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5 paradoxos nos dias que correm

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1. O nível de exigência da opinião publicada e da classe jornalística costuma ser, em qualquer país democrático, mais exigente com o Governo do que com a oposição. Por cá, sabe-se lá porquê - talvez por medo? - exige-se da oposição tudo o que se não exige do Governo.

2. Num momento em que Portugal sofre a necessária humilhação da condição de país resgatado, e em que há que começar a prestar contas a quem nos vai ajudar, PS e PSD gastam meios e gastam tempo e gastam a nossa paciência em enredos de novela das 5 da tarde.

3. Governo e instituições europeias pretendem negociar um pacote de ajuda externa como se o Governo não estivesse constitucionalmente limitado e como se os eleitores não estivessem prestes a ser chamados a votar. E quem diz que o pacote é inegociável é porque já deu de barato que, por exemplo, as grandes obras públicas são para se fazer, o que não é o meu caso.

4. O Governo diz que vamos deixar de ter dinheiro em Maio. Tendo em conta que o PEC IV não era um cheque em branco a descontar até Maio, ficamos a saber que, para o Governo, o salvífico PEC IV não ia, afinal de contas, salvar-nos da ajuda externa.

5. Fernando Nobre não quer ser deputado. Quer apenas ser Presidente da Assembleia da República.


Opinião


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Construído nos Estaleiros de Viana e pensado para fazer a ligação entre ilhas nos Açores, o Atlântida foi recusado pelo Governo Regional por alegadamente não atingir a velocidade pretendida. Contando com os custos associados à dissolução do contrato, o prejuízo ascendeu a 70 milhões de euros. Foi agora comprado a "preço de saldo", para mudar de nome e ser reconvertido num cruzeiro na Amazónia. Fizemos a última viagem do Atlântida e vamos mostrar-lhe os segredos do navio.

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Tem três minutinhos? Vamos explicar-lhe o que muda no orçamento de 350 mil portugueses (e no de muitas empresas)

O novo salário mínimo entrou em vigor. São mais €20 brutos para cerca de 350 mil portugueses (números do Ministério da Segurança Social, porque os sindicatos falam em 500 mil trabalhadores). Mudou o valor, mas também os descontos que as empresas fazem para a Segurança Social. Porque se trata de uma medida que afeta a vida de muitos portugueses, queremos explicar o que se perde e o que se ganha, o que se altera e o que se mantém.

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Music fighter: temos Marco Paulo e Bruno Nogueira numa batalha épica

Está preparado para um dos encontros mais improváveis na história da música portuguesa? O humorista Bruno Nogueira e a cantora Manuela Azevedo, dos Clã, pegaram em várias músicas consideradas "pimba" - daquelas que ninguém admite ouvir mas que, no fundo, todos vão dançar assim que começam a tocar - e deram-lhe novos arranjos, num projeto que chegou aos coliseus de Lisboa e do Porto.  "Ninguém, ninguém", de Marco Paulo, tem possivelmente a introdução mais acelerada e frenética do panorama musical português. Mas, no frente-a-frente, quem é o mais rápido? Vai um tira-teimas à antiga?

Dez verdades assustadoras sobre filmes de terror

Este vídeo é como o monstro de "Frankenstein": ganhou vida graças à colagem de partes de alguns dos filmes mais aterrorizantes de sempre. Com uma ratazana mutante e os organizadores do festival de cinema de terror MotelX pelo meio. O Expresso foi à procura das razões que explicam o fascínio pelo terror, com muito sangue (feito de corante alimentar) à mistura. 

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Se para muitos o vinil é apenas uma moda que faz parte da cultura do revivalismo vintage, para outros ver o disco girar nunca deixou de ser algo habitual.

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Era agosto em Lisboa e, às portas de Alcântara, milhares de homens lutavam por dois reis, participando numa batalha decisiva para os espanhóis e ainda hoje maldita. Aconteceu em agosto de 1580. Mais de 400 anos depois, o Expresso deu-lhe vida, fazendo uma reconstituição do confronto através do recorte e animação digital de uma gravura anónima da época.

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Dizer que Mario Draghi está a ser uma espécie de Maradona dos bancos centrais pode parecer estranho. Mas não é exagerado. Os jornalistas João Silvestre e Jorge Nascimento Rodrigues explicaram porquê num conjunto de artigos publicado no Expresso em Novembro de 2013 e que venceu em junho deste ano o prémio de jornalismo económico do Santander e da Universidade Nova. O trabalho observa ainda o desempenho de Ben Bernanke no combate à crise, revisita a situação em Portugal e arrisca um ranking dos 25 principais governadores de bancos centrais. Republicamos os artigos num formato especial desenvolvido para a web.

Com Deus na alma e o diabo no corpo

Quem os vê de fora pode pensar que estão possuídos. Eles preferem sublinhar o lado espiritual e terapêutico desta dança - chamam-lhe "krump" e nasceu nos bairros pobres dos Estados Unidos. De Los Angeles para Chelas, em Lisboa, já ajudou a tirar jovens do crime. Ligue o som bem alto e entre com o Expresso no bairro. E faça o teste: veja se consegue ficar quieto.

O Cabo da Roca depois da tragédia que matou casal polaco

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Boa crónica
Parecem-me 5 pontos bem escolhidos.
A informação em Portugal é de fraca qualidade, mais interessada no mexerico e raramente se vê uma pergunta pertinente. Haverá grande receio de perder o emprego.

Quanto à questão Fernando Nobre, julgo que o convite do PSD foi uma péssima ideia, pois expôs o vazio da personagem, que só quer poleiro. Vai fazer perder votos e já fez perder credibilidade à gestão de Coelho.
Tivesse António Costa avançado para a liderança do PS, estou convencido que ganharia as eleições. O odioso está centrado em Sócrates e no seu grupo. O PS ainda tem bastante gente capaz.
Eu destaco o ponto 3
Em que era responsabilidade do governo de gestão, clarificar, desde o início, perante a comissão europeia e os restantes credores que o que se pretende é um empréstimo para cobrir as despesas a 2/3 meses, DADO QUE NÃO POSSUI LEGITIMIDADE PARA NEGOCIAR MEDIDAS PARA ALÉM DISSO.
É impressionante a irresponsabilidade e arbitrariedade destes governantes que andam literalmente a "nevegar à vista"!
Muito triste para este país...
Re: Eu destaco o ponto 3
Re: Eu destaco o ponto 3
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Edição Diária 17.Abr.2014

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