23 de abril de 2014 às 13:48
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Adoção: o preconceito decidiu contra o interesse das crianças

Daniel Oliveira (www.expresso.pt)

A legislação portuguesa, depois da aprovação do casamento entre pessoas do mesmo sexo, passou a viver com uma aberração: homossexuais solteiros podem adotar uma criança, heterossexuais sozinhos podem adotar uma criança, um casal de homossexuais não pode adotar uma criança. Não há nenhum argumento racional - mesmo para os que defendem que as crianças precisam sempre de um modelo masculino e feminino - para defender o absurdo legal em vigor. Se uma criança precisa de um pai e de uma mãe (ao ponto de ser preferível ficar institucionalizada se não os tiver), então a adoção por famílias monoparentais teria de deixar de existir.

Portugal transforma-se numa raridade: permite o casamento entre pessoas do mesmo sexo sem permitir a adoção. Só vejo um raciocínio possível: façam lá as vossas porcarias mas não metem crianças ao barulho. Ou, numa versão mais benigna, demasiados deputados aceitam o casamento entre pessoas do mesmo sexo mas têm vergonha da sua posição. Precisaram de garantir uma exceção na lei para que existisse uma qualquer diferença entre casais homossexuais e casais heterossexuais. E as crianças institucionalizadas foram usadas neste expediente político.

Adotar não é um direito. É o superior interesse da criança que deve presidir a todas decisões relacionadas com a adopção. O problema é que, com esta decisão, que não tem qualquer base científica ou coerência jurídica, as crianças ficaram a perder. Repare-se que permitir a adoção, seja por casais heterossexuais, seja por casais homossexuais ou seja por indivíduos isolados, não garante, à partida, que o candidato a adotante consegue adotar. Serão os técnicos a avaliar se estão em condições de o fazer. O que a lei faz é excluir, à partida, por mero preconceito, milhares de candidatos. Muitos deles com excelentes condições emocionais para o fazer. Isto quando há milhares crianças institucionalizadas. O legislador colocou os seus preconceitos à frente do interesse da criança. Foi negligente.

O argumento da estigmatização da criança adotada por casais homossexuais não colhe. Os filhos de pais divorciados viveram, durante muitos anos, esse preconceito. E, se os pais souberam lidar com isso, aí estão saudáveis e felizes. Os filhos de casais racialmente mistos também. Os filhos de homossexuais, que são muitos, ainda o vivem. A ideia de que só pode adotar quem corresponda, perante os preconceitos de uma sociedade, ao casal tradicional (cada vez menos habitual), é absurda. Deve poder adotar quem esteja em condições para educar uma criança, dar-lhe o afeto e a atenção que ela precisa e fazer dela um adulto tão feliz e saudável como a maioria das pessoas. Não há pais perfeitos. E não me parece que orientação sexual dos pais seja um factor especialmente relevante para aferir da funcionalidade ou disfuncionalidade de uma família.

De todos os votos, o mais difícil de explicar foi o do PCP. Ao lado da maioria de direita (e mesmo nela houve votos divergentes) e de uma pequena minoria de deputados do PS, os comunistas deram o pior argumento possível: a sociedade não está preparada para esta decisão. Em português corrente: não estamos preparados para corrermos o risco da impopularidade de uma decisão que até consideramos correta.

O que me interessa saber é se as crianças adotadas e os pais adotantes estão preparados. E se é justo que tantos seres humanos passem os primeiros anos da sua vida em instituições, a que nunca poderão chamar de lar, para satisfazer preconceitos sem qualquer base científica. Cabe aos deputados fazer o que a sua consciência determina. Se se limitassem a ser cataventos e a ir sempre uns passos atrás da sociedade muitas coisas que hoje temos como fundamentais para a dignidade humana não estariam garantidas na lei.

