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A desonestidade árabe perante Israel

Henrique Raposo (www.expresso.pt)
8:00 Quarta feira, 28 de setembro de 2011
Henrique Raposo, A Tempo e a Desmodo - A desonestidade árabe perante Israel

Expulsar os judeus para o Mediterrâneo não é apenas o sonho molhado dos extremistas, dos wahabitas e outros "istas" do Médio Oriente. Esse desejo também lateja nos tais moderados, como Alaa al Aswany. Como vimos ontem, Aswany não é um radical, não é um islamita. É alguém que luta por um centro democrático no Egito e no mundo árabe . Mas este cândido Aswany transforma-se num Rambo quando Israel surge na conversa. E a linguagem não engana. Aswany, um moderado, considera Israel o inimigo e, em consequência, desumaniza por completo os "sionistas" (um termo revelador).

No meio deste ódio, a honestidade intelectual é a primeira baixa. Aswany diz que "a lendária resistência dos palestinianos levou Israel a cometer um brutal massacre" em Gaza. Bom, convém relembrar que Israel fez uma guerra defensiva contra um território que estava a ser usado para atacar israelitas. Aswany nunca menciona que o Hamas lançava rockets - todos os dias - contra Israel. Portanto, o Hamas é um corpo de escuteiros inofensivo, é a guarda avançada e pacífica da "lendária resistência" . Depois, Aswany diz que a muralha de aço subterrânea -  entre Gaza e o Egito -  visa apenas "matar à fome a população de Gaza". Claro, é isso mesmo. Os túneis entre Egito e Gaza são meros corredores humanitários, não é verdade? Nunca ali passaram armas para o Hamas, as tais armas que nunca foram usadas contra Israel, não é verdade? Nunca. Jamais.

A desonestidade de Aswany e dos árabes em geral não está nas críticas a Israel. As acções de Israel podem e devem ser criticadas. A desonestidade está no facto de os árabes não olharem para factos simples: o Hamas dispara rockets contra Israel, os túneis servem para o Hamas receber mais armas. Uma discussão séria do assunto tem de contemplar estes dois factos. Mas, na visão árabe, estes pormaiores são simplesmente ignorados. Porquê? Porque Aswany & cia. não estão interessados nos erros políticos de Israel. Para Aswany, Israel é um erro, um erro histórico, um erro ontológico. E quem pensa assim não perde tempo com análises a erros de conjuntura, não é verdade?

Aswany, relembro, é um dos moderados do novo Egito.
Palavras-chave  israel, árabes, palestina, hamas, Blogues
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Surpreendente
moncarapacho (seguir utilizador), 5 pontos (Interessante), 8:38 | Quarta feira, 28 de setembro de 2011
Nunca pensei que ao cronista escapasse a grande questão :
  Os árabes vêem Israel e os judeus como uma entidade estranha, europeus que conquistaram terra árabe e que, mais tarde ou mais cedo, serão escorraçados e regressarão a casa.
Esta opinião é generalizada no mundo árabe e mesmo no mundo islâmico.

A conquista foi militarmente incompleta, com milhões de conquistados entre fronteiras, o argumento para a conquista foi falso, vendendo-se a ideia de que se trataria de terra desabitada e estéril, as razões religiosas são racistas e xenófobas , enfim, um conjunto de não-razões que nunca convenceram árabes e não só.

Os pontos abordados na crónica não passam de pequenos pormenores, que o cronista aborda, por estar a ver a árvore e não ver a floresta.

A questão é muito mais complicada.................
 
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M.Farid (seguir utilizador), 1 ponto , 12:01 | Quarta feira, 28 de setembro de 2011
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lacraus (seguir utilizador), 1 ponto , 12:43 | Quarta feira, 28 de setembro de 2011
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aukistoxegu (seguir utilizador), 1 ponto , 13:45 | Quarta feira, 28 de setembro de 2011
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moncarapacho (seguir utilizador), 2 pontos , 15:03 | Quarta feira, 28 de setembro de 2011
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a_Razao (seguir utilizador), 1 ponto , 15:04 | Quarta feira, 28 de setembro de 2011
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ALL-IN (seguir utilizador), 1 ponto , 22:49 | Quarta feira, 28 de setembro de 2011
QUAL ESTADO? (1)
Floriano Mongo(Pres) (seguir utilizador), 3 pontos (Bem Escrito), 12:11 | Quarta feira, 28 de setembro de 2011
Que importa que a esmagadora maioria da imprensa omita o óbvio? O trabalhista Ehud Barak, primeiro-ministro entre 1999 e o início de 2001, aceitou conceder aos palestinianos quase tudo o q pediram — o status de Jerusalém ficou para ser negociado mais tarde.

