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Direção do "Público" responde ao Conselho de Redação

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Direção do "Público" respondeu ao comunicado do Conselho de Redação do jornal, que considera "inaceitável".

Mariana Cabral (www.expresso.pt)

A direção do "Público" divulgou um comunicado em resposta à nota do Conselho de Redação do jornal, que "considera inaceitável e que representa uma manipulação intolerável dos factos".

A direção, liderada por Bárbara Reis, diz que o Conselho de Redação insinua que o jornal não publicou a notícia em questão por pressão de Miguel Relvas, mas garante que "nenhuma notícia sobre o caso das secretas deixou de ser publicada e nenhum facto relevante sobre esta matéria deixou de ser do conhecimento dos leitores".

A chefia indica que não entendeu que houvesse "matéria publicável", "antes de o ministro Miguel Relvas ter telefonado à editora de política".

De acordo com o comunicado, a diretora Bárbara Reis, após ter ter tomado conhecimentos das alegadas ameaças, "protestou junto do ministro Miguel Relvas por ter exercido uma pressão que toda a direcção considera inaceitável".

A direção termina a nota lamentando a ação do Conselho de Redação - constituído pelos membros eleitos Bruno Prata, Clara Viana, João D'Espiney, João Ramos de Almeida, Luís Francisco, Luís Miguel Queirós, Ricardo Garcia e Rita Siza -, que não consultou a chefia antes de divulgar o caso. "Isto equivale à quebra do diálogo no interior da redação", conclui a nota.

Leia na íntegra o comunicado da direção do "Público":