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Inquérito prossegue à porta fechada

Para leitura do despacho da Comarca do Baixo Vouga que fala no "plano" para controlar a Comunicação Social, os trabalhos da comissão de inquérito prosseguem ... mas sem a presença dos jornalistas.

Rosa Pedroso Lima (www.expresso.pt)

Para leitura do despacho da Comarca do Baixo Vouga que fala no "plano" para controlar a Comunicação Social, os trabalhos da comissão de inquérito prosseguem ... mas sem a presença dos jornalistas.

 

Durante a inquirição do deputados do PSD, Pacheco Pereira, ao ex-administrador do BCP, Armando Vara, foi necessário retirar da sala do Parlamento todos os jornalistas presentes, para se poder citar um despacho judicial enviado à Assembleia com carimbo de "confidencial", pelo procurador de Aveiro, Marques Vidal.



Pacheco Pereira solicitou esclarecimentos à mesa do inquérito para saber como deveria agir e Mota Amaral foi peremptório: ao ler uma matéria com carácter de confidencialidade, "a reunião tem de decorrer à porta fechada".



Os jornalistas abandonaram a sala. É mais um incidente, dos vários, que marcam o inquérito. Este, porém, é inédito.