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Crescem as críticas ao ministro Miguel Relvas

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O caso das secretas colocou um ponto de interrogação na continuidade, no Governo, do ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares Miguel Relvas. Veja quem se pronunciou até agora.

Passos Coelho: "Não há nenhum ataque a coisa nenhuma. Se há coisa que o Governo tem privilegiado é muita transparência nesse aspeto", disse dia 20 de maio, escusando-se a responder a mais questões sobre o assunto. "Reafirmo que não é timbre deste Governo fazer qualquer tipo de pressão, nem muito menos chantagem sobre membros da comunicação social". acrescentou no dia seguinte
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Passos Coelho: "Não há nenhum ataque a coisa nenhuma. Se há coisa que o Governo tem privilegiado é muita transparência nesse aspeto", disse dia 20 de maio, escusando-se a responder a mais questões sobre o assunto. "Reafirmo que não é timbre deste Governo fazer qualquer tipo de pressão, nem muito menos chantagem sobre membros da comunicação social". acrescentou no dia seguinte

Sindicato dos Jornalistas pediu averiguação exaustiva sobre as alegadas ameaças feitas por Miguel Relvas a uma jornalista do "Público". "É ou não verdade que o senhor ministro ameaçou tornar públicos, na Internet, dados da vida privada da jornalista Maria José Oliveira?" 22/5/12
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Sindicato dos Jornalistas pediu averiguação exaustiva sobre as alegadas ameaças feitas por Miguel Relvas a uma jornalista do "Público". "É ou não verdade que o senhor ministro ameaçou tornar públicos, na Internet, dados da vida privada da jornalista Maria José Oliveira?" 22/5/12

José Eduardo Moniz: "Um ministro tão experimentado não devia estar a sujeitar-se a esta exposição, a este escrutínio e à dúvida que está a gerar. Devia ser ele a arrumar o assunto. Miguel Relvas deve sair de cena", 23/5/12
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José Eduardo Moniz: "Um ministro tão experimentado não devia estar a sujeitar-se a esta exposição, a este escrutínio e à dúvida que está a gerar. Devia ser ele a arrumar o assunto. Miguel Relvas deve sair de cena", 23/5/12

Miguel Relvas: "Não houve pressões, nem acusações da vida pessoal, que é coisa que repudio. Estou de consciência tranquila", 24/5/12. "Vou sair mais forte deste caso", 28/5/12
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Miguel Relvas: "Não houve pressões, nem acusações da vida pessoal, que é coisa que repudio. Estou de consciência tranquila", 24/5/12. "Vou sair mais forte deste caso", 28/5/12

António José Seguro: "Cada dia que passa há um avolumar de mais informação que precisa de ser esclarecida. O PS defende um princípio que se aplica a todos, aos nossos adversários políticos e a nós próprios: esclarecimento total das situações e transparência", 25/5/12
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António José Seguro: "Cada dia que passa há um avolumar de mais informação que precisa de ser esclarecida. O PS defende um princípio que se aplica a todos, aos nossos adversários políticos e a nós próprios: esclarecimento total das situações e transparência", 25/5/12

António Capucho: “A confirmar-se tudo isto e alguns dados parecem irrefutáveis, estamos perante situações gravíssimas que têm de ser esclarecidas e levadas às últimas consequências, porque a imagem e prestígio do Governo podem deteriorar-se rapidamente se não for prontamente estabelecido um esclarecimento para a opinião pública”, 26/5/12
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António Capucho: “A confirmar-se tudo isto e alguns dados parecem irrefutáveis, estamos perante situações gravíssimas que têm de ser esclarecidas e levadas às últimas consequências, porque a imagem e prestígio do Governo podem deteriorar-se rapidamente se não for prontamente estabelecido um esclarecimento para a opinião pública”, 26/5/12

Francisco Louçã: "Se se comprovar que houve, de facto, contactos e se houve uma mentira sobre esses contactos, o ministro evidentemente deve deixar a pasta", 26/5/12
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Francisco Louçã: "Se se comprovar que houve, de facto, contactos e se houve uma mentira sobre esses contactos, o ministro evidentemente deve deixar a pasta", 26/5/12

