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A defesa de Ana Drago

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O ódio queirosiano e salazarista em relação ao parlamento e à vidinha representativa é uma marca da nossa cultura (sim, Eça e Salazar eram farinha do mesmo saco neste ponto). Nos últimos meses, este populismo tem batido vários recordes e tem sido o ganha-pão do jornalismo-que-dá-ao-povo-aquilo-que-ele-quer-ouvir. Na semana passada, por exemplo, Ana Draga foi queimada nesta pira queirosiana, porque, imaginem, usou um motorista para ir a Guimarães. Quem diria, ah? Quem diria que um representante da nação tem acesso a coisas que um cidadão normal não tem? Só mesmo neste país, não é verdade?

Pelo que percebi, Ana Drago é o segundo lisboeta que não conduz (o primeiro sou eu), logo, usou um motorista do BE ou do parlamento para ir a Guimarães em trabalho. Levantou-se logo uma onda de choque contra Drago. Esta deputada não vai ganhar 40 mil euros na EDP e não anda por Paris depois de ter arruinado o país, mas teve de ouvir o calão anti-partidos: "mas porque é que não vai no seu carro?"; "porque é que não vai de comboio?". De facto, como é que uma representante do país tem a lata de andar de motorista? Como é uma representante do país tem o descaramento de fazer o seu trabalho fora da assembleia? Os deputados têm de ficar quietinhos, lá no gabinete da assembleia. Ou não. Se calhar, também devíamos acabar com isso, porque é escandaloso que os deputados tenham secretárias (a senhora e a mesa) pagas por todos nós, não é verdade?

Este populismo anti-partidos está a passar alguns limites, e está a confundir as coisas. Uma coisa é debater uma redução do salário dos deputados ou mesmo a redução do número de deputados. Outra coisa, bem diferente, é cair em cima de qualquer gasto remotamente principesco de um deputado. É bom não esquecer uma coisa: a democracia é um regime caro; não há democracias grátis. A conversa do "deputado é um bandido com motorista" esquece esta evidência e faz demasiadas tangentes à conversa que elevou Salazar ao poder. Convém evitar isto, porque o Estado Novo era mesmo um regime baratucho, e o tuga adora uma bela loja dos trezentos. 


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Quem semeia ventos...
... já se sabe o resto. O problema da Ana Drago e de todo o Bloco de Esquerda é que criticam, criticam muitas vezes só por criticar. Não há crítica construtiva. Não há soluções. No caso da Ana drago, fez exactamente aquilo que ela critica amíude. Para quem a ouve falar, é uma santa. Na realidade não é, antes pelo contrário. E isso, o português não perdoa.
Na questão das mordomias dos deputados há que separar as águas. Obviamente que são profissões de Estado e que têm direito a benesses que um servente de pedreiro não tem. Não é isso que choca. Nem sequer o seu vencimento. Choca muitos portugueses "ditos comunistas", mas isso é por pura inveja (uma das nossas características como povo). O que choca, são os abusos, as nomeações sem competência, o "aproveitar em proveito próprio" da profissão.
Não me choca por exemplo a maneira de pensar dos comunistas. Eles realmente sentem e acreditam dessa forma. A malta do BE não. São uns hipócritas. Não posso acreditar que o Louçã ensine uma coisa nas suas aulas de economia na faculdade e venha pregar o contrário para a comunicação social. Idem para Ana Drago. A isto chama-se demagogia e hipocrisia!
Re: Quem semeia ventos...
Re: Entre PCP e BE
Re: Entre PCP e BE
Re: Entre PCP e BE
Re: Entre PCP e BE
Re: Entre PCP e BE
Re: Entre PCP e BE
Re: Entre PCP e BE
Re: Frentismos
Re: Entre PCP e BE
Re: Entre PCP e BE
Re: Entre PCP e BE
Re: Entre PCP e BE
Re: Estalou o verniz
Re: Estalou o verniz
Re: Estalou o verniz
Re: Estalou o verniz
Re: Estalou o verniz
Re: Estalou o verniz
Re: Estalou o verniz
Re: Estalou o verniz
Re: Estalou o verniz
Re: Estalou o verniz
Re: Estalou o verniz
Re: Estalou o verniz
Re: Estalou o verniz
Re: Estalou o verniz
Re: Estalou o verniz
Re: Estalou o verniz
Re: Entre PCP e BE
Esta menina não ia de Porshe à AR ... e
Re: Esta menina não ia de Porshe à AR ... e
Re: Quem semeia ventos...
O direito de criticar...
O seu texto fez-me lembrar o Pacheco Pereira no programa da SICN, em que articula como se os destinatários fossem debiloides. E contrariamente ao que me habitou: irritou-me