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Adopção
Tenho quatro filhos, dois dos quais adoptados quando já tinham 7 e 8 anos. Estivemos três anos à espera de crianças adoptáveis, apesar de não fazermos restrição de idade ou etnia. Nenhuma criança está institucionalizada por não haver pais adoptivos potenciais em número suficiente. É por isso de longe preferível inserir essas crianças em lares onde a sua inserção social não esteja em risco. A insistência de alguns homossexuais em adoptar tem na sua origem uma intenção ideológica e a vontade de antagonizar uma sociedade que continua a não os aceitar bem. Só que as crianças não podem ser instrumentalizadas nestas guerras. E, tanto quanto saiba, nada impede homossexuais de acolherem crianças, desde que não insistam em adoptá-las. Se a questão é a de afectos, há outras alternativas que não passam pela adopção. Mas, infelizmente, o que se quere é marcar pontos contra preconceitos anti-homossexuais, não é promover o bem-estar de crianças institucionalizadas.
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Como parece estar esquecido do que escreve... Ver comentário
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As certezas do Zé Ver comentário
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QUE GRANDE LENÇOL DE PSEUDO-JUSTIFICAÇÕES. Ver comentário
CARO, ISTO NÃO É A PAREDE DE UMA WC Ver comentário
ERRATA Ver comentário
DO WC são as sua teorias científicas ... Ver comentário
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Vai trabalhar MULA... depois vem aqui asnear, só Ver comentário
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Assim é que é ... fora da hora de expediente. Ver comentário
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Pô...a estou com remorsos ...este gajo crashou... Ver comentário
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Vai chamar fachista ao teu umbigo torto. Ver comentário
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M.G.D.A... METER GAYS DENTRO DO ARMÁRIO. Ver comentário
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Argumentação
Pode ser que essa excepção, não esteja em harmonia com as restantes leis sobre uniões e adopções.
No entanto, não me parece tão simples e tão claro resolver o assunto, autorizando toda a gente e em todas as circunstâncias a adoptar uma criança.

Tenho uma visão muito conservadora sobre o assunto: Nos mamíferos, o pai é sempre putativo e corresponde à fêmea o acompanhamento da cria. Não é por acaso que, que alguns povos fazem a sucessão dos chefes por sobrinhos, filhos de irmãs.É assim na natureza, sou contra machos a darem banho às filhas e filhos e limpar-lhes o rabo, só em situações de emergência. São tarefas femininas.

Na sequência do modo como penso, se tivesse alguma influência na feitura de leis, proporia adopção só para casais homem/mulher e , excepcionalmente, mulher só.

Considero impróprio para o crescimento de uma criança um lar homosexual. Fica sem a noção da diferença dos sexos, da função reprodutora e ficará confuso,certamente. Tenderá a pensar que o normal é aquilo que vê em casa.......
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Usar a "Natureza" para tudo e mais alguma coisa Ver comentário
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O superior interesse das crianças em 1º lugar
A adopção de crianças em geral é um assunto muito delicado e se formos falar da mesma por parte de casais homossexuais será ainda mais complicado. Tudo tem de ser decidido no SUPERIOR INTERESSE DAS CRIANÇAS e não vale a pena desviar o problema para o campo dos preconceitos, da politica porque tudo isso são manobras de intimidação para apelidar quem realmente se preocupa com o bem estar das crianças de "homofóbico". e partir para a agressão..Já com a IVG foi a mesma conversa. Quizeram e conseguiram a legalização do aborto sem terem estudado a fundo outras formas de implementar o Planeamento familiar .É a lei do menor esforço uma postura "muito moderna"que parece vigorar entre alguns partidos.
A adopção de crianças pelos GL tem obrigatóriamente de ser estudada a fundo e fazer-se um grande debate sobre a matéria. Analisar com detalhe os resultados nos paises onde foi implementada essa prática e acabar de uma vez por todas com esse folclore muito tipico do BE. O PCP tomou a posição correcta. Pode ser um partido que comete erros mas neste caso foi sensato porque tem gente evoluida e bem preparada nas diversas áreas e nada que se pareça com alguns elementos do BE e que escrevem em determinado Blog e que são rasteiros e com uma falta de nivel assustador. Para esse tipo de gente tudo deve ser decidido em cima do joelho porque é mais outro capricho que querem vencer e porque ,para eles ,as crianças são o que menos importa.
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Só a mãe dá o afecto
E só nesse caminho uma sociedade pode evoluir.Tudo o resto é feito a régua e esquadro,numa obscena contagem de votos "democráticos".E como o Bloco de Louçã gosta disso.
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Que valente treta. Ver comentário
Louçã não é argumento Ver comentário
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Os direitos dos homosexuais?
Fala-se tanto em direitos nos dias de hoje, fala-se pouco em obrigacoes. O direito dos homosexuais, que o sao por escolha própria, nao se pode sobrepor ao direito das criancas, que nao escolhem por quem sao adoptadas. A homosexualidade é uma escolha. Se os homosexuais querem ter o direito a serem homosexuais nao me oponho. Que sejam felizes da forma que entenderem. O que nao podem é impor essa forma de vida a toda uma sociedade como se fosse algo normal porque nao é! Isto trata-se de uma guerra em que um grupo quer ganhar mais uma batalha e a arma de arremesso neste caso é a adopcao de criancas. Quando escolheram a vossa orientacao sexual e a vossa forma de vida deveriam ter em conta que essa escolha trás consequencias. Uma delas é que adoptar criancas nao podeis. Por outro lado nada vos impede de terem filhos vossos. No caso das mulheres homosexuais será mais facil com uma gravidez invitro, no caso dos homens sera mais complicado, mas nao impossivel. Agora, respeitem a nossa cultura, a nossa sociedade da mesma forma que quereis ser respeitados e deixem de impor uma forma de vida aos demais sob a ameaca do preconceito. Sejam felizes...
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Adoção o preconceito decidiu contra as crianças
http://www.youtube.com/wa...
 
