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A minha tia gostava muito de ter ADSE

Henrique Raposo (www.expresso.pt)
8:00 Sexta feira, 16 de dezembro de 2011
Henrique Raposo, A Tempo e a Desmodo - A minha tia gostava muito de ter ADSE

A minha tia está à espera de uma consulta de especialidade há cerca de um ano e, no outro dia, disse-me assim: "o que era bom era ter ADSE". Pois era, tia, era mesmo muito bom. Se tivesse ADSE, a minha tia já tinha sido consultada num hospital/clínica privada. Ou seja, a vidinha da minha tia comprova uma das teses defendidas por José Mendes Ribeiro no livro Saúde - a liberdade de escolher: a existência de dois serviços estatais de saúde (o SNS, para o cidadão comum, e a ADSE, para os funcionários públicos) cria uma injustiça no acesso à saúde: o utente do SNS não pode recorrer aos hospitais privados, mas o utente da ADSE já pode recorrer aos privados e, por isso, é tratado com mais celeridade. O utente do SNS está montado numa tartaruga. O utente da ADSE parece a formiga atómica. E isto aplica-se a consultas e a cirurgias.

Neste sentido, a minha tia junta-se a José Mendes Ribeiro numa pergunta legítima: por que razão não se alarga a ADSE a toda a população? Por que razão não se transforma o SNS numa ADSE em ponto grande? Até porque, segundo este autor, o modelo de gestão da ADSE não é apenas mais rápido e mais livre do que o SNS. Também é mais barato. No fundo, a ADSE é um seguro de saúde obrigatório (uma obrigatoriedade que existe em muitos países europeus) que financia o doente junto do médico escolhido pelo próprio doente. Ou seja, a ADSE faz serviço público através de hospitais e clínicas privadas. Quem diria?

Porém, há um ponto em que a escola da vidinha da minha tia diverge da escola teórica de José Mendes Ribeiro, a saber: a minha tia está mesmo disponível para dar cerca de 1,5% do seu escasso salário para esse seguro. "Se o preço da rapidez na ida ao médico é esse, ok, tudo bem, paga-se isso". Ao invés, José Mendes Ribeiro acha que, numa nova arquitectura de saúde (fusão SNS/ ADSE), a contribuição de 1,5% devia ser extinta. Sim, essa contribuição não é importante do ponto de vista financeiro (em 2007, a contribuição dos funcionários publicou cobriu apenas 160 dos 950 milhões de despesa da ADSE). Sim, essa contribuição até pode ser inconstitucional. Mas em Portugal até o piar dos melros é inconstitucional. Portanto, tenho de dar razão à minha tia: a taxa de 1,5% por uma ADSE-de-todos seria uma boa pedagogia, seria uma forma de a população portuguesa perceber uma coisa: não há saúde grátis. O tendencialmente gratuito acaba no tendencialmente falido.

Palavras-chave  ADSE, SNS, Blogues
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HR
caprylm56 (seguir utilizador), 3 pontos (Interessante), 11:16 | Sexta feira, 16 de dezembro de 2011
A minha preocupação não é que os fp tenham a ADSE, mas sim um sistema político que arraja distinções entre as classes trabalhadoras.
Mas tudo isto se deve à grande classe de políticos que temos tido, pois estes não dignificam nada nem ninguém apenas olham somente para os seus interesses e alguns até lesam o país e são condecorados pelos seus atos de criminosos vulgares.
Portugal tem sido um paraíso para esse tipo de gente, e o povo continua sereno.
 
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Ilusões
moncarapacho (seguir utilizador), 2 pontos , 9:05 | Sexta feira, 16 de dezembro de 2011
Que ninguém se iluda. A medicina provada tem como objectivo o lucro, a medicina pública é um serviço pago pelos impostos e que se destina a melhorar a saúde das pessoas.

Há uma grande diferença por detrás de cada sistema.

Para consultas e pequenos problemas um sistema como a ADSE é mais cómodo, há uns médicos convencionados, passam receitas, trata-se dos dentes,etc.

