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Winehouse morreu por excesso de álcool

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Investigação policial inglesa detetou que Amy Winehouse tinha uma taxa de alcoolemia suficiente para a fazer "deixar de respirar e entrar em coma".

A causa da morte da cantora inglesa Amy Winehouse, a 23 de julho, terá sido uma taxa elevada de alcolémia no sangue, segundo uma investigação policial divulgada hoje em Londres.

Na abertura do inquérito oficial à morte de Amy Winehouse, a juíza Susann Greenway afirmou hoje que a morte da cantora foi "acidental" e que tinha sido registada uma taxa de alcolémia de 416 miligramas por litro de sangue, suficientes para "deixar de respirar e entrar em coma".

Várias testemunhas já tinham afirmado que Amy Winehouse esteve várias semanas sem beber álcool, mas no dia em que foi encontrada sem vida no apartamento em Londres, a polícia encontrou também três garrafas de vodka.

Só álcool e sem drogas

Em agosto, a família da cantora afirmou que as análises preliminares descartavam a presença de "substâncias ilegais" no organismo, apenas álcool.

A cantora morreu no dia 23 de julho, em casa, em Londres, aos 27 anos e, apesar de se ter especulado que teria sido de overdose - por causa dos recorrentes problemas com álcool e drogas -, as autoridades não chegaram na altura a uma conclusão em relação às causas da morte, remetendo um relatório completo para outubro.

Amy Winehouse deixou dois álbuns editados, "Frank" (2003) e "Back to Black" (2006), que voltaram rapidamente ao top de vendas do Reino Unido depois da sua morte.