O corrupto Yasser Arafat chegou perto do acordo. Na hora “h”, voltou atrás, e Barak ganhou de presente a Segunda Intifada, em setembro de 2000. O pretexto foi um passeio de Ariel Sharon à Esplanada das Mesquitas.

O negociador Barak perdeu o cargo para Sharon! Barak foi o governante que saiu do Sul do Líbano — e o Sul do Líbano caiu nas mãos do Hezbollah, cujo propósito declarado, com financiamento do Irão, é destruir Israel.

Sharon, o sucessor, saiu da Faixa de Gaza, e a Faixa de Gaza caiu nas mãos do Hamas, cujo propósito declarado é a destruição de Israel.

O povo palestiniano tem uma vida terrível, mas nada que os povos das demais ditaduras árabes não tenham.

O inferno diário dos moradores da Faixa de Gaza é patrocinado pelo Hamas. Não existe nada q Israel possa fazer num clima de confronto, q o Hamas não faça como prática costumeira.

Se a Palestina for um “estado” reconhecido pela ONU, Abbas vai conquistar do Hamas a Faixa de Gaza à força? Não, porque foi o Hamas que expulsou o Fatah…

(cont)
 
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Floriano Mongo(Pres) (seguir utilizador), 2 pontos , 12:14 | Quarta feira, 28 de setembro de 2011
    Re: QUAL ESTADO? (2)    Ver comentário
userEX162824 (seguir utilizador), 1 ponto , 13:59 | Quarta feira, 28 de setembro de 2011
    Re: QUAL ESTADO? (2)    Ver comentário
A.S.Duarte (seguir utilizador), 1 ponto , 14:50 | Quarta feira, 28 de setembro de 2011
    Re: QUAL ESTADO? (1)    Ver comentário
kcorreia (seguir utilizador), 2 pontos , 14:29 | Quarta feira, 28 de setembro de 2011
    Re: QUAL ESTADO? (1)    Ver comentário
A.S.Duarte (seguir utilizador), 1 ponto , 15:41 | Quarta feira, 28 de setembro de 2011
    Re: QUAL ESTADO? (1)    Ver comentário
userEX162824 (seguir utilizador), 1 ponto , 16:39 | Quarta feira, 28 de setembro de 2011
    Re: QUAL ESTADO? (1)    Ver comentário
kcorreia (seguir utilizador), 2 pontos , 18:00 | Quarta feira, 28 de setembro de 2011
    Re: QUAL ESTADO? (1)    Ver comentário
userEX162824 (seguir utilizador), 1 ponto , 18:04 | Quarta feira, 28 de setembro de 2011
    Re: QUAL ESTADO? (1)    Ver comentário
papadk (seguir utilizador), 1 ponto , 17:03 | Quarta feira, 28 de setembro de 2011
    Re: QUAL ESTADO? (1)    Ver comentário
kcorreia (seguir utilizador), 2 pontos , 17:59 | Quarta feira, 28 de setembro de 2011
    Re: QUAL ESTADO? (1)    Ver comentário
moncarapacho (seguir utilizador), 2 pontos , 15:12 | Quarta feira, 28 de setembro de 2011
    Re: QUAL ESTADO? (1)    Ver comentário
A.S.Duarte (seguir utilizador), 1 ponto , 15:59 | Quarta feira, 28 de setembro de 2011
Realmente foi lamentável este artigo,
Rio Grande (seguir utilizador), 3 pontos (Bem Escrito), 15:55 | Quarta feira, 28 de setembro de 2011
pois o grande problema que ultrapassa a voz da sanidade, a bobagem histórica, a retórica furada é, que no mundo atual, como no do passado, a fúria lamentável dessa gente estúpida que é aliada do fanatismo que, como lamenta Amós Oz, é anterior ao Islã, ao Cristianismo, ao Judaísmo, a qualquer sistema político ou Estado, sendo tal sentimento um componente típico de qualquer indivíduo. O que está mal na foto deste artigo é, que, tanto judeus como islamitas, são liderados por pessoas portadoras de um fanatismo doentio, que tapa a razão, que é o fermento do mal. Os radicais estão por aí e não é preciso um articulista munido de rebenque, querendo escrever baboseiras histéricas sobre um conflito dominado por personalidades paranoicas. Também sou descendente de judeus e, nem por isso, advogo as barbaridades que estamos assistindo. Tudo isso é conseqüência de uma sociedade mentirosa, construída sobre pressupostos falsos, egoísta, hedonista e maravilhada com a tecnologia, que se manifesta não tão só em homens-bomba, invasões militares criminosas e povos enfurecidos por quaisquer motivos fúteis. Já estou farto de ler porcarias de opiniões que só e lamentavelmente contribuem para piorar os fatos. O que precisamos é de moderados, em todos os lugares do planeta. Já estou farto de homens dizendo bobagens em nome disso e daquilo, procurando o diabo em qualquer assunto corriqueiro. E de jornais que se autorizam como vanguardistas. O articulista não presta nenhum favor. Rio Grande
 