Jerónimo de Sousa: "Podemos encontrar aqui um bode expiatório, podemos encontrar Relvas que tem, de facto, responsabilidades muito sérias, mas o problema é mais de fundo, é o problema de uma política, de um Governo e de um primeiro-ministro", 26/5/12
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Jerónimo de Sousa: "Podemos encontrar aqui um bode expiatório, podemos encontrar Relvas que tem, de facto, responsabilidades muito sérias, mas o problema é mais de fundo, é o problema de uma política, de um Governo e de um primeiro-ministro", 26/5/12

Marcelo rebelo de Sousa: "Ou prova-se que o ministro não pressionou, não ameaçou com blackout e menos ainda falou de dados da vida privada da jornalista - e então Miguel Relvas tem esta frente fechada - ou no caso extremo prova-se a coisa mais grave que é ele ter falado a um editor dos dados privados da vida da jornalista, e aí é muito difícil um ministro continuar em funções" 20/5/12. "Miguel Relvas continua num estado de grande fragilidade, não chega a ser semimorto mas fica próximo disso. É o berbicacho número um do Governo”, 27/5/12
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Marcelo rebelo de Sousa: "Ou prova-se que o ministro não pressionou, não ameaçou com blackout e menos ainda falou de dados da vida privada da jornalista - e então Miguel Relvas tem esta frente fechada - ou no caso extremo prova-se a coisa mais grave que é ele ter falado a um editor dos dados privados da vida da jornalista, e aí é muito difícil um ministro continuar em funções" 20/5/12. "Miguel Relvas continua num estado de grande fragilidade, não chega a ser semimorto mas fica próximo disso. É o berbicacho número um do Governo”, 27/5/12

Marinho Pinto: "Penso que [Miguel Relvas] foi apanhado no meio do caso. Custa-me a crer que fosse parte atuante. Não era anormal que se encontrasse com Silva Carvalho, já que teve este teve poder na hierarquia do Estado. Mas se estiver associado ao caso deve sair", 27/5/12
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Marinho Pinto: "Penso que [Miguel Relvas] foi apanhado no meio do caso. Custa-me a crer que fosse parte atuante. Não era anormal que se encontrasse com Silva Carvalho, já que teve este teve poder na hierarquia do Estado. Mas se estiver associado ao caso deve sair", 27/5/12

Cavaco Silva: "A mais de 15 mil quilómetros de distância, as polémicas que lá correm [em Portugal] chegaram aqui de forma imprecisa. Estou convencido de que tudo acabará por ser esclarecido e com a devida transparência, mas não devo acrescentar mais nada”, 27/5/12
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Cavaco Silva: "A mais de 15 mil quilómetros de distância, as polémicas que lá correm [em Portugal] chegaram aqui de forma imprecisa. Estou convencido de que tudo acabará por ser esclarecido e com a devida transparência, mas não devo acrescentar mais nada”, 27/5/12

Jorge Moreira da Silva: “O PSD está tranquilo". "Não existe nenhum facto, neste momento, que possa ser extrapolado para qualquer falta de confiança no ministro”. 29/5/12
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Jorge Moreira da Silva: “O PSD está tranquilo". "Não existe nenhum facto, neste momento, que possa ser extrapolado para qualquer falta de confiança no ministro”. 29/5/12

António Vitorino: “Miguel Relvas cometeu um erro político. Quando na primeira audição tentou criar um delta de distanciamento que os sms que vieram a público não comprovam.” 29/5/12
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António Vitorino: “Miguel Relvas cometeu um erro político. Quando na primeira audição tentou criar um delta de distanciamento que os sms que vieram a público não comprovam.” 29/5/12

Aguiar Branco: "Estou confiante que a situação será perfeitamente clarificada" 29/5/12
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Aguiar Branco: "Estou confiante que a situação será perfeitamente clarificada" 29/5/12