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Crato poupa mais de 136 milhões com revisão curricular

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Estudo revela impacto dos cortes salariais na Função Pública e dos novos currículos nos custos do ensino para o Estado.

Isabel Leiria (www.expresso.pt)

Não foram só os cortes salariais na Função Pública e a retirada de dois subsídios que tornaram o ensino público mais barato. Também a revisão curricular de Nuno Crato, em vigor nas escolas desde setembro e que se traduziu na eliminação de algumas disciplinas e redistribuição das cargas letivas dos professores, fez baixar, e muito, o custo por turma.

Contas feitas por baixo indicam uma poupança superior a 136 milhões de euros.

Estas são pelo menos as estimativas do grupo de trabalho nomeado pelo Ministério da Educação e Ciência (MEC) para calcular quanto custa ao Estado um aluno numa escola pública.

O Ministério da Educação mantém que o objetivo da revisão foi reduzir a dispersão curricular e reforçar o ensino de disciplinas estruturantes, como o Português. Mas lembra que também é sua obrigação gerir os recursos de forma eficaz.

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