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A defesa de Ana Drago

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O ódio queirosiano e salazarista em relação ao parlamento e à vidinha representativa é uma marca da nossa cultura (sim, Eça e Salazar eram farinha do mesmo saco neste ponto). Nos últimos meses, este populismo tem batido vários recordes e tem sido o ganha-pão do jornalismo-que-dá-ao-povo-aquilo-que-ele-quer-ouvir. Na semana passada, por exemplo, Ana Draga foi queimada nesta pira queirosiana, porque, imaginem, usou um motorista para ir a Guimarães. Quem diria, ah? Quem diria que um representante da nação tem acesso a coisas que um cidadão normal não tem? Só mesmo neste país, não é verdade?

Pelo que percebi, Ana Drago é o segundo lisboeta que não conduz (o primeiro sou eu), logo, usou um motorista do BE ou do parlamento para ir a Guimarães em trabalho. Levantou-se logo uma onda de choque contra Drago. Esta deputada não vai ganhar 40 mil euros na EDP e não anda por Paris depois de ter arruinado o país, mas teve de ouvir o calão anti-partidos: "mas porque é que não vai no seu carro?"; "porque é que não vai de comboio?". De facto, como é que uma representante do país tem a lata de andar de motorista? Como é uma representante do país tem o descaramento de fazer o seu trabalho fora da assembleia? Os deputados têm de ficar quietinhos, lá no gabinete da assembleia. Ou não. Se calhar, também devíamos acabar com isso, porque é escandaloso que os deputados tenham secretárias (a senhora e a mesa) pagas por todos nós, não é verdade?

Este populismo anti-partidos está a passar alguns limites, e está a confundir as coisas. Uma coisa é debater uma redução do salário dos deputados ou mesmo a redução do número de deputados. Outra coisa, bem diferente, é cair em cima de qualquer gasto remotamente principesco de um deputado. É bom não esquecer uma coisa: a democracia é um regime caro; não há democracias grátis. A conversa do "deputado é um bandido com motorista" esquece esta evidência e faz demasiadas tangentes à conversa que elevou Salazar ao poder. Convém evitar isto, porque o Estado Novo era mesmo um regime baratucho, e o tuga adora uma bela loja dos trezentos. 


Opinião


Multimédia

Edwin. O rapaz que aprendeu a sonhar

O que Edwin sabia sobre a vida era sobreviver. Na cabeça dele não cabiam sonhos e os dias eram passados à procura de comida para ele e para a mãe e para o irmão. A fome espreitava nos cantos da barraca de palha no Quénia e ele escondia-se dela como podia - chupar as pedras era uma forma de a enganar. Mas a sorte dele mudou porque alguém viu nele outra coisa. E tudo começou numa dança. Agora, os mesmos dedos que agarravam as pedras tocam hoje teclas de um piano Bechstein. E os pés dele já não estão nus mas calçados. Com chuteiras. Primeiro no Benfica, agora no Estoril, o miúdo de 15 anos que fala como gente grande descobriu que tinha um sonho: ser futebolista. Como Drogba.

Em três quartos de hora não se esquece só a idade. "Esquece-se o mundo"

Maria do Céu dá três voltas ao lar sempre que pode. Edviges vai a todos os velórios, faz hidroginástica e sopas de letras. António dá um apoio na Igreja e nos escuteiros. Tudo é uma ajuda para passar os dias quando se tornam todos iguais. No Pinhal Interior Sul, a região mais envelhecida da União Europeia, quase um terço da população tem mais de 65 anos. Os mais velhos ficaram, os mais novos partiram.

Profissão: Sniper

O Expresso foi ver como são selecionados, que armas usam, para que missões estão preparados os snipers da Força de Operações Especiais do Exército. São uma elite dentro da elite. Um pelotão restrito. Anónimo. Treinam diariamente com um único objetivo: eliminar um alvo à primeira, mesmo que esteja a centenas de metros. Humano ou material. Sem dramas morais, dizem.

Xarém com conquilhas

Especialista em pratos de confeção acessível, com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, Tiger escolheu a gastronomia como forma de estar na vida. Veja, confecione, desfrute e impressione com esta nova receita.

