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PSD destacado nas intenções de voto

PSD de Passos Coelho reforçou em outubro a liderança sobre o PS de José Sócrates quanto às intenções de voto

Mário Cruz/Lusa

Se as eleições legislativas fossem hoje, o PSD teria uma vitória clara. De acordo com um estudo da Eurosondagem, o PS registou no último mês uma quebra de 5 pontos nas intenções de voto.

Ricardo Costa (www.expresso.pt)

O PSD afastou-se claramente do PS no último mês. Segundo um estudo da Eurosondagem feito para o Expresso, SIC e Rádio Renascença, o PS caiu significativamente nas intenções de voto dos portugueses no último mês: 5,3%. Pelo contrário, o PSD subiu mais de 1,5%... um pouco mais que o CDS-PP, partido que conseguiu no último mês recuperar o 3.º lugar.

O Bloco de Esquerda e a CDU também cresceram, o BE bastante mais que a CDU.

Esta sondagem reforça claramente a tendência indiciada por outros estudos de opinião nas últimas semanas. É notória a subida das intenções de voto do PSD e, sobretudo, uma forte descida do PS.

Cavaco Silva a subir

No barómetro de novembro, Cavaco Silva foi o político que registou a maior subida, mantendo claramente o melhor saldo de popularidade. Na lista de subidas, seguem-se... o líder comunista Jerónimo de Sousa, o líder bloquista Francisco Louçã e o líder do PP, Paulo portas.

Os juízes foram aqueles que registaram a maior quebra de popularidade junto dos inquiridos da Eurosondagem, seguidos do Parlamento e do primeiro-ministro José Sócrates.

Na lista de descidas, seguem-se o Governo, o líder do PSD Passos Coelho - que continua com um saldo de popularidade melhor que o do primeiro-ministro... e, finalmente, o Ministério Público.

Esta sondagem foi realizada entre 4 e 9 de Novembro, em Portugal continental, através de 1025 entrevistas telefónicas validadas.

Estudo de opinião efetuado pela Eurosondagem, S.A. para o Expresso, SIC e Rádio Renascença, de 4 a 9 de novembro de 2010. Entrevistas telefónicas realizadas por entrevistadores selecionados e supervisionados. O universo é a população com 18 anos ou mais, residente em Portugal Continental e habitando em lares com telefone da rede fixa. A amostra foi estratificada por Região (Norte - 20,5%; A.M. do Porto - 14,4%; Centro - 29,8%; A.M. de Lisboa - 25,6%; Sul - 9,7%), num total de 1025 entrevistas validadas. Foram efetuadas 1236 tentativas de entrevistas e, destas, 211 (17,1%) não aceitaram colaborar neste estudo. Foram validadas 1025 entrevistas, correspondendo a 82,9% das tentativas realizadas. A escolha do lar foi aleatória nas listas telefónicas e o entrevistado, em cada agregado familiar, o elemento que fez anos há menos tempo. Desta forma aleatória resultou, em termos de sexo (Feminino - 51,2%; masculino - 48,8%) e, no que concerne à faixa etária (dos 18 aos 30 anos - 19,7%; dos 31 aos 59 - 51,4%; com 60 anos ou mais - 28,9%). O erro máximo da amostra é de 3,06%, para um grau de probabilidade de 95,0%. Um exemplar deste estudo de opinião está depositado na Entidade Reguladora para a Comunicação Social.