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Chumbada moção de censura ao Governo

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18h51 -moção de censura do PCP ao Governo acaba de ser chumbada com os votos contra do PSD e CDS-PP, e com a abstenção do PS.

18h50 - PCP, BE e PEV foram os únicos partidos a votar a favor da moção de censura ao Governo.

18h43 -  "O Governo do PS caiu porque estava podre", afirma Bernardino Soares, em resposta à intervenção de Pedro Silva Pereira. O deputado comunista defende que com a abstenção dos socialistas, o partido auto exclui-se da defesa de uma nova política.

18h32 - Bernardino Soares, do PCP, defende que este programa é um grande sucesso para o poder económico e acusa a dívida pública de ter aumentado devido às "negociatas da banca." 

O deputado comunista diz também que "andam a vender lá fora empresas que fazem falta à nossa economia."

18h28 - "Tudo faremos para que este tenha sido o último pedido de ajuda ao Fundo Monetário Internacional (FMI)", garante Portas.

18h21 - Portas sublinha que não é possível ficar no euro, sem cumprir as obrigações externas e garante que hoje não há comparações externas entre Portugal e a Grécia. "A vida dos gregos está melhor por terem reestruturado a sua dívida?", questiona o ministro.

Paulo Portas  acusa ainda o PCP de ter um problema com o país e não com o Governo.

18h12 - Paulo Portas diz que "não há alternativa à substância da política a que estamos obrigados" e sublinha que o "problema do PCP não é com o Governo, mas com o país."

18h11 - Ministro dos Negócios Estrangeiros defende que quando se apresenta uma moção de censura devem-se apresentar alternativas, o que não aconteceu com o PCP.

18h07 - O deputado do CDS João Almeida  diz que a oposição tem todas as certezas, mas raramente tem razão. "Buracos da Saúde, na Parque Escolar e das PPP não estavam no memorando", sublinha João Almeida.  

18h01 - "Passados 80 anos adotam-se critérios de Salazar no Orçamento", acsua Agostinho Lopes, do PCP.

17h51 - Pedro Silva Pereira diz que as consequências das austeridade além-troika já estão à vista.  

17h47 - "Quando é que o PS faz o mea culpa da situação que criou?", questiona Adão e Silva, vice-presidente da bancada parlamentar do PSD.  

17h35 - "Não faz sentido uma crise política quando tivemos eleições há um ano. A abstenção do PS não traduz dúvida, nem hesitação, exprime clareza", defende Pedro Silva Pereira.

O deputado do PS diz ainda que as medidas que o PS mais se queixa não estavam no memorando e foram inscritas nele sem negociação com o PS.  

17h31 - "Há um ano, este mesmo PCP, aliou-se à direita para derrubar o Governo", acusa o socialista Pedro Pereira da Silva. Em apenas um ano a diferença entre a direita e o PS ficou evidente.   

17h28 - O ministro das Finanças garante que "não existe qualquer evidência de uma espiral recessiva, pelo contrário."

17h26 - Heloísa Apolónia, do PEV, diz que o aumento do IVA foi um desastre e questiona se o Governo vai recuar. "O sr. PM tentou transformar uma mentira num lapso", acusa a deputada dos verdes.

17h23 - "Como o PM faz hoje uma intervenção ignorando a quebra brutal das receitas do IVA?  E qual é a justifiação que apresenta para aquela que era a soluçao milagrosa?, questiona a deputada do BE, Cecília Honório, acusando o primeiro-ministro de estar a esconder o plano B da austeridade. 

17h17 - "Há oito meses já tinhamos avisado da espiral recessiva", afirma Honório Novo, do PCP. 

17h14 - Vítor Gaspar lembra que o PCP obteve menos de 8% dos votos, o que na sua opinião "não surpreende", pela sua atitude "irresponsável" como é exemplo a moção de censura votada hoje no Parlamento. 

17h07 - O ministro das Finanças, Vítor Gaspar, apresenta uma declaração no plenário:

"Portugal vive hoje em crise, que não ocorreu por acaso, resulta de más decisões. Durante mais de uma década acumulámos equilibrios macroeconómicos que nos tornou mais vulneráveis (...)"

"Tolerámos cumplicidades entre a esfera pública e a esfera dos negócios". "Só o apoio financeiro dos parceiros intrernacionais evitou a bancarrota."

"Estou confiante que quer Portugal, quer a Europa, será capaz de ultrapassar as dificuldades."

17h05 - Passos Coelho garante que o Governo não despediu ninguém das Novas Oportunidades, nem encerrou centros.

16h59 -  O primeiro-ministro diz que não é verdade que não haja desperdício, nem fraude na Saúde.

"Temos que fazer mais e melhor com menos" no sector, acrescenta.

16h51 - "Confiscaram subsídios a quem tinha salários congelados há 10 anos", declara o deputado comunista, António Filipe, sublinhando que as medidas são injustas, porque atingem sempre os mesmos.  "Que mal fizeram os portugueses para merecer isto?", questiona. 

16h46- O deputado do PCP Bernardino Soares diz que a despesa do Estado com a Saúde é inferior à média europeia, o que constitui uma situação "gravíssima". "As taxas moderadoras não são meio de financiamento, mas de afastar as pessoas",  acusa ainda o deputado comunista.  

16h43 - "Governo não está aqui para defender as visões do mundo e dos outros", diz Teresa Leal Coelho, do PSD, sublinhando que o Executivo quer um melhor país não só para os portugueses de hoje, mas também no futuro para os seus filhos.    

16h41 - "Foge à questão, nós insistimos: está ou não a preparar novos cortes?", questiona João Oliveira, do PCP. 