Para assuntos sérios e graves tem que se recorrer ao público, que tem os melhores equipamentos e os melhores médicos (os que trabalham por amor à arte).
Nos privados, quando o assunto dá para o torto, a primeira coisa que fazem é levar o doente para o público, para se livrarem de problemas.
O Estado recebe os impostos e tem obrigação de fornecer um serviço comparticipado de qualidade. Concordo com as taxas, para afastar viciados em médicos e para aliviar esforço económico.
 
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Vera Santorini (seguir utilizador), 1 ponto , 12:14 | Sexta feira, 16 de dezembro de 2011
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moncarapacho (seguir utilizador), 2 pontos , 12:54 | Sexta feira, 16 de dezembro de 2011
    Re: Imprecisões e injustiças    Ver comentário
julcal (seguir utilizador), 1 ponto , 23:40 | Sexta feira, 16 de dezembro de 2011
    Re: Imprecisões e injustiças    Ver comentário
Borrifador (seguir utilizador), 2 pontos , 16:55 | Sexta feira, 16 de dezembro de 2011
    Re: Imprecisões e injustiças    Ver comentário
aguafria (seguir utilizador), 1 ponto , 15:08 | Sexta feira, 16 de dezembro de 2011
    Re: Imprecisões e injustiças    Ver comentário
umais (seguir utilizador), 1 ponto , 15:28 | Sexta feira, 16 de dezembro de 2011
    Re: Ilusões    Ver comentário
zitablog (seguir utilizador), 1 ponto , 15:18 | Sexta feira, 16 de dezembro de 2011
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julcal (seguir utilizador), 1 ponto , 23:20 | Sexta feira, 16 de dezembro de 2011
Os FP's são cidadãos portugueses?
Alberto Teixeira (seguir utilizador), 2 pontos (Interessante), 10:00 | Sexta feira, 16 de dezembro de 2011
O Serviço Nacional de Saúde, custa ao Estado Português um terço das suas receitas ou seja muito milhares de milhões de euros por ano. Os cidadãos têm direito a essa assistência gratuita. No entanto, questiona-se que os FP's na ADSE paguem "apenas" 25% do total das suas despesas de saúde incluindo o valor do SNS. Ainda mais curioso é o facto de serem obrigados a faze-lo e ninguém estranhar que o SNS (para os restantes gratuito) vá cobrar à ADSE as despesas (não as taxas moderadoras mas o valor total da despesa) que realiza com esses cidadãos.
Se os FPs pagam impostos o SNS deveria ser igualmente gratuito para eles tal como aos restantes cidadãos e até os indigentes e emigrantes.
Se considerarmos apenas os valores relativos às comparticipações e consultas no "privado" que os FP's realizam, o valor de 1,5% dos seus salários e pensões mais do que cobre essas despesas e acaba até por subsidiar o SNS público dos restantes cidadãos.
 
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umais (seguir utilizador), 1 ponto , 15:41 | Sexta feira, 16 de dezembro de 2011
A minha tia Gostava muito ter a ADSE
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 12:13 | Sexta feira, 16 de dezembro de 2011
Já não é a primeira vez que o autor vem à carga contra os Funcionários Públicos. Já aqui mais que uma vez eu discordei, pois os mesmos como tenho dito por diversas vezes, não são nem de perto nem de longe o mal de todos os problemas que este País enfrenta. Também já referi que o Estado devia dar o exemplo e tratar os seus Funcionários bem, até para puxar pelo Sector Privado. Acontece que me dirigi hoje a uma Repartição Pública (Loja do Cidadão das Laranjeiras) e além de ter sido atendido com uma espera de 3 senhas passados mais ou menos 5 minutos , o funcionário era de uma simpatia e uma eficiência que faria inveja a qualquer funcionário público ou privado. Como se diz tão mal dos funcionários públicos, por isso faço questão de deixar aqui esse registo. Mais informo que não sou nem nunca fui funcionário público.
 