http://www.youtube.com/wa...

Não tenho nada contra, cada um dá aquilo que é seu mas...Dá que pensar...
  Na Europa, cada manifestação "do orgulho Gay" contou, em média, com 100.000 pessoas.
Cada manifestação Contra a Corrupção teve, em média, cerca de 2.500 pessoas!
Estatisticamente, fica provado que há mais gente a lutar pelo direito de levar no traseiro do que lutar para não ser enrabado.
É o que temos...

Nota: Se assim é quem sou eu para contestar. No entanto as crianças devem ter tudo o que de melhor há na vida. Protegê-las ou tentar protegê-las de uma situação, que não passa de um preconceito, podem ficar desprotegidas de algo bem pior. Será que não existem muitos casais heterossexuais que lhe oferecem piores exemplos se é que a orientação sexual o é? Dá que pensar.
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BRINCAR COM AS CRIANÇAS É MAU
Sou e serei sempre contra. Esta reivindicação visa forçar o Direito a q reconheça d forma artificial como verdadeiras famílias algo q natureza nega á opção homossexual. Adoptar é criar uma relação jurídica d filiação entre 2 pessoas em tudo equiparável, do ponto d vista jurídico social, á q tem qualquer pessoa com os seus filhos biológicos. Daí a expressão oriunda do Direito Romano q diz q a adopção “imita a natureza”. Esta frase encerra toda a complexidade d uma questão q alguns insistem grosseiramente em desvirtuar através da imposição d vontades meramente particulares. Trata-se d uma frase cheia d sabedoria e q põe não só em evidencia o alcance do acto da adopção como, tbém, põe a nu as suas própria limitações. Enquanto na relação biológica da paternidade a Lei limita-se a reconhece-la. No caso da adopção é o quadro legal chamado a reconhecer uma relação artificial. O modelo desta só pode ser um, o biológico ou seja q só pode haver vínculo d adopção donde possa existir vinculo biológico d filiação – pai e mãe; o vínculo da adopção só pode ser criado entre pessoas entre as quais pudesse existir um vínculo biológico. Em 2 pais ou 2 mães a questão biológica é impossível e, não podemos fingir q se encontra presente. Acresce, tbém, e talvez o mais importante q inerente á adopção está uma sentença judicial q tem, por um lado, a obrigação d acautelar os direitos e interesses do adoptado e, por outro, ajuíza a idoneidade dos adoptantes p o exercício do poder paternal. Nunca ...
Re: BRINCAR COM AS CRIANÇAS É MAU, MUITO MAU 2 Ver comentário
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'Adoção: o preconceito decidiu contra o interesse
Antes de começar, realçarei dois aspetos positivos sobre este episódio:

1. Os partidos deram liberdade de voto aos seus deputados. É bom ver que este caso não foi usado como arma de arremesso político entre partidos.

2. Partidos que aprovaram o casamento homossexual, desaprovaram esta proposta, tirando razão a quem argumentava contra o primeiro usando o segundo. Isto é importante para desarmar quem critica alhos falando de bugalhos.

Mas estes pontos são positivos em termos processuais, nada dizem se a lei foi bem rejeitada. Não a conheço, logo não posso ter opinião sobre ela. Em geral concordo com os argumentos do Daniel.

É evidente, que o melhor para uma criança adotada será um casal heterossexual... mas não fiquemos por aqui, tem também que ser da mesma cor, culto, compreensivo e muito rico. Qualquer criança entregue para adoção lamentará a oportunidade perdida mais tarde quando descobre que não tem piscina. Serve este absurdo para explicar que em decidindo quem adota, há oportunidades e prioridades, e que devem ser os técnicos sociais a escolher a ordem das soluções. A lei deve impor mínimos mas encarando a alternativa: é preferível um orfanato, recusando uma família à criança?

