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Prostitutas irlandesas lançam campanha para quebrar preconceitos

"Escolhi o emprego que se adapta às minhas necessidades" foi o slogan escolhido para os cartazes com imagens de mulheres comuns que trabalham como profissionais do sexo.

Na Irlanda um grupo de apoio aos profissionais do sexo lançou uma campanha de combate aos preconceitos contra a prostituição. Sob o slogan "Escolhi o emprego que se adapta às minhas necessidades", os cartazes já estão a ser distribuídos.

"Eu preciso de deixar o meu filho no treino de futebol, ir buscar a minha filha a uma aula de dança, pagar a minha renda da casa mais as minhas contas e sou uma profissional do sexo", é uma das frases que acompanha a cara sorridente de uma mulher comum, apelando à desmistificação da imagem das prostitutas como mulheres de comportamentos desviantes.

Todos os cartazes têm frases a descrever as atividades quotidianas das prostitutas, que variam consoante a sua idade. Numa das caras mais jovens lê-se a mensagem: "Estou a pagar os meus estudos, tenho orgulho em tudo o que já alcancei na minha vida, tenho sonhos para o meu futuro e sou uma profissional do sexo".

Intitulada "Apague a Luz Azul", a campanha veio fazer frente a uma outra com o nome "Apague a Luz Vermelha", que pedia a criminalização da prostituição para diminuir o tráfico de mulheres na Irlanda.

Neste país, a prostituição é legal, desde que praticada por maiores de 18 anos. Contudo, a oferta de serviços sexuais na rua e a gestão de casas de prostituição continuam a ser ilegais.

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