O que se passa dentro da cabeça dele

O que leva um tipo a quem iam amputando uma perna a regressar ao sítio onde os ossos se desfizeram, uma e outra vez, e testar os limites do seu corpo? Resposta: a busca pelo salto perfeito, que ele diz existir dentro dele e que ele encontrará mais dia menos dia. É a fé e a confiança que o movem e o levam a pular para lá do que é exigido a um campeão olímpico e mundial que não tem mais nada a provar a ninguém - a não ser a ele próprio. Este é um trabalho que publicámos em agosto de 2014, quando o saltador se preparava para os Europeus e falava das metas que tinha traçado para 2015 e 2016: mostrar que não estava acabado. Sete meses depois, provou-o no Europeu de pista coberta em Praga, onde venceu este fim de semana.

Amadeu, que aprendeu o mundo no campo e tinha o coração na ponta dos dedos

Em Portugal, a dedicação à língua mirandesa tem nome próprio: Amadeu Ferreira, o jurista da CMVM que - quando todos diziam que "era uma loucura impossível" - arranjou tempo para traduzir "Os Lusíadas", a "Mensagem", os quatro Evangelhos da Bíblia e ainda duas aventuras do Asterix para uma língua que pertence a um cantinho do nordeste português e é falada por menos de 15 mil pessoas. No final de 2014 deu ao Expresso aquela que viria a ser a sua última entrevista. Morreu no passado domingo e esta quinta-feira foi lançada a sua biografia, "O fio das lembranças", com quase 800 páginas.

Temos 16 imagens que não explicam o mundo, mas que ajudam a compreendê-lo

O júri do World Press Photo queria dar o prémio maior da edição deste ano (e talvez das edição todas) a uma fotografia com "potencial para se tornar icónica". A primeira imagem desta fotogaleria, por ser "esteticamente poderosa" e "revelar humanidade", é o que o júri procurava. A fotografia de um casal homossexual russo, a grande vencedora, é a primeira de 16 imagens de uma seleção onde há Messi desolado, migrantes em condições indignas no Mediterrâneo, a aflição do ébola, mistérios afins e etc - são os contrastes do mundo.

Vamos falar de sexo. Seis portugueses revelam tudo o que lhes dá prazer na cama

Neste primeiro episódio de uma série que vai durar sete semanas, seis entrevistados falam abertamente sobre aquilo que lhes dá mais satisfação na intimidade. Sexo em grupo, sexo na gravidez, prazer sem orgasmo e melhor sexo após a menopausa são alguns dos temas referidos nos testemunhos desta semana. O psiquiatra Francisco Allen Gomes explica ainda a razão de muitas mulheres fingirem o orgasmo. O Expresso e a SIC falaram com 33 portugueses que deram a cara e o testemunho de como são na cama. Ao longo das próximas sete semanas, contamos-lhe tudo.

Elvis. Gostamos ou não gostamos?

Ele não é consensual, mas é incontornável. Dispunha de penteado majestoso e patilha marota, aparentava olhar matador e pose atrevida. E deixou canções: umas fáceis e outras nem tanto, por vezes previsíveis e às vezes inesperadas, ora gentis ora aceleradas. E ele, Elvis, nasceu em janeiro de 1934 - há precisamente 40 anos, ao oitavo dia. Temos quatro textos sobre o artista: Nicolau Santos, Rui Gustavo, Nicolau Pais e João Cândido da Silva explicam o que apreciam, o que toleram e o que não suportam.

A última viagem do navio indesejado

Construído nos Estaleiros de Viana e pensado para fazer a ligação entre ilhas nos Açores, o Atlântida foi recusado pelo Governo Regional por alegadamente não atingir a velocidade pretendida. Contando com os custos associados à dissolução do contrato, o prejuízo ascendeu a 70 milhões de euros. Foi agora comprado a "preço de saldo", para mudar de nome e ser reconvertido num cruzeiro na Amazónia. Fizemos a última viagem do Atlântida e vamos mostrar-lhe os segredos do navio.

Desfile de vedetas

Saiba tudo sobre os modelos concorrentes ao Carro do Ano 2015/Troféu Essilor Volante de Cristal. Conheça o essencial sobre os 20 automóveis participantes nesta iniciativa, da estética, às características técnicas, do preço ao consumo. A apresentação ficará completa no dia 3 de janeiro.

Tudo o que precisa de saber sobre o ébola. Em dois minutos

Porque é que este está a ser o pior surto da história? Como é que os primeiros sintomas se confundem com os de outras doenças? É possível viajar depois de ter contraído o vírus, sem transmitir a doença? E estamos ou não perto de ter uma vacina? O Expresso procurou as respostas a estas e outras dúvidas sobre o ébola.

