande misturada que o sr. DO faz! Confunde tudo: os mercados com as agências, estas com os liberais, estes com ambos, soluções com situações. Até, imagine-se, os ultra-liberais, são agora só "aspirantes a liberais". Oh homem, decida-se!
Re: Misturada
Re: Misturada
A sério ...
Poque que é que não se aproveita um dos Institutos Publicos e se converte em agencia internacional de rating ?
Publica-se um rating AA++ para a Republica Portuguesa (das bananas) e Bancos Portugueses e ficam os nossos problemas resolvidos !
Depois é só aumentar o numero de camaras municipais, novas PPPs, mais deputados e um financiamento dos partidos como deve ser ! Ah e assim sendo em vez de privatizar até já podiam re-nacionalizar-se algumas empresas para garantir o adequado controlo das areas estrategicas da economia. E já agora fazer uns referendos para aumentar o numero de feriados e promover uma legislação laboral que proteja verdadeiramente o trabalhador (trabalhe ou não).
O que é que acham ?
Re: A sério ...
Os "mercados" não são amigos de ninguém
Estamos perante um terrorismo economico praticado pelas agencias de rating.A politica é acessória, um mero instrumento dos interesses desses grupos.Esta "guerra" está muito acima destas lutas que o Daniel insiste em estimular contra Passos.. Deixemos o homem governar. ´.DO devia tirar as palas que tem e que o impedem de analisar os assuntos com lucidez . pq neste momento essas lutas partidárias são um obstáculo à recuperação do nosso país.
Guerras
Re: Só Agora?
Comentários 42 Comentar

Últimas


Edição Diária 17.Abr.2014

Leia no seu telemóvel, tablet e computador

PUBLICIDADE

Pub