Mostrou-se um presunçoso moralista que fala “alto-e-de-repuxo”, para o povo ignaro. E generalizou. Outra coisa que me irrita. Porque quando generaliza, inclui-me. Que me permite inclui-lo sempre que me aprouver.

"Os tugas que adoram uma boa loja de trezentos" (algo já inexistente. Comprovativo que convive com uma casta acima dessas necessidades), provavelmente, adorariam não (ter que)ir à loja de trezentos. Seria de bom-tom engolir esse escárnio.

Outra coisa que me irrita: o tipo que por ganhar uns tostanecos, galga de imediato a escadaria social. O tipo rico vai, se puder, aos “trezentos”: é-lhe indiferente a opinião de remediados “metidos-a-besta”

A ditadura não é implicitamente barata e a democracia não tem que ser cara. É um lugar-comum e uma chantagem dos “espertos”. A democracia não deve exaurir os recursos.

Segundo os jornais, teve que se inventar uma verba, para Ana Drago se deslocar. “Uma verba”: aquilo que falta. Não há verba: a frase mais escutada. A que foi para a viagem de Ana Drago, de onde saiu?

A crítica a Ana Drago não é pela despesa, é pela hipocrisia

A mesma hipocrisia que me faz ser mesquinho, ao criticar um tal Rosas do BE que só veste Lacoste: é que lhe assisto ao chorar baba e ranho pela indústria portuguesa

Gastem à vontade, mas, pelo menos… poupem-nos
Re: O direito de criticar...
Re: O direito de criticar...
Re: O direito de criticar...
Generalizações
O mal-dizer, a inveja,a ignorância são a situação normal na nossa sociedade. Tentar modificar esse estado de coisas é missão de , entre outros, os jornalistas, os comentaristas, os bloguistas,os cronistas.

  Os deputados são os primeiros representantes do povo e têm que ser respeitados. Claro que o método de eleição podia ser melhorado, de modo que fossem conhecidos dos seus eleitores.

O seu elevado número é causa primeira de alguns não fazerem nada, a não ser mover as suas influências para negócios e prebendas para si ou amigos.
  Essa é uma situação frequente nos grandes partidos (PSD,PS) , mas rara ou inexistente dos restantes partidos, onde todos os deputados têm funções distribuídas nas várias comissões, a que têm que juntar o trabalho político e partidário.

Goste-se muito ou pouco do BE e de Ana Drago, há que reconhecer que é uma bancada muito activa, nos debates, nas comissões,na apresentação de propostas e que fazem o melhor para representarem quem os elegeu.