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zitablog (seguir utilizador), 1 ponto , 15:19 | Sexta feira, 16 de dezembro de 2011
Melhor ter ADME
makiavel (seguir utilizador), 2 pontos , 11:54 | Sábado, 17 de dezembro de 2011
Paga por todos nós, com médicos próprios e sem grandes complicações.

Ah, e a sua tia nem precisava de ter trabalhado um único dia na vida : bastava-lhe ter casado ou ser filha de militar.
Ate' o dentista é grátis.
 
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Re: A minha tia gostava muito de ter ADSE
Manuel Jacinto111 (seguir utilizador), 1 ponto , 8:51 | Sexta feira, 16 de dezembro de 2011
ha ganda toni, nem sei que diga, so que es criancola, mais nada...
 
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Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 12:18 | Sexta feira, 16 de dezembro de 2011
Tema de estimação
aguafria (seguir utilizador), 1 ponto , 9:00 | Sexta feira, 16 de dezembro de 2011

1. Muito tem aprendido desde começou a escrever as crónicas sobre a ADSE. Embora, por vezes, baralhe tudo e se atrase na aprendizagem. já não saiem bacoradas tão ridículas como nos primeiros escritos.

2. Afinal, ainda a muleta vital m. apareceu sem ser nomeada...
          Quando os hospitais públicos e os centros de saúde (o tal SNS...) apresentam a factura dos serviços prestados aos funcionários públicos à ADSE, que resulta dos descontos de 1,5 % nos vencimentos dos ditos funcionários públicos, ... isso é inconstitucional?
Coitados dos FP! deixaram de ser cidadãos e de ter direito ao SNS como qualquer outro cidadão!! Pagam impostos, como todos, para financiar o SNS mas não têm direito a ele.

3. O Zarolho, sempre atento, começa a frisar o sobrolho e a desconfiar que, por detrás deste afã e desta senha, deve haver mais qualquer coisa...

 
 
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Re: A minha tia gostava muito de ter ADSE
juxpot (seguir utilizador), 1 ponto , 9:22 | Sexta feira, 16 de dezembro de 2011
Ontem as «coxas carnais» e os «quadris», hoje a ADSE: era de um homem assim, com tamanha versatilidade, que o Benfica precisava na zona defensiva. Mas não deixa de ser curioso que o nosso Raposalho, que ainda há dias advogava o aumento das taxas moderadores para financiar o SNS, venha agora citar autores que aparentemente defendem o fim dos descontos da FPública para a ADSE. De tanto opinar sem dominar as matérias, apanham-se facilmente os cábulas na rede das suas próprias contradições. Em todo o caso, eu queria aproveitar a oportunidade para uma vez mais me insurgir escandalizado com mais uma diatribe maléfica do Diretor da SIC Notícias, o jornalista António José Teixeira. Então não é que no sábado passado a Clarita Alves faltou ao programa Eixo do Mal, e ao invés de chamarem de imediato o nosso Raposete (uma espécie de Vata político), para a substituir e entrar em campo, acabou por ser o Santos Guerreiro (um rapaz com potencial mas algo embrutecido com números e estatísticas, decorrentes talvez do convívio demasiado frequente com algumas das mais cintilantes figuras do economês cá do burgo) a ficar na lista de convocados para o programa? Mas isto faz-se? Impede-se o espectador de ver atuar, juntos e ao vivo, uma dupla humorística do calibre de Henrique Raposo e L. P. Nunes? Deixa-se assim o programa entregue apenas ao Pedro Marques Lopes e ao Daniel Oliveira? Então mas com um Raposo na cantera das escolinhas do mais serôdio liberalismo, vai-se contratar jogadores a outros?
 
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este homem baralha-me...
userEX315473 (seguir utilizador), 1 ponto , 9:27 | Sexta feira, 16 de dezembro de 2011
A sua familia tem muitos problemas, já deu para perceber...