16h31 - O primeiro-ministro nega o racionamento na Saúde e diz que o que o Governo proporcionou aos portugueses foi mais meios para recorrerem à Saúde e não menos.  

16h26 - Passos Coelho diz que há diversos aspetos do memorando que têm vindo a ser alterados, mas "se for preciso tomar mais medidas para a atingir as metas, fá-lo-emos", garante o primeiro-ministro. 

16h25 - "Esta é a maior crise financeira, económica e social do nosso tempo, mas não vale  a pena perder tempo a falar dos efeitos da crise, nós sabemos", disse o primeiro-ministro, garantindo dizer não à destruição do memorando e à renegociação da dívida.

16h23 - O socialista Rui Santos questiona o primeiro-ministro sobre a estratégia do Governo para a formação dos portugueses. 

16h22 - "Do alto da sua arrogância inteletual o PCP diz-se dono da voz do povo", acusa o deputado Luís Menezes, do PSD .

16h20 - O Governo tem que esclarecer aqui se prepara mais medidas de austeridade, diz Jorge Machado, do PCP.  

16h14 - O líder parlamentar do CDS-PP, Nuno Magalhães, considera que se a moção de censura do PCP fosse aprovada trazia uma crise política, económica e social, que "qualquer português de bom senso" não queria para o seu país.    

16h10 - Luís Montenegro sublinha que o país precisa de equilíbrio financeiro, reformas estruturais para garantir o Estado Social, que não se garante com utopias, nem com a bancarrota, mas como crescimento económico e solidariedade.

16h08 - "Portugal precisa de concertação político-partidária como no Governo", afirmou o líder parlamentar do PSD, Luís Montenegro, acusando a moção de censura do PCP de ser sectária e de querer apenas semear o conflito.

16h04 - Heloísa Apolónia diz que é  necessária  a renegociação da dívida, queira o Governo ou não.

16h02 - "Quem é que o Governo quer iludir, quem é que o Governo quer enganar?", questiona Heloísa Apolónia, sublinhando que "nem a preocupação com os números para Bruxelas está a resultar." 

16h01 -"É constrangedora a forma como o Governo chega aqui no Parlamento no dia da votação de uma moção de censura e comporta-se como se não tivesse nada a ver com o que se passa", acusa Helóisa Apolónia, do PEV.

  15h59 - "A política do Governo está a deixar o país mais pobre e mais doente ", afirma António Serrano do PS.

15h57- Luís Fazenda quer saber quais os cortes que serão feitos nas parcerias público privadas.

 15h55- "As causa da crise estão nos donos de Portugal. (...) Na promiscuidade entre poder político e económico", diz Fazenda.

15h53- Desde que o Governo induziu a "economia em coma" que o desemprego e número de entregas de casas à banca aumentou, acusa Luís Fazenda, do Bloco de Esquerda.

15h52- Passos diz que ainda é cedo para falar em mais medidas de austeridade.  

15h48- "A recapitalização dos bancos e do sistema financeiro é uma das pedras para o nosso sucesso económico", defende Passos. 

15h48- O nível de endividamento do Estado e da economia portuguesa foram as duas grandes causas da crise, argumenta o primeir-ministro.

15h45- Passos responde a Jerónimo, afirmando que não fez promessas fáceis durante a campanha eleitoral. 

15h45- Passos responde a Jerónimo, afirmando que não fez promessas fáceis durante a campanha eleitoral. 

15h41- O líder do PCP questiona os apoios dados à banca, que considera ser uma das causas da crise. 

15h39- Jerónimo de Sousa recorda que, numa escola durante a campanha, Passos tinha prometido não cortar os subsídios. "Não sente que enganou os portugueses?"

15h36- Passos Coelho elenca os sectores de ação do Governo e diz que não há motivos de censura."Vejo razões para termos esperança no futuro."

15h35- "É preciso levar a cabo um ambicioso programa de privatizações para diversificar as fontes de financiamento externo da economia. E é o que estamos a fazer", frisa Passos. 

15h29- O primeiro-ministro afirma que o Governo não vai deixar de atacar as causas da crise, mas com "profundidade e com os olhos postos no futuro".

15h27- "Não existe um partido político que não se preocupe com os efeitos da crise", diz Passos.

15h26- Perante protestos de Jerónimo de Sousa, vindos da bancada comunista, o primeiro-ministro disponibiliza-se a dar o seu tempo na tribuna para o líder comunista falar. 

15h24- Pedro Passos Coelho afirma que os protestos do PCP não trazem novidade. "Corresponde à tentativa de instalar um projecto radical." 

15h22- Jerónimo de Sousa diz que a moção de censura pode não passar no Parlamento, mas continuará nas ruas.   

15h19- "Para alguns esta moção de censura é inoportuna porque o país não precisa de instabilidade. Mas que estabilidade tem quem está na pobreza?", diz Jerónimo de Sousa, numa antevisão das críticas que serão feitas à moção de censura.   

15h18- O líder do PCP diz que é necessário renegociar o acordo com a troika.

15h16- Jerónimo de Sousa diz que o ataque à saúde, à educação e aos serviços públicos são razões mais do que suficientes para censurar o Governo.

15h14- Jerónimo de Sousa acusa o Governo de querer "destruir em massa" os direitos dos trabalhadores, violando a Constituição. Este ataque é feito com a "conivência" do PS.

15h12- Jerónimo de Sousa justifica a moção de censura com o agravamento das condições de vida por causa da austeridade.

15h08- Começou a discussão e votação da moção de censura apresentada pelo PCP ao Governo.

15h- Está quase a começar o debate sobre a moção de censura apresentada pelo PCP. O ministro Paulo Portas acabou de chegar, foi o último.