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Portugueses querem Gaspar fora do Governo

Sondagem mostra que os portugueses já não acreditam na receita deste governo e nem sequer acreditam que a legislatura seja levada até ao fim.

Qualquer benefício da dúvida ou esperança na receita aplicada pelo Governo parece já ter-se esgotado. As respostas a um conjunto de perguntas colocadas na sondagem da Eurosondagem deste mês para o Expresso e para a SIC mostram que a água já transbordou. A maioria dos portugueses já não confia no Executivo de Passos, Portas e Gaspar e não acredita nesta altura que a Legislatura possa chegar ao fim. Ou seja, encaminhamo-nos para eleições antecipadas. E o ministro das Finanças já não tem, de acordo com a sondagem, condições para se manter no Executivo, devendo ser remodelado. E quanto às políticas que estão a ser seguidas, a maioria dos inquiridos entende, igualmente de forma clara, que os sacrifícios estão a ser distribuidos de forma desigual, fomentando as injustiças. E que, por outro lado, se ainda dúvidas houvesse, a austeridade já passou dos limites.

Estudo de opinião efetuado pela Eurosondagem, S.A. para o Expresso e SIC, de 4 a 9 de outubro de 2012. Entrevistas telefónicas realizadas por entrevistadores selecionados e supervisionados. O universo é a população com 18 anos ou mais, residente em Portugal Continental e habitando em lares com telefone da rede fixa. A amostra foi estratificada por região: Norte (20,6%); A.M. do Porto (13,4%); Centro (29,9%); A.M. de Lisboa (26,3%) e Sul (9,8%), num total de 1021 entrevistas validadas. Foram efetuadas 1261 tentativas de entrevistas e destas 248 (19,5%) não aceitaram colaborar no estudo de opinião. Foram validadas 1021 entrevistas, correspondendo a 80,5% das tentativas realizadas. A escolha do lar foi aleatória nas listas telefónicas e entrevistado, em cada agregado familiar, o elemento que fez anos há menos tempo. Desta forma resultou, em termos de sexo: feminino - 52,2%; masculino - 47,8%; e no que concerne à faixa etária: dos 18 aos 30 anos - 16,6%, dos 31 aos 59 - 50,8%, com 60 anos ou mais - 32,6%. O erro máximo da amostra é de 3,07%, para um grau de probabilidade de 95,0%. Um exemplar deste estudo de opinião está depositado na Entidade Reguladora para a Comunicação Social.