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25 de Abril: Cavaco alerta para desigualdade social

"A sociedade portuguesa é hoje mais justa do que aquela que existia há 36 anos. No entanto, persistem desigualdades sociais e, sobretudo, situações de pobreza de exclusão", afirmou o Presidente.

12:44 Domingo, 25 de abril de 2010
Devemos ensinar-lhes [aos mais jovens] o que custou conquistar a liberdade, disse Cavaco
Devemos ensinar-lhes [aos mais jovens] o que custou conquistar a liberdade, disse Cavaco
Alberto Frias

O Presidente da República alertou hoje para a persistência de desigualdades sociais, sublinhando a existência de situações de privação ao lado de "casos de riqueza imerecida que nos chocam" e lembrando os rendimentos dos altos dirigentes de empresas.

"A sociedade portuguesa é hoje mais justa do que aquela que existia há 36 anos. No entanto, persistem desigualdades sociais e, sobretudo, situações de pobreza de exclusão que são indignas da memória dos que fizeram a revolução de Abril", notou o chefe de Estado, numa intervenção na sessão solene na Assembleia da República que assinala a comemoração do XXXVI aniversário do 25 de Abril.

Lembrando que o 25 de Abril foi feito em "nome da liberdade" e de uma sociedade mais  justa e solidária, Cavaco Silva reconheceu que é nessas áreas que "porventura" o balanço destas três décadas de democracia se revela "menos conseguido".

Injustiça impera


Contudo, frisou, "a sensação de injustiça é tanto maior quanto, ao lado de situações de privação e de grandes dificuldades, deparamos quase todos os dias com casos de riqueza imerecida que nos chocam".

A este propósito, o Presidente da República recordou uma passagem da sua mensagem de Ano Novo em 2008, quando referiu que "sem pôr em causa o princípio da valorização do mérito e da necessidade de captar os melhores talentos, interrogo-me sobre se os rendimentos auferidos por altos dirigentes de empresas não serão, muitas vezes, injustificados e desproporcionados, face aos salários médios dos seus trabalhadores".

Reconhecendo que este seu alerta não foi "bem acolhido por alguns", Cavaco Silva disse não estar surpreendido que "agora sejam muitos os que se mostram indignados" com os prémios, salários e compensações que, segundo a comunicação social, são concedidos a gestores de empresas que beneficiam de situações vantajosas no mercado interno.

Cavaco Silva recuperou ainda a ideia que tem vindo a transmitir ao longo do último ano de que na génese da atual crise económica e financeira está a violação de princípios éticos no mundo dos negócios e a "avidez do lucro fácil".

Presidente lembra filhos da madrugada


"As injustiças sociais e a falta de ética são dois fatores que, quando combinados, têm efeitos extremamente corrosivos para a confiança nas instituições e para o futuro do país", sublinhou, insistindo que a "injustiça social cria sentimentos de revolta, sobretudo, quando lhe está associada a ideia de que não há justiça igual para todos".

Logo na abertura do seu discurso, Cavaco Silva lembrou "os filhos da madrugada" do dia 25 de abril de 1974 que queriam "um país livre", mas também aqueles que sempre viveram em liberdade e que desconhecem o seu preço.

"São mais de três milhões os portugueses que não possuem qualquer recordação do que foi o 25 de abril de 1974 porque, pura e simplesmente, não tinham nascido na altura. Vêem a democracia como um dado adquirido", referiu, considerando que há "um dever de memória" para com essas pessoas.

"Devemos ensinar-lhes o que custou conquistar a liberdade e que a defesa da liberdade deve ser um princípio de ação para os agentes políticos e para todos os cidadãos", defendeu.

Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico


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25 de Abril Cavaco alerta para desigualdade
Toni 2 (seguir utilizador), 4 pontos (Bem Escrito), 16:01 | Domingo, 25 de abril de 2010
Não fizemos tudo,mas fizemos muita coisa. Não se pode comparar o incomparavel. O salto foi maior ao nível da Provincia onde não existia nada e hoje podemos dizer com orgulho que têm tudo, como estrada, electricidade, àgua canalizada e na maioria esgotos. As poucas pessoas que por lá continuam vivem muito melhor e possuiem aparelho de rádio e tevevisão, além de telefone ou telemovel e muitas até já computador e Internet. Em tempos que já lá vão infelizmente nem comida e passavam fome. Há saúde para todos e antigamente a maior parte morria sem nunca ter ido ao médico. Os mais novos têm hoje automovel quando os seus pais nem um burro podiam sustentar. Muitas aldeias têm hoje Lares e Centros de convivio. Pena é que muitas não tenham gente e pelo andar da carruagem vão desaparecer. Com os problemas que todos conhecemos do défice e da dívida pública temos hoje um povo que pode ainda não ser culto na sua maioria, mas já deixou de ser analfabeto na sua totalidade. Temos hoje um rendimento de 75% da média da Europa. Naquele tempo tinhamos 30%. TODOS HOJE TÊM OPORTUNIDADE DE ESTUDAR ENQUANTO NAQUELE TEMPO ERA UM PREVILÉGIO. Não há guerra e todos temos liberdade. Somos livres e isso não tem preço. Fizemos muito mas temos obrigação de continuar a fazer, porque ainda muita coisa não foi feita.
 
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Conversa da treta
Malekas (seguir utilizador), 3 pontos (Bem Escrito), 13:27 | Domingo, 25 de abril de 2010
Se recuramos 15, 20 ou mesmo 30 anos, a tónica dos discursos abrilistas, são invariavelmente os mesmos. Sem tirar nem pôr. E não foi por falta de alertas que o País chegou onde chegou.
Esta cantilena das desigualdades sociais, é velha, relha e caduca.
Sociologicamente a definição está errada.
Desigualdades sempre as houve, há e haverá. Não é por aí que o gato vai às filhozes. Cavaco que já vive neste Mundo há sensivelmente 70 anos, já deveria saber isto. Mas parece que um discurso com este tom, fica bem e agrada a todos. Mas tal como o medicamento melhoral, não faz bem nem faz mal. Já nem alerta as consciências.
O grande drama de Portugal é que o País vem perdendo progressivamente referências éticas. Em nome da enorme ambição que todos têm de enriquecer, toda a gente entende que pode fazer tudo. E se não faz, acha-se parva.
A agravar ieste cenário, temos exemplos da pior espécie, vindos de quem deveria dar testemunho de grande verticalidade. Este sim, é o grande drama a que este País chegou. Perdeu a noção da importância da ética. Cada vez mais cidadãos, adoptam estratégias de sobrevivência que nada têm a ver com o bem comum. É o individualismo puro e duro. E quando a classe dirigente dá os exemplos que todos nós conhecemos, não se pode exigir nada, mas mesmo nada, ao pobre do zé povo.
 
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    Re: Conversa da treta    Ver comentário
Caparica Red Neck (seguir utilizador), 1 ponto , 16:41 | Domingo, 25 de abril de 2010
    Re: Conversa da treta    Ver comentário
c4rr4j0l4 (seguir utilizador), 1 ponto , 12:13 | Segunda feira, 26 de abril de 2010
O 25 de Abril
nao tento (seguir utilizador), 3 pontos (Bem Escrito), 14:22 | Domingo, 25 de abril de 2010
Esta data, para além de terminar com uma guerra que só politamente poderia ser resolvida, pouco ou nada mais acrescentou de positivo. Alguns dirão, já se pode falar á vontade, o falar á vontade nada de bom tem trazido a este país. Todos falam, todos incriminam e nada se comprova, a justiça funciona muito mal, o sistema de ensino é o que se vê, a saude está sem saude, o desemprego assumio valores nunca atingidos, os portugueses cada vez vivem pior, na generalidade, o estado está mais pobre, agora recorre á venda do seu património, deixou de ser responsavel por areas da sua competência, contudo existem meia duzia de iluminados que ilicitamente enriquecem sem saber como. As nossas provincias ultramarinas foram dadas ao desbarato sem a salvaguarda das respectivas populações. No conjunto o que se ganhou? Muitos oportunistas e falsos patriotas. Não existem duvidas que o 25 de Abril é uma data histórica, mas a minha duvida é se justifica estas comemorações anuais, tanto mais que os discursos das altas individualidades, hoje em dia, são mais de desfazer do que propriamente regozijo deste acontecimento.
 