Desacelerámos a realidade para observar a euforia da liberdade

Ela, Jacarandá, é algarvia. Ele, Katmandu, é espanhol. São linces e agora experimentam a responsabilidade da liberdade: foram soltos esta terça-feira numa herdade alentejana, próxima de Mértola, eles que saíram de centros de reprodução em cativeiro. Foi inédito: nunca tinha acontecido algo assim em Portugal. Estivemos lá e ensaiámos o slow motion.


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Quem semeia ventos...
... já se sabe o resto. O problema da Ana Drago e de todo o Bloco de Esquerda é que criticam, criticam muitas vezes só por criticar. Não há crítica construtiva. Não há soluções. No caso da Ana drago, fez exactamente aquilo que ela critica amíude. Para quem a ouve falar, é uma santa. Na realidade não é, antes pelo contrário. E isso, o português não perdoa.
Na questão das mordomias dos deputados há que separar as águas. Obviamente que são profissões de Estado e que têm direito a benesses que um servente de pedreiro não tem. Não é isso que choca. Nem sequer o seu vencimento. Choca muitos portugueses "ditos comunistas", mas isso é por pura inveja (uma das nossas características como povo). O que choca, são os abusos, as nomeações sem competência, o "aproveitar em proveito próprio" da profissão.
Não me choca por exemplo a maneira de pensar dos comunistas. Eles realmente sentem e acreditam dessa forma. A malta do BE não. São uns hipócritas. Não posso acreditar que o Louçã ensine uma coisa nas suas aulas de economia na faculdade e venha pregar o contrário para a comunicação social. Idem para Ana Drago. A isto chama-se demagogia e hipocrisia!
Re: Quem semeia ventos...
Re: Entre PCP e BE
Re: Entre PCP e BE
Re: Entre PCP e BE
Re: Entre PCP e BE
Re: Entre PCP e BE
Re: Entre PCP e BE
Re: Entre PCP e BE
Re: Frentismos
Re: Entre PCP e BE
Re: Entre PCP e BE
Re: Entre PCP e BE
Re: Entre PCP e BE
Re: Estalou o verniz
Re: Estalou o verniz
Re: Estalou o verniz
Re: Estalou o verniz
Re: Estalou o verniz
Re: Estalou o verniz
Re: Estalou o verniz
Re: Estalou o verniz
Re: Estalou o verniz
Re: Estalou o verniz
Re: Estalou o verniz
Re: Estalou o verniz
Re: Estalou o verniz
Re: Estalou o verniz
Re: Estalou o verniz
Re: Estalou o verniz
Re: Entre PCP e BE
Esta menina não ia de Porshe à AR ... e
Re: Esta menina não ia de Porshe à AR ... e
Re: Quem semeia ventos...
O direito de criticar...
O seu texto fez-me lembrar o Pacheco Pereira no programa da SICN, em que articula como se os destinatários fossem debiloides. E contrariamente ao que me habitou: irritou-me

Mostrou-se um presunçoso moralista que fala “alto-e-de-repuxo”, para o povo ignaro. E generalizou. Outra coisa que me irrita. Porque quando generaliza, inclui-me. Que me permite inclui-lo sempre que me aprouver.

"Os tugas que adoram uma boa loja de trezentos" (algo já inexistente. Comprovativo que convive com uma casta acima dessas necessidades), provavelmente, adorariam não (ter que)ir à loja de trezentos. Seria de bom-tom engolir esse escárnio.

Outra coisa que me irrita: o tipo que por ganhar uns tostanecos, galga de imediato a escadaria social. O tipo rico vai, se puder, aos “trezentos”: é-lhe indiferente a opinião de remediados “metidos-a-besta”

A ditadura não é implicitamente barata e a democracia não tem que ser cara. É um lugar-comum e uma chantagem dos “espertos”. A democracia não deve exaurir os recursos.

Segundo os jornais, teve que se inventar uma verba, para Ana Drago se deslocar. “Uma verba”: aquilo que falta. Não há verba: a frase mais escutada. A que foi para a viagem de Ana Drago, de onde saiu?

A crítica a Ana Drago não é pela despesa, é pela hipocrisia

A mesma hipocrisia que me faz ser mesquinho, ao criticar um tal Rosas do BE que só veste Lacoste: é que lhe assisto ao chorar baba e ranho pela indústria portuguesa

Gastem à vontade, mas, pelo menos… poupem-nos
Re: O direito de criticar...
Re: O direito de criticar...
Re: O direito de criticar...
Generalizações
O mal-dizer, a inveja,a ignorância são a situação normal na nossa sociedade. Tentar modificar esse estado de coisas é missão de , entre outros, os jornalistas, os comentaristas, os bloguistas,os cronistas.