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O Estado da Palestina
águiadois (seguir utilizador), 2 pontos , 8:40 | Quarta feira, 28 de setembro de 2011
É um Direito dos Palestinianos.Israel foi um Estado ali metido á força das armas.
 
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ratel (seguir utilizador), 1 ponto , 8:48 | Quarta feira, 28 de setembro de 2011
    Re: O Estado da Palestina    Ver comentário
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 11:37 | Quarta feira, 28 de setembro de 2011
    Re: O Estado da Palestina    Ver comentário
Maxx (seguir utilizador), 1 ponto , 10:24 | Quarta feira, 28 de setembro de 2011
    Re: O Estado da Palestina    Ver comentário
Borrifador (seguir utilizador), 1 ponto , 9:25 | Quarta feira, 28 de setembro de 2011
DO
caprylm56 (seguir utilizador), 2 pontos , 8:49 | Quarta feira, 28 de setembro de 2011
Arabes e socialistas,,,,JAMÉÉÉÉ.
É democrático.
 
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    Re: DO    Ver comentário
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 11:39 | Quarta feira, 28 de setembro de 2011
    Re: DO    Ver comentário
caprylm56 (seguir utilizador), 2 pontos , 15:54 | Quarta feira, 28 de setembro de 2011
    Re: DO    Ver comentário
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 16:30 | Quarta feira, 28 de setembro de 2011
    Re: DO    Ver comentário
leaodaselva (seguir utilizador), 1 ponto , 10:06 | Quarta feira, 28 de setembro de 2011
Somente história e comparação
mb55118 (seguir utilizador), 2 pontos (Interessante), 14:22 | Quarta feira, 28 de setembro de 2011
Creio que há um aspecto aue se ignora quanto a Israel e que consiste na fundação.
Os palestinianos pastorearam tranquila e pacíficamente as suas cabras durante centenas de anos sem nenhum tipo de conflito com membros de outras convições religiosas (minoritárias porque abandoraram progressivamente a região rumo à Europa) . Durante a primeira Guerra mundial um número crescente de judeus radicou-se na região com o objectivo claro de fundar um estado próprio na chamada “Terra Prometida”. A situação escalou no fim da 2ª Guerra, quando ninguém na Europa sabia que fazer com a comunidade judaica e culmina em 1948 quando Inglaterra abandona a Palestina permitindo a declaração de um estado que não tinha outra base que as origens históricas da sua religião.
É como se os marroquinos, com o avanço da desertificação no seu país, viessem radicar-se no Alentejo e Algarve e dentro de 50 anos reclamassem uma republica própria usando o argumento de que até ao Séc. 14 aqui estiveram.
Não creio que a reacção dos portugueses fosse diferente da dos palestinianos.
 
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    Re: Somente história e comparação    Ver comentário
userEX162824 (seguir utilizador), 2 pontos , 16:58 | Quarta feira, 28 de setembro de 2011
    Re: Somente história e comparação    Ver comentário
M.Farid (seguir utilizador), 1 ponto , 15:45 | Quarta feira, 28 de setembro de 2011
    Re: Somente história e comparação    Ver comentário
jazão (seguir utilizador), 1 ponto , 21:56 | Quarta feira, 28 de setembro de 2011
    Re: Somente história e comparação    Ver comentário
userEX162824 (seguir utilizador), 1 ponto , 17:04 | Quarta feira, 28 de setembro de 2011
    Re: Somente história e comparação    Ver comentário
papadk (seguir utilizador), 1 ponto , 17:18 | Quarta feira, 28 de setembro de 2011
    Re: Somente história e comparação    Ver comentário
userEX162824 (seguir utilizador), 1 ponto , 0:29 | Quinta feira, 29 de setembro de 2011
    Re: Somente história e comparação    Ver comentário
mb55118 (seguir utilizador), 1 ponto , 20:33 | Quarta feira, 28 de setembro de 2011
    Re: Somente história e comparação    Ver comentário
M.Farid (seguir utilizador), 1 ponto , 14:22 | Quinta feira, 29 de setembro de 2011
    Re: Somente história e comparação    Ver comentário
userEX162824 (seguir utilizador), 1 ponto , 20:40 | Quinta feira, 29 de setembro de 2011
'A desonestidade árabe perante Israel
jpafonso (seguir utilizador), 2 pontos , 22:17 | Quarta feira, 28 de setembro de 2011
Antes demais, porque é que o meu comentário sobre as razões que levaram o Hamas a quebrar o cessar-fogo (a explosão numa movimentada rua que matou 8 palestinianos em Gaza, atribuída a disparos de artilharia de Israel, disparos que Israel reconheceu existirem mas apontados a 250 dali) desapareceu daqui?

