O primeiro quid pro quo deu-se na apresentação. Do fundo da aula, no momento em que os diversos alunos se apresentavam pelo nome, um deles, muito mais velho do que a média, afirmou ser Sócrates. Perante a indiferença do professor, os restantes alunos foram na onda apresentando-se como Kant, Hegel, Kierkgaard, Aristóteles, Anaxágoras, até o catedrático, visivelmente irritado, os interromper e dizer que, na verdade, aquele aluno velhote que ali estava chamava-se mesmo Sócrates. A agitação passou, mas no intervalo José Sócrates foi praxado, tendo-lhe os alunos pintado a cara de cor de rosa, além de o obrigarem a medir dois campos de futebol com um palito.
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