  Os deputados são os primeiros representantes do povo e têm que ser respeitados. Claro que o método de eleição podia ser melhorado, de modo que fossem conhecidos dos seus eleitores.

O seu elevado número é causa primeira de alguns não fazerem nada, a não ser mover as suas influências para negócios e prebendas para si ou amigos.
  Essa é uma situação frequente nos grandes partidos (PSD,PS) , mas rara ou inexistente dos restantes partidos, onde todos os deputados têm funções distribuídas nas várias comissões, a que têm que juntar o trabalho político e partidário.

Goste-se muito ou pouco do BE e de Ana Drago, há que reconhecer que é uma bancada muito activa, nos debates, nas comissões,na apresentação de propostas e que fazem o melhor para representarem quem os elegeu.

Volto ao primeiro parágrafo: Elevar o nível cultural e cívico de um povo é dever da comunicação social. Se todos e cada um dos jornalistas tivesse isso em mente, fariam informação de qualidade sem aproveitamento das invejas nacionais.......
Re: Generalizações
Re: Generalizações
Re: Generalizações
Re: Generalizações
Re: Generalizações
Re: Generalizações
Ana Drago ia de comboio
Louçã devia ter explcado a Ana Drago que nãobasta ser sério,é preciso também parecer que o é. Porque esta história de estar o Bloco e Ana Drago sempre na televisao a mandar papaias de "bom comportamento" e fidelidade a "princípios" não chega.É preciso depois na prática,ser-se coerente com isso.No fundo e como diz o POVO, são todos iguais e aí está a sra Drago a gozar as mordomias da Assembleia,poi então!
Re: Ana Drago ia de comboio
Ana Drago e o partido do táxi.
o partido da rtp2 do tempo da senhora dona sucia
Se Ana Drago fosse do PSD
Se Ana Drago fosse do PSD....
Não vociferaria contra as benesses dos ricos!

Se Ana Drago fosse do PSD....
Não se armava aos cucos como defensora dos pobres, fracos e oprimidos, tentando sempre passar por um deles!

Se Ana Drago fosse do PSD....
Utilizaria todas as benesses conferidas pela lei aos deputados (O que acontece mesmo sendo do BE)!

Se Ana Drago fosse do PSD....
Não aconselharia os seus pares do parlamento a usarem os transportes públicos!

Se Ana Drago fosse do PSD....
Teria ido a Guimarães num carro com Chófer e ninguém teria dito nada!

Mas Ana Drago não é do do PSD. Ana Drago é do BE. Por isso deveria ter ido a Guimarães, aplicando a doutrina do partido a que pertence e representa utilizando os transportes públicos, neste caso o Intercidades Lisboa-Guimarães.!
Re: Se Ana Drago fosse do PSD
Re: Se Ana Drago fosse do PSD
Re: Se Ana Drago fosse do PSD
Re: Se Ana Drago fosse do PSD
Re: Se Ana Drago fosse do PSD
Re: Se Ana Drago fosse do PSD
RESPOSTA INTELIGENTE A SUA (1)
Re: RESPOSTA INTELIGENTE A SUA (2)
Re: Se Ana Drago fosse do PSD
e se ana drago fosse do ps..
Eles põem-se a jeito!
Por exemplo ter mais de 200 deputados que se levantam ou sentam, nas votações, conforme as indicações do partido é uma barbaridade!

O mesmo se podia fazer com 200 macacos amestrados, que ficavam muito mais baratos ao contribuintes portugueses, e tínhamos ainda o bónus de poder assistir ao lançamento de fezes uns aos outros, o que seria uma mudança refrescante tendo em conta o que se passa nos dias de hoje no parlamento!
Re: Eles põem-se a jeito!//Bananas
A defesa de Ana Drago ou o populismo esquerdista!
Ontem escrevi o comentário abaixo, a propósito de Carvalho da Silva.
Hoje escrevo apenas uma parte desse mesmo comentário, que se enquadra na tal esquerda dos "princípios", tudo tretas, enquanto não é confrontada com a realidade do quotidiano que eles se recusam perceber

"A esquerda está órfã! Mas não está órfã hoje, nem ontem, nem mesmo antes de ontem. Perdeu o rasto familiar, vai para muitas décadas.
Á esquerda, pelo menos aquela que está representada no Bloco e no PS, somam-se os sinais de incoerência, aburguesamento e uma ambição desmedida pelo património, seja ele colectivo seja ele individual. A direita não faria melhor!
Ou seja, temos uma esquerda que não se diferencia da direita pelos costumes, mas apenas pela retórica. Para as classes médias, mais até que para as classes ditas trabalhadoras, muito mais fiéis á ortodoxia do PCP, isso foi-lhes fatal."

