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2013 A nova odisseia no espaço

Naves cada vez mais pequenas e novos fatos de astronauta são as armas do regresso ao espaço. Leia na edição de janeiro do Courrier Internacional, hoje nas bancas.

Num mundo com problemas ambientais crescentes e onde a pressão sobre os recursos naturais se agrava a cada minuto, volta a olhar-se para o espaço. Nos asteróides para lá de Marte pode haver os metais industriais de que o mundo tanto precisa.

Cultivar plantas verdes ou tratar diversos tipos de doenças são uma das mil e uma coisas que se podem fazer em órbita à volta da Terra. E há sempre o desejo de descobrir o que está para além da esquina, que segredos se escondem nas caudas dos cometas ou nas luas de Júpiter.

Orçamentos e naves reduzidas 

A notícia curiosa é que, fruto da evolução tecnológica recente, parte destas missões não implicam mega-naves e mega-orçamentos. Pequenas naves de reconhecimento, pouco mais que uma caixa de fósforos com uma câmara, um motor e um sistema de navegação estão ao alcance de países pobres, quando não de universidades ou de entusiastas da exploração espacial.

Num mundo onde tanta coisa mudou, porque não haveria, também, de mudar o paradigma da exploração do cosmos? Nada melhor que os desafios da aventura sideral para nos motivar para melhores voos, num ano marcado pela "apagada e vil tristeza" em que parece mergulhada a Europa e Portugal por maioria de razão.

Leia mais na edição de janeiro do Courrier internacional, hoje nas bancas.