Volto ao primeiro parágrafo: Elevar o nível cultural e cívico de um povo é dever da comunicação social. Se todos e cada um dos jornalistas tivesse isso em mente, fariam informação de qualidade sem aproveitamento das invejas nacionais.......
Re: Generalizações
Re: Generalizações
Re: Generalizações
Re: Generalizações
Re: Generalizações
Re: Generalizações
Ana Drago ia de comboio
Louçã devia ter explcado a Ana Drago que nãobasta ser sério,é preciso também parecer que o é. Porque esta história de estar o Bloco e Ana Drago sempre na televisao a mandar papaias de "bom comportamento" e fidelidade a "princípios" não chega.É preciso depois na prática,ser-se coerente com isso.No fundo e como diz o POVO, são todos iguais e aí está a sra Drago a gozar as mordomias da Assembleia,poi então!
Re: Ana Drago ia de comboio
Ana Drago e o partido do táxi.
o partido da rtp2 do tempo da senhora dona sucia
Se Ana Drago fosse do PSD
Se Ana Drago fosse do PSD....
Não vociferaria contra as benesses dos ricos!

Se Ana Drago fosse do PSD....
Não se armava aos cucos como defensora dos pobres, fracos e oprimidos, tentando sempre passar por um deles!

Se Ana Drago fosse do PSD....
Utilizaria todas as benesses conferidas pela lei aos deputados (O que acontece mesmo sendo do BE)!

Se Ana Drago fosse do PSD....
Não aconselharia os seus pares do parlamento a usarem os transportes públicos!

Se Ana Drago fosse do PSD....
Teria ido a Guimarães num carro com Chófer e ninguém teria dito nada!

Mas Ana Drago não é do do PSD. Ana Drago é do BE. Por isso deveria ter ido a Guimarães, aplicando a doutrina do partido a que pertence e representa utilizando os transportes públicos, neste caso o Intercidades Lisboa-Guimarães.!
Re: Se Ana Drago fosse do PSD
Re: Se Ana Drago fosse do PSD
Re: Se Ana Drago fosse do PSD
Re: Se Ana Drago fosse do PSD
Re: Se Ana Drago fosse do PSD
Re: Se Ana Drago fosse do PSD
RESPOSTA INTELIGENTE A SUA (1)
Re: RESPOSTA INTELIGENTE A SUA (2)
Re: Se Ana Drago fosse do PSD
e se ana drago fosse do ps..
Eles põem-se a jeito!
Por exemplo ter mais de 200 deputados que se levantam ou sentam, nas votações, conforme as indicações do partido é uma barbaridade!

O mesmo se podia fazer com 200 macacos amestrados, que ficavam muito mais baratos ao contribuintes portugueses, e tínhamos ainda o bónus de poder assistir ao lançamento de fezes uns aos outros, o que seria uma mudança refrescante tendo em conta o que se passa nos dias de hoje no parlamento!
Re: Eles põem-se a jeito!//Bananas
A defesa de Ana Drago ou o populismo esquerdista!
Ontem escrevi o comentário abaixo, a propósito de Carvalho da Silva.
Hoje escrevo apenas uma parte desse mesmo comentário, que se enquadra na tal esquerda dos "princípios", tudo tretas, enquanto não é confrontada com a realidade do quotidiano que eles se recusam perceber

"A esquerda está órfã! Mas não está órfã hoje, nem ontem, nem mesmo antes de ontem. Perdeu o rasto familiar, vai para muitas décadas.
Á esquerda, pelo menos aquela que está representada no Bloco e no PS, somam-se os sinais de incoerência, aburguesamento e uma ambição desmedida pelo património, seja ele colectivo seja ele individual. A direita não faria melhor!
Ou seja, temos uma esquerda que não se diferencia da direita pelos costumes, mas apenas pela retórica. Para as classes médias, mais até que para as classes ditas trabalhadoras, muito mais fiéis á ortodoxia do PCP, isso foi-lhes fatal."

