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Sondagem: CDS de Portas em alta

Partido de Paulo Portas é o que mais sobe no Barómetro da Eurosondagem para o Expresso, SIC e Rádio Renascença deste mês.

Com uma subida de 1,2 pontos face ao mês anterior, o CDS/PP consegue no Barómetro da Eurosondagem para o Expresso, SIC e Rádio Renascença deste mês 14,8% das intenções de voto.

O partido de Paulo Portas destaca-se assim claramente como a terceira maior força política em Portugal, deixando BE (8,8%) e CDU (8,4%) a larga distância.

PS e PSD, as duas maiores forças, mantém a relação de forças. Os socialistas com 36,9% dos votos, descendo 1,2 pontos, e os sociais-democratas com 26,2% da preferência dos portugueses.

No último mês na liderança do PSD, Manuela Ferreira Leite continua assim a não conseguir interverter uma tendência negativa e não aproveita o desgaste político a que têm estado sujeitos José Sócrates e o seu Governo.

Nota: Os valores globais estão entre parêntesis. A projecção resulta do exercício meramente matemático, presumindo que os inquiridos que responderam "NS/NR" (20,5%) se abstém. As setas significam: subiu(seta azul) ou desceu (seta vermelha) em relação à sondagem do mês anterior.

Estudo de opinião efectuado pela Eurosondagem, S.A. para o Expresso, SIC e Rádio Renascença, de 4 a 9 de Fevereiro de 2010. Entrevistas telefónicas realizadas por entrevistadores seleccionados e supervisionados. O universo é a população com 18 anos ou mais, residente em Portugal Continental e habitando em lares com telefone da rede fixa. A amostra foi estratificada por Região (Norte - 20,5%; A.M. do Porto - 14,4%; Centro - 29,8%; A.M. de Lisboa - 25,6%; Sul - 9,7%), num total de 1025 entrevistas validadas. Foram efectuadas 1236 tentativas de entrevistas e, destas, 211 (17,1%) não aceitaram colaborar neste estudo. Foram validadas 1025 entrevistas, correspondendo a 82,9% das tentativas realizadas. A escolha do lar foi aleatória nas listas telefónicas e o entrevistado, em cada agregado familiar, o elemento que fez anos há menos tempo. Desta forma aleatória resultou, em termos de sexo (feminino - 51,2%; masculino - 48,8%) e, no que concerne à faixa etária (dos 18 aos 30 anos - 19,7%; dos 31 aos 59 - 51,4%; com 60 anos ou mais - 28,9%). O erro máximo da amostra é de 3,06%, para um grau de probabilidade de 95,0%. Um exemplar deste estudo de opinião está depositado na Entidade Reguladora para a Comunicação Social.