Será possível que a tão famosa verdade não admite reconhecer que o Médio Oriente vive numa política de olho por olho onde não se sabe quem começa e quem continua, tenha chocado alguém? Que não se suporte saber que quando um lado tenta pagar em duplicado, que isso condena a violência a crescer exponencialmente?

5000 tiros de artilharia (para não falar de raides aéreos) contra 750 Qassans antes do conflito... nenhuma destes factos descreve uma fação amante da paz.
 
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Bom debate
Bakunov (seguir utilizador), 1 ponto , 10:08 | Quarta feira, 28 de setembro de 2011
http://www.youtube.com/wa...
 
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O escrevinhador de serviço...
M.Farid (seguir utilizador), 1 ponto , 11:44 | Quarta feira, 28 de setembro de 2011
...necessitaria de um curso acelerado de História,antes de produzir e omitir enormidades.

"convém relembrar que Israel fez uma guerra defensiva contra um território que estava a ser usado para atacar israelitas",diz o iluminado!

E onde estavam esses israelitas?De que lado da fronteira internacionalmente reconhecida se encontravam?Quem lhes reconhece a ocupação desse território?

Unilateralmente ocuparam um território e esperam ter respeito e paz daqueles a quem desapossaram,expoliaram e perseguiram?

Israel não possui fronteiras reconhecidas internacionalmente e portanto não pode pretender que um determinado espaço na Palestina esteja sob a sua soberania e ao abrigo das acções da Resistência.

O Sionismo político é o inimigo tanto dos Palestinos como dos Judeus,mas grande parte destes não o sabe.

O HR se fosse vivo em 1944 teria escrito a propósito das acções de Jean Moulin na resistência dos "maquis" franceses aos nazis alemães:

"Mutatis mutandi":

"convém relembrar que a Alemanha fez uma guerra defensiva contra um território que estava a ser usado para atacar alemães",só rir!!!
 
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    Cursos de História    Ver comentário
kcorreia (seguir utilizador), 2 pontos , 14:35 | Quarta feira, 28 de setembro de 2011
Israel/Palestina
Racmaninof (seguir utilizador), 1 ponto , 12:11 | Quarta feira, 28 de setembro de 2011
Os palestinianos merecem um Estado da Palestina, e será uma realidade mais tarde ou mais cedo. A existência deste depende muito mais dos palestinianos que dos israelitas. Israel é um Estado com 7 milhões de habitantes, membro da ONU desde 1947, data da sua criação, rodeado por 100 milhões de árabes mais ou menos hostis. A garantia da defesa de Israel é fundamental para a criação do Estado da Palestina e se a Fatah reconhece a existência do Estado de Israel, o Hamas não. Além de não reconhecer Israel preconiza a sua eliminação e a de seus habitantes. Quando a paz esteve perto de ser uma realidade, o Hamas iniciou uma guerra civil com a Fatah e ficou a controlar a Faixa de Gaza e a Fatah a Cisjordânia. O processo para o nascimento do Estado da Palestina passa obrigatóriamente pela resolução do diferendo entre os palestinianos.
 
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Bom artigo
userEX162824 (seguir utilizador), 1 ponto , 12:33 | Quarta feira, 28 de setembro de 2011
Caro HR, em primeiro lugar, deixe-me dizer-lhe eu nem sempre concordo com as suas opiniões, nomeadamente no campo económico e laboral.
Contudo, este seu artigo foi de uma enorme lucidez.
Em primeiro lugar, expõe, para quem o quiser ver, a realidade acerca dos “moderados” muçulmanos. Por debaixo da “moderação” escondem-se chauvinistas com um toquezinho de nazismo, indivíduos com mentalidade conflituosa e muitas vezes genocida, se o assunto for Israel ou até mesmo o “Ocidente”.

