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Expresso revela: a rede portuguesa do KGB no mundo

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Segunda parte da investigação que o Expresso começou a publicar há uma semana

Sábado, na Revista E do Expresso, continuamos a publicar a investigação de Paulo Anunciação sobre o Arquivo Mitrokhin, agora depositado na Universidade de Cambridge. Joaquim Chissano: nome de código "TZOM". Infiltrados no Corpo Diplomático Português. "GOMES", o agente mais valioso. A assistente de Agostinho Neto. Como se criam identidades. O papel dos Registos Civis. Casamento por interesse na RDA.

Estes são alguns dos destaques de um trabalho que revela muitos dos métodos de human intelligence então utilizados pelo KGB.

Outros destaques da E: especial de moda com Marc Jacobs e as novas tendências de uma indústria que agora começa a mudar, por Nelson Marques.; a utilização de videojogos no sistema de ensino, por Isabel Leiria; Síria, uma guerra que dura há cinco anos mas que continua sem fim à vista, por Ricardo Silva. E na entrevista de fundo temos Siza Vieira em conversa com Valdemar Cruz.

Tudo isto e muito mais este sábado, com o Expresso

  • KGB tinha 14 espiões em Lisboa

    A investigação este sábado publicada na Revista do Expresso revela que a base dos serviços de informação soviéticos instalada no Hotel Tivoli, em 1974, dispunha de 14 operacionais

  • Ainda há esqueletos no armário sobre atividades do KGB em Portugal

    As implicações do Arquivo Mitrokhin, e as ligações portuguesas, reveladas na última edição do Expresso, não têm fim à vista. Agora, o politólogo António Costa Pinto e a historiadora Irene Pimentel comentam a posição do PCP. Esta última lembra, a propósito, que o desvio para Moscovo dos arquivos da PIDE referentes às agências secretas também implica o partido. E que, em 1995, uma resolução do Parlamento prometeu abrir um inquérito para saber o que aconteceu. Ainda nada se fez

  • A simpática viúva inglesa que era do KGB

    A propósito da investigação do Expresso sobre os ficheiros portugueses do KGB, cuja segunda parte publicamos no próximo sábado, vale a pena olhar para casos relacionados com o Arquivo Mitrokhin que deram que falar lá fora. Como a história de Melita Norwood, a simpática viúva inglesa que era do KGB