Mas então porque é que a sua tia não paga 1.5% mais coisa menos coisa do seu salário e arranja um seguro de saúde?... diga-lhe para ela fazer uma simulação e vai ver que se calhar até lhe compensa!

ou então diga-lhe para ela perder um bocadinho do seu precioso tempo e ir ao centro de saúde pedir um médico de família. acredite que se o seu caso for grave, é reencaminhado para uma consulta num hospital público (onde realmente se resolvem os problemas de saúde graves...) com a celeridade necessária!

ainda gostava de saber se o HR alguma vez frequentou os meandros da medicina pública no nosso país...
 
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A.S.Duarte (seguir utilizador), 1 ponto , 13:07 | Sexta feira, 16 de dezembro de 2011
    Re: este homem baralha-me...    Ver comentário
juxpot (seguir utilizador), 1 ponto , 13:40 | Sexta feira, 16 de dezembro de 2011
E agora... que tal uma reforma constitucional?
A.S.Duarte (seguir utilizador), 1 ponto , 13:35 | Sexta feira, 16 de dezembro de 2011
Mais um livrinho para publicitar e mais um problema familiar do H.R.. Não há dúvida que as instituições estatais perseguem os parentes do cronista.
      Já agora, José Mendes Ribeiro não é a pessoa que o actual ministro da Saúde nomeou para coordenar o grupo encarregado de estudar a reforma hospitalar ? Acho que sim, mas porque razão H.R. omite tal esclarecimento aos leitores da sua crónica? E estando realmente a trabalhar nesse sentido, ficam o nosso bloguista e a sua tia garantidos nas suas pretensões referentes a um SNS mais eficaz. Ah, é verdade ... há o problema constitucional ! Maldita Constituição que nunca mais é alterada...!
 
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A MINHA TIA GOSTAVA…
Anamanacosta (seguir utilizador), 1 ponto , 17:03 | Sexta feira, 16 de dezembro de 2011
Os hospitais privados têm vindo a proliferar como cogumelos. Investimento muito lucrativo dos Bancos e dos respetivos seguros de saúde. Foi chão que deu uvas. Com a crise e os despedimentos, os cidadãos lá vão deixando de pagar os seguros de saúde. Para os utentes da ADSE era complicado conseguir uma consulta num hospital privado. Com alguma paciência era-lhes explicado que só tinham um médico com acordo com a ADSE e que os restantes sete médicos da especialidade não tinham acordo. Daí que as consultas fossem mais demoradas. Com os cortes que se avizinham nas comparticipações da ADSE é cada vez mais evidente que os funcionários públicos vão-se juntar aos antigos possuidores dos seguros de saúde nas listas de espera do SNS. Nos próximos tempos a sua tia vai estar bem acompanhada numa espera que vai ser superior a um ano.
 
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julcal (seguir utilizador), 1 ponto , 23:43 | Sexta feira, 16 de dezembro de 2011
ahh, o meu primo tem saudades do tempo em que ...
AKjars (seguir utilizador), 1 ponto , 17:53 | Sexta feira, 16 de dezembro de 2011
se morria com uma gripe, mas não é por isso que eu saio a torto e a direito a criticar o SNS..Caro cronista, um dia ainda me há de explicar, essa posição/tendencia de achar que certos direitos de pessoas que vivem com 700€ por mês, e com uma familia para sustentar, que obviamente os esbanjam em whiskys velhos, e charutos cubanos, são os culpados pelo estado do país.
 