... e mais não digo!
'A defesa de Ana Drago
Tem o meu apoio completo nesta crónica, Henrique. O absurdo do que denuncia vai ao ponto de que quem critica Ana Drago apresentar links que mostram que ela pediu à Assembleia para proporcionar transporte para as funções que ela tinha que desempenhar, uma vez que ela não tinha nem carta nem carro. E que foi a Assembleia que lhe preparou/indicou esta solução. A própria Assembleia também diz porque o fez, que ela é habitual em casos onde os deputados se têm que deslocar fora do seu círculo de origem. E é tudo isto que deveria ser chamado à calha antes de qualquer julgamento de Ana Drago, que tipo de soluções a Assembleia providencia. Porque senão, também é me legítimo perguntar senão houve aqui uma armadilha, uma vez que não é o BE que preside à Assembleia. Se é escandaloso esta sugerir estas soluções, porque o fez? E se quem a ataca, sabe que a solução não partiu dela, porque só se refere a ela?

A verdade simples é que pode haver explicações racionais para a solução que foi apresentada. Um deputado custa muito dinheiro à Nação, e faz sentido que não desperdicemos o seu tempo. O racional é comparar o custo horário das horas gastas a mais, mais custo de transportes públicos com as despesas marginais (como combustível e portagens) porque em principio a Assembleia tem motoristas que são pagos, viajem ou não. Outra explicação simples é o protocolo das funções de estado emanado da própria Assembleia. É que, se repararem, reduziu-se choferes mas não se acabou com eles!
Eu represento, tu representas, ela representa...
Já agora, enquanto "representante", o que é que a tipa foi fazer para Guimarães, e que consequências negativas teria Portugal, se ela não fosse "representar-nos" a Guimarães?
Re: Eu represento, tu representas, ela representa.
A defesa de Ana Drago
Exigimos:

Reduzir os salários de TODOS os cargos políticos em 50%.

Retirar TODOS os subsídios, abonos ou subvenções. Apenas poderão auferir o salário.

Limitar o salário dos cargos políticos, ao valor de 5 salários mínimos (+/- 2.500 € ?)

Apenas poderão auferir UM salário.

Reforma para os políticos aos 65 anos de idade, como todos os outros portugueses.

http://www.youtube.com/wa...

http://www.youtube.com/wa...

 
Não pagar a reforma do Sócrates
Re: Não pagar a reforma do Sócrates
lembrete
HR
Para um partido que defende certa ideologia a atitude desta Sra., não é muito coerente, e mais nesta hora de crise e austeridade recomendava-se que esta Sra., utilizasse os transportes públicos.
Pois existe um ditado fazes o que eu digo, e não faças o que faço.
Podemos levar este partido em consideração?
Bom sentido de oportunidade.
Henrique Raposo teve um bom sentido de oportunidade ao aproveitar este caso para fazer um pouco de pedagogia. Nada melhor do que "salvar" das bocas do mundo, e com inteira justiça, diga-se, esta deputada do BE, aquele partido que não desperdiça uma oportunidade para usar o populismo para denegrir os seus opositores quando estes tomam atitudes semelhantes às de Ana Drago.
O Fascismo era baratucho
Henrique Raposo, gosto da lucidez que usa para descrever uma onda que poderá levar á dita Suspensão da democracia.

No entanto Ana Drago pelas suas posições demagógicas, e pelo que li não tinha DIREITO, a estas mordomias, devia dar o exemplo.
Re: O Fascismo era baratucho
Incoerências
Existe hoje uma geração de politicos ( comentadores e Jornalistas também )que tem enorme facilidade de comunicação, pouca experiência de vida( ninguém a pode exigir) mas muita soberba ,falta de humildade e um ego inflamadissimo( espelho meu há alguém melhor do que eu??? NÃO!).
Ana Drago é uma Bloguista muito interventiva mas tem é de ser coerente .Se tanto critica Passos e afins por tudo e mais alguma coisa não devia aceitar a condução de motorista porque isso a descredibiliza.
Pois é...
Não tenho nenhum ódio ao parlamento, não gosto é de ver pessoas que defendem o uso do transporte público e depois fazem completamente o contrário, chama-se a isto hipocrisia.
P.S. - Quando puder dê uma achega ao seu colega Daniel Oliveira, estamos todos à espera de saber a opinião dele sobre este caso.
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