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PSD desce mais 3% nas intenções de voto

Sondagem penaliza este mês os partidos no Governo, ainda que os sociais-democratas sejam particularmente castigados. PSD soma agora 30% das intenções de voto, quase menos 5% do que o PS.

Mafalda Ganhão (www.expresso.pt)

Consequência de um mês particularmente pródigo em más notícias para os eleitores, o partido de Passos Coelho surge penalizado neste estudo de opinião da Eurosondagem feito para o Expresso e SIC, onde os sociais-democratas estão já quase dez pontos abaixo do resultado obtido nas urnas há um ano.

Menos atingidos, os democratas-cristãos não chegam a ficar dois pontos abaixo do score de junho de 2011. Somam agora 10% das intenções de voto.

Em relação ao mês anterior, o PS sobe 1,1%, obtendo 34,8% - quase cinco pontos percentuais acima do PSD -, enquanto a CDU fica nos 9,5% (mais 0,2% que em setembro) e o BE nos 7,7% (mais 0,7%)

Quanto à popularidade dos líderes políticos, Paulo Portas continua a manter-se destacado como aquele que melhor imagem tem junto dos portugueses. Já o primeiro-ministro aproxima-se do zero (entre opiniões positivas e negativas), sendo assim o líder partidário menos popular.

Com 13,2%, António José Seguro ocupa a 2ª posição, numa lista em que, em matéria de popularidade, o Governo aparece na última posição, com -20%.

 

Estudo de opinião efetuado pela Eurosondagem, S.A. para o Expresso e SIC, de 4 a 9 de outubro de 2012. Entrevistas telefónicas realizadas por entrevistadores selecionados e supervisionados. O universo é a população com 18 anos ou mais, residente em Portugal Continental e habitando em lares com telefone da rede fixa. A amostra foi estratificada por região: Norte (20,6%); A.M. do Porto (13,4%); Centro (29,9%); A.M. de Lisboa (26,3%) e Sul (9,8%), num total de 1021 entrevistas validadas. Foram efetuadas 1261 tentativas de entrevistas e destas 248 (19,5%) não aceitaram colaborar no estudo de opinião. Foram validadas 1021 entrevistas, correspondendo a 80,5% das tentativas realizadas. A escolha do lar foi aleatória nas listas telefónicas e entrevistado, em cada agregado familiar, o elemento que fez anos há menos tempo. Desta forma resultou, em termos de sexo: feminino - 52,2%; masculino - 47,8%; e no que concerne à faixa etária: dos 18 aos 30 anos - 16,6%, dos 31 aos 59 - 50,8%, com 60 anos ou mais - 32,6%. O erro máximo da amostra é de 3,07%, para um grau de probabilidade de 95,0%. Um exemplar deste estudo de opinião está depositado na Entidade Reguladora para a Comunicação Social.