Expresso

Siga-nos

Perfil

Perfil

Atualidade / Arquivo

CDS disponível para encontro com o PSD

  • 333

Partido de Paulo Portas anunciou estar disponível para aceitar o convite do PSD. Reunião deve acontecer ainda hoje.

O CDS está disponível para aceitar o convite do PSD para um encontro entre os dois partidos. A reunião deverá decorrer ainda hoje, mas ainda não tem hora marcada.

De acordo com a "Sic Notícias", ainda não se sabe se os presidentes do CDS-PP e do PSD estarão no encontro.

Recorde-se que a Comissão Politica Nacional do PSD decidiu esta madrugada convidar o CDS-PP para uma reunião conjunta das direções partidárias, a realizar-se o mais brevemente possível, para "obter a indispensável manifestação de apoio ao acordo político de coligação".

"A Comissão Política Nacional do PSD deliberou convidar o CDS para uma reunião conjunta das direções partidárias (...) com o intuito de obter a indispensável manifestação de apoio ao acordo político de coligação celebrado em 16 de junho de 2011, assim como às decisões e estratégia do Governo em matéria de consolidação orçamental e ajustamento estrutural, visando uma trajetória de crescimento sustentável", referem os social-democratas num comunicado distribuído à comunicação social, já depois da meia-noite e quando ainda decorria a reunião.

No mesmo comunicado, a Comissão Política Nacional do PSD defende que "é fundamental clarificar a relação entre os partidos da coligação", que considera ter sido "afetada" pelas decisões dos órgãos internos do CDS-PP, "de modo a assegurar a estabilidadepolítica".

Antes, a direção nacional social-democrata refere que "o Conselho Nacional do CDS-PP e o presidente do CDS-PP proferiram declarações e decisões de divergência face a medidas deliberadas pelo Governo, inseridas no acordo alcançado pelo Governo no âmbitodo quinto exame regular com a 'troika' e transmitidas ao Eurogrupo".

O PSD alude, assim, à divergência assumida pelos centristas, no domingo, em relação às alterações à Taxa Social Única (TSU), anunciadas quando a missão de avaliação da 'troika' (Comissão Europeia, Banco Central Europeu e Fundo Monetário Internacional)estava em Lisboa.