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PERDOAI-LHE SENHOR...
zelis (seguir utilizador), 1 ponto , 18:40 | Sexta feira, 16 de dezembro de 2011
Perdoai-lhe Senhor porque não sabem o que dizem.
A sua suposta tia, deve estar ao seu nivel ou superior, segundo a visão que o Sr. descreve que tem.
Ponha a sua tia (ficticia/figurada) a ver ao nivel da minha que usufrui de um esmola, a que chama pensão, abaixo dos 250 euros.
Que tem contra a ADSE? Não é a primeira vez que alude ao tema, por isso pergunto: que sermão lhe encomendaram?
Com os seus "disparates", pretende generalizar o sistema da ADSE ou universalizar o sistema do SNS?
É que a ser assim, aumentava a clientela da menina dos seus olhos (seguradoras e hospitais privados).
O problema é que cada menos individuos poderão pagar os ditos seguros e aí lá se vai o benemériuto dos privados.
Desejo-lhe que a sua saude se mantenha por muitos anos, mas que quando ela faltar, que tenha o acesso à saude igual ao de muitos daqueles que, embora tenham ADSE, recebem ao final do mês 600 ou 700 euros.
Numa situação critica, não lhe faria muito mal estar um ou dois anos com esse rendimento sem poder recorre ao pé de meia.
Aperceber-sei-ia das dificuldades de metade da população portuguesa e, por certo, mudaria de opiinião.
Tanto ao SNS como aos hospitais privados, como aos "chulos" dos servidores do Estado.
Tambem poderia falar de vez em quando dos que se servem do Estado.
O Sócrates foi embora, extingui-se a sua musa.
Paciência e Boas Festas.
 
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Sr. Henrique Raposo
atempo (seguir utilizador), 1 ponto , 18:41 | Sexta feira, 16 de dezembro de 2011
A ADSE não é um serviço gratuito embora os seus utentes descontem 1,5% do seu ordenado. Permite sim obter consultas em médicos ou hospitais que tenham convenção com esse serviço ou recorrer a "outros" que não tenham essa convenção.
No 1º caso o utente paga a sua parte e a ADSE o restante.
No 2º caso o utente paga a totalidade e aguarda a devolução a que tem direito.
Resumindo: paga sempre. Não é um serviço totalmente gratuito.
 
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    Re: Sr. Henrique Raposo    Ver comentário
a_Razao (seguir utilizador), 1 ponto , 19:37 | Sexta feira, 16 de dezembro de 2011
O dinheiro não cria a felicidade mas quase...
Anthos (seguir utilizador), 1 ponto , 22:21 | Sexta feira, 16 de dezembro de 2011

Cião Enrico,

Há quem nasceu sob uma boa estrela e quem nasceu desgraçado.

E' verdade: "Il denaro non fa la felicita ma poco ci manca"

= "O dinheiro não cria a felicidade mas pouco falta nisso".

Há pessoas que estão atrás dum escritório todo o santo dia sem fazer nada lendo o jornal e fumando.
Elas sabem bem que ao fim do mês o seu salário vai ser acreditado na sua conta de banco.

Ao contrário há gente como os pedreiros, que trabalham como negros e por isso tornam-se velhos muito cedo

Neste Mundo não existe a Justiça e todas as tentativas para a encontrar serão um fiasco.

Boa Noite, Portugueses

por parte dum Italiano

                                              ἄѵϑος

 
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    Re: O dinheiro não cria a felicidade mas quase...    Ver comentário
Manuel Jacinto111 (seguir utilizador), 1 ponto , 2:13 | Sábado, 17 de dezembro de 2011
    Re: O dinheiro não cria a felicidade mas quase...    Ver comentário
Anthos (seguir utilizador), 1 ponto , 13:45 | Sábado, 17 de dezembro de 2011
    Fotos de Florença    Ver comentário
Anthos (seguir utilizador), 1 ponto , 11:41 | Domingo, 18 de dezembro de 2011
    Florença - Continuação da viagem.    Ver comentário
Anthos (seguir utilizador), 1 ponto , 12:00 | Domingo, 18 de dezembro de 2011
    Re: Florença - Continuação da viagem.    Ver comentário
Manuel Jacinto111 (seguir utilizador), 1 ponto , 16:50 | Domingo, 18 de dezembro de 2011
    Re: Florença - Continuação da viagem.    Ver comentário
Manuel Jacinto111 (seguir utilizador), 1 ponto , 16:51 | Domingo, 18 de dezembro de 2011
    Re: Florença - Continuação da viagem.    Ver comentário
Anthos (seguir utilizador), 1 ponto , 19:09 | Domingo, 18 de dezembro de 2011
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