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Atualidade / Arquivo

Ongoing rejeita "insinuação" de usar serviços secretos

A Ongoing "recusa perentoriamente a insinuação de ter utilizado serviços secretos, detetives privados, investigadores ou quaisquer meios ilegais, de qualquer forma".

O grupo de media Ongoing rejeitou hoje a "insinuação" de "ter utilizado serviços secretos, detetives privados, investigadores ou quaisquer meios ilegais", bem como divulgado informação nesses termos, e anunciou que vai processar os autores de tais "acusações".

Fonte oficial da empresa declarou à agência Lusa que o grupo "recusa perentoriamente a insinuação de ter utilizado serviços secretos, detetives privados, investigadores ou quaisquer meios ilegais, de qualquer forma".

A Ongoing rejeita ainda, neste contexto, "alguma vez ter divulgado informação assim obtida por quaisquer meios, muito menos com o intuito de difamar".

Segundo o grupo, em causa estão "acusações graves, que terão resposta no local próprio, ou seja, no tribunal".

O grupo Ongoing, que detém o jornal Diário do Económico, é presidido por Nuno Vasconcellos, outro dos arguidos do caso das Secretas, que o Ministério Público (MP) acusou de corrupção ativa.

No mesmo processo é também acusado João Luís, diretor do departamento operacional do SIED, de, em coautoria com Silva Carvalho, acesso ilegítimo agravado, acesso indevido a dados pessoais e abuso de poder na forma consumada.