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80 países às compras em Portugal

Durante três dias, representantes de 80 países vêm a Lisboa comprar produtos alimentares e do sector das bebidas exclusivamente portugueses.
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Mais de mil representantes de 80 países vão estar em Portugal às compras durante três dias. Grandes cadeias e marcas grossistas internacionais como a Harrods, Walmart, Pão de Açúcar e Le Roy (Brasil), Halows (Japão), Royal Food (EUA), Inco Danmark (Dinamarca), Cora Luxembourg (Luxemburgo) e Match Supermarché (Bélgica) vão estar em Lisboa de 27 a 29 de fevereiro.

Durante esses dias vão estar em contacto com 400 empresas portuguesas no SISAB - Salão Internacional dos Setor Alimentar e Bebidas. Estas empresas movimentam €7000 milhões por ano e exportam perto de 27% desse valor.

O sucesso deste salão de vendas tem sido de tal ordem que este ano a organização se viu obrigada a recusar a presença de 78 empresas, unicamente devido à falta de espaço.

Entre as empresas portuguesas a apresentar os seus produtos/marcas no SISAB encontram-se a Delta, Primor, Nobre, Sagres, Super Bock, Sumol, Compal, Cerealis, Herdade do Esporão, Sogrape, Imperial, Ferbar, Vimeiro, Lactogal, Cofaco, Azal - Azeites do Alentejo, Bacalhoa, Carmim, Gelpeixe, Licor Beirão, Riberalves, Saludães, Izidoro, Vieira de Castro, Saloio, Vimeiro, Caves da Raposeira, Dan Cake, Aveleda, entre muitas outras. 

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Por faróis nunca dantes navegados

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Parecem casulos onde gente hiberna à espera de ver terra

No Porto de Manaus não há barcos, mas autocarros bíblicos que caminham sobre água. Têm vários andares e estão cheios de camas de rede que parecem casulos onde homens, mulheres e crianças aguardam o destino. E há gente a vender o que houver e tiver de ser junto ao Porto. "Como há Copa, tem por aí muito gringo que vem ter com 'nóis'. E então fica mais fácil vender"

O adeus de Lobo Antunes às aulas de medicina

O neurocirurgião deu terça-feira a sua "Última Lição" no auditório do Instituto de Medicina Molecular da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, na véspera de deixar o seu trabalho no serviço nacional de saúde.

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Até ao verão será fabricado um número limitado de desportivos Jaguar E-Type Lightweight, seguindo todas as especificações originais, incluindo a continuação do número de série das unidades produzidas em 1963.

"Naquela altura estavam continuamente a acontecer primeiras coisas"

Mais do que uma manifestação, o 'primeiro' 1º de Maio é recordado como a grande festa da Revolução dos Cravos, quando o povo saiu às ruas em massa e a união das esquerdas era um sonho possível. "O 1º de Maio seria mais uma primeira coisa, porque naquela altura estavam continuamente a acontecer primeiras coisas." Foi há 40 anos.

Este trabalho não foi visado por qualquer comissão de censura

Aquilo que hoje é uma expressão anacrónica estava em relevo na primeira página do "República", a 25 de Abril de 1974: "Este jornal não foi visado por qualquer comissão de censura". Quarenta anos depois da Revolução, veja os jornais, ouça os sons e compreenda como decorreu o "dia inicial inteiro e limpo", como lhe chamou Sophia. O Expresso falou ainda com cinco gerações de 40 anos e percorreu a "geografia" das Ruas 25 de Abril de todo o país, falando com quem lá mora. Veja a reportagem multimédia.


Comentários 8 Comentar
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TUDO CALADO?
Então ninguém diz nada? Se fosse uma notícia negativa e para comentar desgraças, estava tudo aos gritos.
Re: TUDO CALADO?
Re: TUDO CALADO?
Dezassete !
Re: Dezassete !
?
O único Le Roy q existe no Brasil é o Leroy Merlin q existe em outros países, q só trabalha com material de construção e decoração e não vende bebidas ou alimentos
Re: ?
!
Todos os dias vemos pedidos de ajuda a empresas em dificuldade, ministros promovendo reestruturação de fundo de desemprego, cortes onde existem "gastos desnecessários", e por aí fora.
Mas agora pergunto: quanto dinheiro, pessoas, e esforços estão alocados a empresas e produtos de sucesso portugueses, para que possam "duplicar" sua produção e quadros, aqui ou no estrangeiro? Quanto? Se colocarmos como metas a 1 ou 2 anos a "duplicação" (leia-se crescer até onde pudermos mas já) do que temos de sucesso e a vender bem, então estaríamos sim a promover tudo o que nos falta agora: emprego, aumento de PIB, diminuição de divida externa e interna, etc.
Muitas vezes se colocam questões de como melhorar, e sempre os teóricos da macro (e micro) economia aparecem, cada um com a sua.
Mas e o que está à frente do nariz de todos e óbvio, não serve?
Que comissão / equipa de trabalho com os ministros ou seus representantes, da economia, finanças e industria tem reunido em trabalho (de facto, com metas e objectivos no tempo) com estes empresários de sucesso, e , em conjunto , encontrado formas de crescer ainda mais como tão bem nos deram esse exemplo?
Olhem o que está bem debaixo dos vossos olhos, cambada de "partidocratas"
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