Em segundo lugar, põe a nu a verdade acerca de Gaza. Muitos ainda usam Israel como o bode expiatório de tudo o que acontece de mal naquele território, desde acusarem-no de disparos de artilharia que “afinal” são só “alegados disparos” (e que se calhar até são explosivos mal acondicionados), até dizerem que se justifica o ataque deliberado sobre civis israelitas porque Israel, esse malandro, impede que haja túneis em direcção a Gaza onde “por acaso”, também se traficam armas, nomeadamente mísseis (coisa pequena, esses mísseis de 122mm, meras bombinhas de Carnaval)…
Outro argumento interessante é aquele em que se diz que “não é o Hamas quem dispara, são outros grupos”… o que nos faz pensar que Israel também poderia permitir a existência de uns grupos paramilitares israelitas para depois dizer “não foram as nossas Forças Armadas, foram uns grupos…”

Ao responsabilizar directamente os árabes pelos seus actos, o HR faz um exercício muito mais meritório do que aqueles que os desculpam. A responsabilid
 
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E OS OUTROS EUROPEUS?
tábuarasa (seguir utilizador), 1 ponto , 13:35 | Quarta feira, 28 de setembro de 2011
Os Judeus são tão legitimos da terra como os outros povos de outras religiões. Foram eles que afrontaram os romanos; os tolastolas nem sequer tinham religião à altura. Os muçulmanos querem reconquistar pelo direito aquilo que conquistaram à força e pela força perderam. Os judeus não são europeus e os nazis da europa continuam destilando o seu ódio apoiando falsamente os interesses dos denominados palestinianos. Há na europa muitos nazis e racistas que continuam com preconceito aos judeus, aos ciganos e outras minorias rácicas. Nunca os integraram em séculos; Dependendo da evolução destas minorias ou se calam desdenhosamente (no caso dos judeus) ou desprezam ostensivamente (ciganos). Racistas e nazis disfarçados de esquerdolas. Usam os métodos das ideologias totalitárias (nazi-stalinista)para fazerem valer os seus preconceitos a sua raiva surda perante aqueles que têem valores, aceitam a ordem e têem uma ordem, respeitam as mulheres e a família. O líder religioso árabe de jerusalem era aliado de Hitler. São estes muçumanos nazis que inquinam o Islão. Destruiram o Líbano e mantêem a guerra. O Hamas ganha eleições comprando votos com dinheiro do Irão. Os árabes e judeus conviveram pacíficamente durante séculos. Os europeus racistas é que forçaram a criação de Israel. Em toda a europa os judeus foram perseguidos, mesmo depois da revolução francesa. No século XX foi mesmo vergonhoso. Os católicos pediram desculpa ... ... ... E OS OUTROS EUROPEUS?
 
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A desonestidade de H.R.
A.S.Duarte (seguir utilizador), 1 ponto , 15:02 | Quarta feira, 28 de setembro de 2011
 
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A desonestidade de H.R.
A.S.Duarte (seguir utilizador), 1 ponto , 15:24 | Quarta feira, 28 de setembro de 2011
Ontem H.R. apresenta-nos um Alaa Al Aswany moderado e não islamista em oposição aos radicais que não respeitam a condição feminina. Hoje, faz um golpe de rins e, a propósito das suas críticas a Israel , generaliza a questão. Sim, dado que não concorda com as suas posições resolve.pura e simplesmente, chamar-lhe desonesto e estender esta acusação à maioria dos árabes: " a desonestidade de Aswany e dos ÁRABES EM GERAL" é a frase de que se serve.
          Se isto não é desonestidade de H.R., não sei como qualificar a sua afirmação...!
 
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- Um sonho molhado -
Anthos (seguir utilizador), 1 ponto , 19:38 | Quarta feira, 28 de setembro de 2011

Expresso todo o meu apreço relativamente ao artigo da Volpe, que com clareza nos dá um quadro efetivo do conflito entre Israel e a Palestina.

Uma guerra sem fim, parecida com um beco sem saída.

Os dois não têm vontade alguma de dar-se por vencidos. Mas o caso é que as razões são mais cegantes do que a luz do Sol a meio-dia.

Gostei muito da seguinte frase do jornalista, que condena com palavras inequívocas Aswany e os árabes: "A desonestidade está no facto de os árabes não olharem para factos simples: o Hamas dispara rockets contra Israel, os túneis servem para Hamas receber mais armas. Uma discussão séria do assunto tem de contemplar estes dois factos".

Há uma palavra mui desprezadora para definir tal individuo: "Belicista".

Anthos
 
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