Nos EUA, os pedidos de adoção são mais que as crianças "disponíveis". Não existe aqui nenhum perigo da criança ser entregue a um casal "homo". Mas o caso inverte-se em se tratando de crianças com necessidades especiais. Querem mesmo restringir a base de escolha dos adotantes?
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Ui!
Isto vai dar mais uns 300 comentários...
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Ai demagogia, demagogia...
"O que me interessa saber é se as crianças adotadas e os pais adotantes estão preparados."

Claro que não. Isso não interessa para nada! Meu Deus, tanta demagogia...

Já pensou que se calhar as instituições onde estão essas crianças é que não são as melhores?
Isto é um pouco como a lei do aborto. tenta-se remediar sem procurar uma solução para evitar que aconteçam as situações que levaram as mulheres a recorrer ao aborto.
Certamente que haverão situações inevitáveis (falecimentos, situações graves de abuso,...). Mas e as outras?
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Hilton de Paris ou Paris Hilton? Ver comentário
Re: Hilton de Paris ou Paris Hilton? Ver comentário
oh, DO
agora parece uma Madalena arrependida, que não sabe o que é política, nem nunca lá andou. Mas alguém ali votou em consciência, tirando meia dúzia de gatos pingados.. é política.. o eleitorado ainda não está pronto para ter um PP a favor de uma lei dessas, ou um PSD ou PS.. pensam eles.. e pronto, jogaram pelo seguro.. oh Daniel, a fazer se de ingénuo.. que pouca vergonha..

http://barbarraridades.bl...
Certo
Totalmente de acordo!

Deixem os técnicos decidir se alguém ou algum casal pode ou não adoptar.
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DO, PhD em Studies in Prejudice
Lá vem Frei Daniel, acólito do Marxismo Cultural, defender uma das suas damas.

Realmente numa coisa tem razão, não se percebe a posição ambígua do PCP. Vota favoravelmente a Lei idiota de equiparação do casamento hetero à união gay, rejeita a da adopção... mas manda o seu apêndice PEV votar a favor. Estratégias?...

Estes coitados, os ortodoxos, ainda não perceberam nem aceitaram que a agenda da esquerda, dos opressores e oprimidos, tem de mudar de actores nos dias que correm. “Ditaduras do proletariado” e alianças operário-camponesas têm os dias contados...

Os homofilos - ou adeptos do gayzismo, como preferirem - aproveitam-se de uma lacuna na Lei da adopção singular para fazer valer os seus argumentos... O estado civil de um solteiro nada diz acerca da sua orientação sexual.

Não venha agora frei Daniel dizer que da parte dos homos o que está em questão é o “superior interesse da criança”, como se uma das razões de ser da homossexulaidade fosse a resolução do problema dos institucionalizados. Se calhar por este caminho o futuro vai mesmo parar... ao Falanstério do “utópico” Fourier. Argumento do calibre daquele que pretende contra-argumentar a função de manutenção de espécie associada à heterossexualidade... com o excesso demográfico. Assim a China deve estar a abarrotar de homossexuais. Homossexuais reprimidos claro, enquanto no Ocidente, em decréscimo populacional, cada vez se assumem menos homos...
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Excluir, à partida, por mero preconceito.
Excluir, à partida, da possibilidade de serem adoptantes, os casais homossexuais, sabendo-se que no processo de adopção importa fundamentalmente assegurar o superior interesse da criança tem como justificação a desconfiança de que estes casais, em função do seu estilo de vida, condicionem negativamente os adoptados, podo em causa a salvaguarda dos seus interesses. Podem-me considerar preconceituoso, mas estou de acordo com esta precaução. O facto dos jovens ao serem confrontados com a assumpção da homossexualidade de um dos seus progenitores reagirem de forma muito negativa perante o facto, torna evidente, por analogia, que os adoptados de casais homossexuais também muito provavelmente passariam por experiências semelhantes, as quais carecem de ser à partida evitadas.
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E o desemprego em 14,8%?
É como eu digo. Quando há tantas coisas mais importantes a decidir e em que pensar, vêm aqui sempre uns iluminados trazer à baila questões arrumadas democraticamente onde estas devem ser resolvidas, ou seja, na Assembleia da Republica. Projecto apresentado. Projecto chumbado. Ponto final. Próximo...
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