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Afegã mutilada já tem novo nariz

Aisha, afegã mutilada pelo marido que foi capa da "Time", exibiu novo rosto na Califórnia ao receber o Enduring Heart Award da Grossman Burn Foudation, que financiou a reconstrução facial. (Veja no final do texto vídeos colocados no YouTube)

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Aisha, antes e depois da reconstrução facial

"Bibi" Aisha voltou a sorrir. A mulher que foi capa da polémica edição da revista "Time", em agosto, acompanhada da manchete " What happens if we leave Afghanistan" (O que acontece se deixarmos o Afeganistão), já tem um novo nariz. A prótese foi exibida há poucos dias, durante a entrega do Enduring Heart Award, na Califórnia.

O prémio, concedido pela fundação norte-americana Grossman Burn , financiou a reconstrução facial. Aisha, que teve o nariz e as orelhas cortadas pelo marido, como punição por ter fugido de casa, foi abandonada depois de mutilada, tendo conseguido escapar à morte após ser socorrida no hospital militar norte-americano, no Afeganistão. 

Distinção pela coragem e bondade


A afegã, que se casou ainda adolescente, saiu da sua casa no Afeganistão por já não suportar mais a violência doméstica de que era alvo, tendo o castigo sido aplicado pelo marido com a aprovação de um comandante talibã. A jovem foi resgatada com vida, ganhando notoriedade a partir do momento em que foi capa da revista norte-americana "Time".

O prémio Enduiring Heart foi entregue pela primeira-dama da Califórnia, Maria Shriver, mulher do governador Arnold Schwarzenegger, que destacou a importância de se "ter amor e um coração forte".

Além do prémio, Aisha teve uma reunião com a ex-primeira-dama americana, Laura Bush, que se tem dedicado à questão da violação dos direitos humanos, em especial das mulheres, no Afeganistão.

O caso serviu de pretexto para uma reportagem sobre a permanência dos EUA no Afeganistão, com enfoque sobre a situação das mulheres que vivem num país sob regime talibã.







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Comentários 24 Comentar
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Gesto nobre
De quem se preocupa em dar uma vida digna ao seu semelhante.
NO PAÍS DA INIQUIDADE
No país onde as mulheres são apedrejadas, restam-nos poucas palavras diante do horror consumado no interior de uma família com a aprovação “legal”de um comandante talibã.

Tantas outras q apesar de tudo não tiveram a “sorte” de Bibi.

Qual é o lugar da mulher neste país de iniquidades?

A “humanidade” ausentou-se de todos esses palcos de barbárie. A “razão”entrou em falência.

Até quando mulheres espancadas, humilhadas, rejeitadas até pela morte, coleccionam tudo o q não têm – e o q é pior – nem se revoltam?
Re: NO PAÍS DA INIQUIDADE
Re: NO PAÍS DA INIQUIDADE
Re: NO PAÍS DA INIQUIDADE
A lengalenga do habitual, enorme bocejo...
Re: A lengalenga do habitual, enorme bocejo...
Bocejo ^2
Re: Bocejo ^2
Re: Bocejo ^2
Re: A lengalenga do habitual, enorme bocejo...
estes americanos
aproveitam tudo para fazer politica
Re: estes americanos
Re: estes americanos
Mundo cão
E a mafiosa Família Vaticano continua a tratar a mulher como ser inferior sem que ninguém tenha coragem para denunciar tão grave atentado à dignidade humana!
Re: Mundo cão
Re: Mundo cão
Re: Mundo cão
Re: Mundo cão
Re: Mundo cão
Re: Mundo cão
Re: Mundo cão
Re: Mundo cão
Claro
"O que acontece se deixarmos o Afeganistão", com os números de violência doméstica que há em Portugal finalmente percebi o porquê do investimento em equipamento militar.
Comentários 24 Comentar

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