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Moita Flores! (1)
Runaldinho (seguir utilizador), 3 pontos (Interessante), 16:25 | Domingo, 25 de abril de 2010
25 de Abril
Começa a ser cansativo comemorar o 25 de Abril. Não por causa dos acontecimentos evocados, mas por causa das comemorações, que se transformaram numa galeria de lugares-comuns, na maioria das vezes rituais reivindicativos de um heroísmo pessoal que, sabe-se, em muitos casos nem existiu.

Por isso mesmo as comemorações estão a envelhecer. Tal como aconteceu com as comemorações da República, que das grandes manifestações fundadoras foi caindo em desuso para hoje ser um feriado em que meia dúzia de discursos oficiais e umas paradas de bombeiros resolvem a coisa. Povo, o povo republicano está na praia e o ritual cumpre-se mais por obrigação do que por afeição.

Para aqui caminham as comemorações do 25 de Abril. Para o saudosismo melancólico, para a proclamação nada revolucionária, embora revoltada, de que é preciso outro 25 de Abril, coisa tão tonta que só a saudade da idade dos sonhos justifica, de que se perverteu o 25 de Abril, de que não 'era isto que queríamos', que foi contra 'isto' que se fez o 25 de Abril e mais um sem-número de disparates que a fadistice lacrimosa desculpabiliza. E tudo isto ao som do maior trovador português que nos ensina que 'povo é quem mais ordena'. O paradoxo está a transformar-se num caso demencial. Incapazes de ensinar o caminho da esperança, do combate, da alegria que em 25 de Abril renasceu. A verdade é que a Revolução foi feita por jovens que pensavam como jovens.

 
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Cavaco Silva
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 13:11 | Domingo, 25 de abril de 2010
Cavaco Silva fêz um bom discurso, ventilando assuntos actuais e muito pertinentes.
No entanto, na minha perspectiva, o melhor discurso coube ao Dr. Jaime Gama.
Teve muita substância.
 
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    Re: Cavaco Silva    Ver comentário
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 16:08 | Domingo, 25 de abril de 2010
    Re: Cavaco Silva    Ver comentário
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 16:35 | Domingo, 25 de abril de 2010
    Re: Cavaco Silva    Ver comentário
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 19:50 | Domingo, 25 de abril de 2010
O naíf Cavaco
Malekas (seguir utilizador), 2 pontos , 13:43 | Domingo, 25 de abril de 2010
Cavaco continua com a ideia de que o exemplo dele próprio é a receita para o "sucesso" que muitos ambicionam.
Oriundo de uma família humilde, lá das longinquas terras algarvias de Boliqueime, terá comido (segundo ele) o pão que o diabo amassou, mas por via do seu empenhamento, brio e muito trabalho, conseguiu singrar na vida. Ou seja, resumindo, no subconsciente dele, o mérito está directamente relacionado com o trabalho e a honestidade.
É uma ideia que me faz lembrar muito o que me diziam quando eu estudava. Tens que estudar e trabalhar para seres alguém.
Os anos passaram e o conhecimento deixou de estar relacionado com a quantidade de dinheiro que se ganha. Cada vez mais é usual vermos burros, que nem sabem articular uma única ideia, cheios de dinheiro. Segundo eles, o que custa é saber viver. E todos nós sabemos que o custo do saber viver, está normalmente relacionado com certas práticas habilidosas que muito se instalaram em Portugal e até se tornaram moda.
E chegamos à segunda parte da questão. O bom do Cavaco, até pode ter estudado muito e trabalhado no duro. Mas teve que sair da provincia (coisa que ele agora pede aos jovens que não façam, como se a provincia desse alguma coisa), teve que filiar-se num partido (facto que, quanto a mim, constitui um dos maiores cancros da democracia portuguesa) e a partir daí, sim, fazer o seu percurso. Onde teria chegado o bom do Cavaco se não tivesse saído de Boliqueime e se não se tivesse filiado no PSD ? Fica a questão.
 
