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Passos Coelho 'fugiu' aos manifestantes no Porto

Forte contigente policial evitou o contacto directo entre manifestantes e Pedro Passos Coelho à entrada da Reitoria da Universidade do Porto, registando-se agressões.

Isabel Paulo e Rui Duarte Silva (www.expresso.pt)

De visita ao Porto para participar na sessão solene dos 101º aniversário da Universidade do Porto, o primeiro-ministro Pedro Passos Coelho evitou cruzar-se com as centenas de manifestantes, muitos deles com bandeiras da CGTP, em dia de greve geral.

Os carros da comitiva de Pedro Passos Coelho contornaram o edifício da Reitoria através de um perímetro alargado de segurança, medida que não evitou vaias e apupos ao primeiro-Ministro.

Para evitar o confronto com os manifestantes, Passos Coelho entrou diretamente nas instalações Universidade do Porto, esquivando-se ao contacto directo com centenas de pessoas que gritavam palavras de ordem como "FMI fora de Portugal" ou "Contra o aumento do custo de vida".

Carro oficial atingido por cenouras

Apesar do reforço de segurança em dia de greve geral, uma das viaturas da comitiva oficial acabou por ser atingida por cenouras lançadas pelos manifestantes, tendo alguns agentes da PSP desferido bastonadas aos manifestantes mais revoltados.

A PSP não confirma para já as agressões, mas pelo menos um dos manifestantes foi detido nas imediações da Reitoria.

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