... e mais não digo!
'A defesa de Ana Drago
Tem o meu apoio completo nesta crónica, Henrique. O absurdo do que denuncia vai ao ponto de que quem critica Ana Drago apresentar links que mostram que ela pediu à Assembleia para proporcionar transporte para as funções que ela tinha que desempenhar, uma vez que ela não tinha nem carta nem carro. E que foi a Assembleia que lhe preparou/indicou esta solução. A própria Assembleia também diz porque o fez, que ela é habitual em casos onde os deputados se têm que deslocar fora do seu círculo de origem. E é tudo isto que deveria ser chamado à calha antes de qualquer julgamento de Ana Drago, que tipo de soluções a Assembleia providencia. Porque senão, também é me legítimo perguntar senão houve aqui uma armadilha, uma vez que não é o BE que preside à Assembleia. Se é escandaloso esta sugerir estas soluções, porque o fez? E se quem a ataca, sabe que a solução não partiu dela, porque só se refere a ela?

A verdade simples é que pode haver explicações racionais para a solução que foi apresentada. Um deputado custa muito dinheiro à Nação, e faz sentido que não desperdicemos o seu tempo. O racional é comparar o custo horário das horas gastas a mais, mais custo de transportes públicos com as despesas marginais (como combustível e portagens) porque em principio a Assembleia tem motoristas que são pagos, viajem ou não. Outra explicação simples é o protocolo das funções de estado emanado da própria Assembleia. É que, se repararem, reduziu-se choferes mas não se acabou com eles!
Eu represento, tu representas, ela representa...
Já agora, enquanto "representante", o que é que a tipa foi fazer para Guimarães, e que consequências negativas teria Portugal, se ela não fosse "representar-nos" a Guimarães?
Re: Eu represento, tu representas, ela representa.
A defesa de Ana Drago
Exigimos:

Reduzir os salários de TODOS os cargos políticos em 50%.

Retirar TODOS os subsídios, abonos ou subvenções. Apenas poderão auferir o salário.

Limitar o salário dos cargos políticos, ao valor de 5 salários mínimos (+/- 2.500 € ?)

Apenas poderão auferir UM salário.

Reforma para os políticos aos 65 anos de idade, como todos os outros portugueses.

http://www.youtube.com/wa...

http://www.youtube.com/wa...

 
Não pagar a reforma do Sócrates
Re: Não pagar a reforma do Sócrates
lembrete
HR
Para um partido que defende certa ideologia a atitude desta Sra., não é muito coerente, e mais nesta hora de crise e austeridade recomendava-se que esta Sra., utilizasse os transportes públicos.
Pois existe um ditado fazes o que eu digo, e não faças o que faço.
Podemos levar este partido em consideração?
Bom sentido de oportunidade.
Henrique Raposo teve um bom sentido de oportunidade ao aproveitar este caso para fazer um pouco de pedagogia. Nada melhor do que "salvar" das bocas do mundo, e com inteira justiça, diga-se, esta deputada do BE, aquele partido que não desperdiça uma oportunidade para usar o populismo para denegrir os seus opositores quando estes tomam atitudes semelhantes às de Ana Drago.
O Fascismo era baratucho
Henrique Raposo, gosto da lucidez que usa para descrever uma onda que poderá levar á dita Suspensão da democracia.

No entanto Ana Drago pelas suas posições demagógicas, e pelo que li não tinha DIREITO, a estas mordomias, devia dar o exemplo.
Re: O Fascismo era baratucho
Incoerências
Existe hoje uma geração de politicos ( comentadores e Jornalistas também )que tem enorme facilidade de comunicação, pouca experiência de vida( ninguém a pode exigir) mas muita soberba ,falta de humildade e um ego inflamadissimo( espelho meu há alguém melhor do que eu??? NÃO!).
Ana Drago é uma Bloguista muito interventiva mas tem é de ser coerente .Se tanto critica Passos e afins por tudo e mais alguma coisa não devia aceitar a condução de motorista porque isso a descredibiliza.
Pois é...
Não tenho nenhum ódio ao parlamento, não gosto é de ver pessoas que defendem o uso do transporte público e depois fazem completamente o contrário, chama-se a isto hipocrisia.
P.S. - Quando puder dê uma achega ao seu colega Daniel Oliveira, estamos todos à espera de saber a opinião dele sobre este caso.
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Edição Diária 17.Abr.2014

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