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    Re: O naíf Cavaco    Ver comentário
Runaldinho (seguir utilizador), 2 pontos , 14:40 | Domingo, 25 de abril de 2010
Bom discurso! Então por favor ACÇÃO!
Marta Marques (seguir utilizador), 2 pontos (Interessante), 14:19 | Domingo, 25 de abril de 2010
Estou surpreendida com o discurso de Cavaco Silva, não estava à espera que ele pegasse naqueles temas, que são importantíssimos mas que todos se esquecem, e que mandasse uns puxões de orelhas daquele género ao Estado!
O Expresso neste artigo não frisa os temas que achei mais importantes do seu discurso, pelo contrário, fala naqueles que eu não daria tanta importância, dado a sua banalização e já serem todos os dias frisados. O que realmente me impressionou foi: a importância de Portugal se virar para o mar como no passado; perceber que o país não está na cauda da Europa, mas sim no centro do Mundo; e que é de grande importância a descentralização do país, dando mais vigor às outras cidades, nomeadamente o Porto, como é o caso de Espanha (por exemplo Barcelona), Itália (Milão) e Alemanha (por exemplo Munique ou Frankfurt), entre outros países, cuja indústria, negócios, cultura e turismo dos países em questão avivam a economia.
 
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Á espera do cangalheiro
águiadois (seguir utilizador), 2 pontos , 14:29 | Domingo, 25 de abril de 2010
O discurso de Cavaco é colaboracionista com o sistema:

Numa altura em que o Pais está em muito mau estado,a corrupção no pico da audiência,a politica com a moral de rastos , o Presidente não vai ao fundo do problema e não põe os pontos nos iis.
E não o faz porque quer candidatar-se de novo,sem criar ondas e com isso merecer mais votos,á esquerda e á direita.
Mas faz mal:do que o Pais hoje e neste dia 25 de Abril precisavam,seria de uma intervenção presidencial que falasse do momento presente e das correcções de trajectória para quem governa .
E quando comemorar o 25 de Abril se torna numa coisa rotineira, a politica acomoda-se á espera do cangalheiro.

 
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SOCIEDADE JUSTA?
Anamanacosta (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 16:07 | Domingo, 25 de abril de 2010

O problema da morosidade da justiça em Portugal, associada a uma baixa de produtividade generalizada dos agentes de justiça, coloca a questão da sociedade ser ou não justa. Uma sociedade onde a justiça não chega a tempo e horas, onde as pessoas envolvidas nos casos são julgadas na praça pública, onde o segredo de justiça é para rir, onde na maioria das vezes os ditos culpados no início dos casos são considerados inocente no fim, etc, etc. Dá apara pensar se será justa…
 
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Moita Flores (2)
Runaldinho (seguir utilizador), 2 pontos , 16:26 | Domingo, 25 de abril de 2010
O maior dos seus comandantes, o capitão Salgueiro Maia, tinha 29 anos. Na sua coluna militar saída de Santarém os camaradas que o acompanhavam eram ainda mais novos e o movimento de capitães dirigia-se directamente aos jovens com um objectivo essencial: acabar com a guerra; acabar com o garrote da censura; abrir as portas da liberdade; o fim da prisão política, o fim dos tribunais plenários e de condenações por delito de pensar, falar, escrever e cantar conforme a liberdade e as opções de cada um. Foi uma Revolução de jovens para jovens que adivinhavam um mundo mais aberto do que as paredes e grades onde o país vivia encerrado, esgotado, depauperado, minado pela corrupção, pelo caciquismo, pela ignorância mais absoluta, gravemente analfabeto.

Só uma profunda desonestidade intelectual, moral e sectária pode defender que 'isto está pior do que antigamente'. Não está bem, não senhor. Mas é por isso mesmo que o 25 de Abril faz sentido: porque abriu as portas da não-desistência, da inquietação, da construção e da crítica, sem medo, sem Tarrafais ou Aljubes. Só os vencidos reclamam a choraminguice. E somos mais fortes que quaisquer Velhos do Restelo. Camões já tinha avisado.

