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Adriático de portas abertas ao Oriente

Capitais do comércio com o Oriente na época da República de Veneza, os portos do Adriático uniram-se novamente para desafiarem o monopólio dos seus concorrentes da Europa do Norte.

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Antes da crise, a Ásia ainda era a fábrica do mundo a baixo preço, para onde se deslocalizava a produção para reduzir o custo final. Hoje, basta contar os contentores em circulação para se ter uma ideia de um novo dado da economia mundial: durante o ano passado as trocas entre os Estados Unidos e a União Europeia ascenderam a 5,2 milhões de TEU (unidade de medida para um contentor de 20 pés); entre a UE e a Ásia, 16 milhões; entre os vários países da Ásia, 56 milhões. Números vertiginosos que mostram que o "Extremo Oriente" se tornou o principal mercado dos produtos manufaturados. O boom da Alemanha está, além disso, ligado à penetração nesses mercados, que começou há uma década.

Atualmente, 80% das exportações provenientes do nordeste de Itália têm como destino os países europeus em lenta recuperação e 8% delas vão para os mercados da Europa oriental, oferecendo apenas migalhas aos tigres asiáticos. O futuro do Nordeste, locomotiva industrial da Itália, depende também da sua capacidade de encontrar novos mercados.


Opinião


Multimédia

Cheesecake com manjericão e doce de tomate

Especialista em pratos de confeção acessível, com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, Tiger escolheu a gastronomia como forma de estar na vida. Veja, confecione, desfrute e impressione.

Voámos num F-16

Um piloto da Força Aérea voou com uma câmara GoPro do Expresso e temos imagens inéditas e exclusivas para lhe mostrar num trabalho multimédia.

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Por faróis nunca dantes navegados

São a salvaguarda dos navegantes, a luz que tranquiliza o mar. Há 48 faróis em Portugal continental e nas ilhas. Este é um acontecimento único: todos os faróis e 1830 km de costa disponíveis num mesmo trabalho. Para entendê-los e vê-los, basta navegar neste artigo.

Parecem casulos onde gente hiberna à espera de ver terra

No Porto de Manaus não há barcos, mas autocarros bíblicos que caminham sobre água. Têm vários andares e estão cheios de camas de rede que parecem casulos onde homens, mulheres e crianças aguardam o destino. E há gente a vender o que houver e tiver de ser junto ao Porto. "Como há Copa, tem por aí muito gringo que vem ter com 'nóis'. E então fica mais fácil vender"

O adeus de Lobo Antunes às aulas de medicina

O neurocirurgião deu terça-feira a sua "Última Lição" no auditório do Instituto de Medicina Molecular da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, na véspera de deixar o seu trabalho no serviço nacional de saúde.

Jaguar volta a fabricar desportivo dos anos 60

Até ao verão será fabricado um número limitado de desportivos Jaguar E-Type Lightweight, seguindo todas as especificações originais, incluindo a continuação do número de série das unidades produzidas em 1963.

"Naquela altura estavam continuamente a acontecer primeiras coisas"

Mais do que uma manifestação, o 'primeiro' 1º de Maio é recordado como a grande festa da Revolução dos Cravos, quando o povo saiu às ruas em massa e a união das esquerdas era um sonho possível. "O 1º de Maio seria mais uma primeira coisa, porque naquela altura estavam continuamente a acontecer primeiras coisas." Foi há 40 anos.

Este trabalho não foi visado por qualquer comissão de censura

Aquilo que hoje é uma expressão anacrónica estava em relevo na primeira página do "República", a 25 de Abril de 1974: "Este jornal não foi visado por qualquer comissão de censura". Quarenta anos depois da Revolução, veja os jornais, ouça os sons e compreenda como decorreu o "dia inicial inteiro e limpo", como lhe chamou Sophia. O Expresso falou ainda com cinco gerações de 40 anos e percorreu a "geografia" das Ruas 25 de Abril de todo o país, falando com quem lá mora. Veja a reportagem multimédia.


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Edição Diária 17.Abr.2014

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