Expresso

Siga-nos

Perfil

Perfil

Atualidade / Arquivo

Ministro da Defesa assume fim das contrapartidas (vídeo)

  • 333

O ministro da Defesa, José Pedro Aguiar Branco, assumiu hoje o fim do regime das contrapartidas nesta área, confirmando assim a notícia avançada pelo Expresso.

O ministro da Defesa, José Pedro Aguiar Branco, assumiu hoje o fim do regime das contrapartidas nesta área, indicando que Portugal pretende seguir "seguir as boas práticas europeias".

"Trata-se de Portugal seguir as boas práticas europeias nesta matéria, e o governo vai no sentido correto", disse.

Aguiar Branco falava aos jornalistas à margem do America´s Cup, prova de vela que hoje teve início em Cascais e cuja largada dos barcos em competição foi feita pelo ministro.

"Resolvemos seguir as boas práticas europeias"

"Resolvemos seguir as boas práticas europeias e a necessidade de se fazer a transcrição da diretiva europeia foi assumida como uma das nossas prioridades", disse.

As contrapartidas são compensações acordadas entre o Estado e os fornecedores de material de defesa com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento industrial da economia portuguesa.

Questionado sobre a notícia de hoje no semanário Expresso que dava conta do fim da comissão das contrapartidas, o ministro disse que não comentava o que diz a comunicação social, mas frisou que "para o futuro a lógica da diretiva" aponta para a não existência de contrapartidas.

"O que está para trás mantém-se"

"Acontece que muda a lógica deste tipo de negociações e vai ao encontro de não existir as contrapartidas. O que está para trás mantém-se, fica salvaguardado", frisou.

Já relativamente à competição mundial de vela America´s Cup World Series, que decorre em Cascais até dia 14, o ministro da Defesa disse que é um momento importante para o país e para o concelho.

"É um momento muito importante para a expressão do que é a relação de Portugal com o mar e permite conciliar na perfeição a tradição que temos e a estratégia para o futuro", disse.

Segundo Aguiar Branco, a transmissão em direto para muitos milhares de espectadores espalhados pelo mundo "é um bom momento para a afirmação de Cascais, de Portugal, da Marinha e da identidade do povo português na sua relação com o mar".