Francisco Moita Flores, Professor Universitário
 
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    Re: Moita Flores (2)    Ver comentário
Tibiriçá.... (seguir utilizador), 1 ponto , 18:38 | Domingo, 25 de abril de 2010
    Re: Moita Flores (2)    Ver comentário
llex (seguir utilizador), 1 ponto , 1:28 | Segunda feira, 26 de abril de 2010
    ahn, pois, foi por isso que Angola andou em guerra    Ver comentário
amarelolindo (seguir utilizador), 1 ponto , 1:48 | Segunda feira, 26 de abril de 2010
    Re: Moita Flores (2)    Ver comentário
Dunca (seguir utilizador), 1 ponto , 23:17 | Domingo, 25 de abril de 2010
Sr Presidente da Républica
caprylm56 (seguir utilizador), 2 pontos , 21:15 | Domingo, 25 de abril de 2010
O povo não quer palavras, mas sim acções com 36 anos de promessas.
Mas cada dia se vice pior, Portugal perdeu a moralidade e os srs deputados nada fazem para alterar de vez esta democracia de vergonha.
 
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Estranho como é que Cavaco Silva está a discursar
Mordaquikesaileite (seguir utilizador), 2 pontos , 21:22 | Domingo, 25 de abril de 2010
com cravos vermelhos, assim tão perto. Não é possivel que a alergia lhe tenha passado de um momento para o outro...
 
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VIVA O PODER POPULAR DIZ O PSD?
José Telhado (seguir utilizador), 2 pontos , 23:50 | Domingo, 25 de abril de 2010
PRECISO DA VOSSA AJUDA:

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http://www.peticao.com.pt...
 
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Discurso
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 1:01 | Segunda feira, 26 de abril de 2010
O discuro de Cavaco Silva, foi a todos os títulos apaziguador, sem entretanto lançar pistas importantes como a exploraçao do mar e das florestas e de alertar para as desigualdes sociais.
Teve em conta, que um discurso crítico, que em certa medida se justificava, poria em polvorosa os mercados internacionais, e com isso o País só teria a PERDER.
Além do mais, no caso do PEC tem sido uma autêntica "BENGALA" deste governo, ao acontrário de Manuel Alegre, que só o tem denegrido.
A apreciação do seu discurso por parte de Fernando Nobre, foi mesmo "nobre"!
Não posso deixar de passar em claro tal constatação!
O BE, aproveitou o discurso de Cavaco Silva para iniciar a campanha eleitoral do seu candidato Manuel Alegre.
Vai ser interessante, pois o PS, não tem outra alternativa senão de engolir o SAPO Manuel Alegre, ver em campanha
conjunta "Manso" e "Manso é a tua tia !
Embora o apoio oficial do PS signifique que uma boa parte do partido vote no POETA...
Cavaco Silva deu mais uma prova cabal de ser um estadista de fina água e que não o reeleger, em detrimento, por exemplo de Manuel Alegre, equivaleria a deitar pela borda fora um DIAMANTE VERDADEIRO, EM TROCA DE UMA IMITAÇÃO !
Mas os portugueses não são parvos e não vão deixar de ter isso em conta.
 
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Mais conversa de encher pneus.
Cruzadas (seguir utilizador), 2 pontos , 5:02 | Segunda feira, 26 de abril de 2010
Não percebo esta tara pelo mar. Mas querem o quê? Mais portos? Mais navios? Mais pesca? Mas que know-how para pescar carapaus é que nós ainda não temos? Então mas nos não temos acordado com a Europa uma quota nas pescas que não podemos ultrapassar? Ou querem encher as praias de hotéis para estrangeiros, até só se conseguir ver o mar de dentro deles? Para o Belmiro encher os bolsos.

Mais quê do mar? Sereias? Petróleo? Neblina com o D. Sebastião numa traineira? Não percebo, sempre me soou a ôco, esta conversa que o mar é a nossa salvação. O mar, o mar, o mar, mas medidas concretas, está quieto, ó meu.

Então se o nosso problema é não conseguirmos captar bom investimento, termos um país totalmente descridibilizado, cá dentro e lá fora, um aparelho produtivo completamente desmantelado, uma economia a reboque da Europa, uma justiça que não existe, um sistema fiscal de bradar aos céus, de enorme complexidade, corrupção e compadrio a dar com pau, mentiras ao país, a bandalheira na educação. É que tudo está mau, e esta gente não pára de falar no mar. Epá, tratem de captar investimento e realizar dinheiro, com corte de despesa. Medidas concretas e pouca "treta".
 
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