16/05/2012 atualizado às 23:10
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12: o ano de todos os castigos

Miguel Sousa Tavares (www.expresso.pt)
0:00 Sexta feira, 30 de dezembro de 2011

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2012
gaivota 49 (seguir utilizador), 1 ponto , 9:30 | Segunda feira, 2 de janeiro
Começou o ano
E com ele trago as mesmas dores
As mesmas incertezas
O mesmo silêncio de espera...

Assim voltei a olhar o Tejo
E as gaivotas que voam
Sempre elas...
Num planar soberbo de esperança
Em que os castigos são um poema esquecido
Na lembrança dos que sonham aínda...
 
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Uma decisão infeliz
SOUCAR (seguir utilizador), 1 ponto , 11:56 | Terça feira, 3 de janeiro
Lamentável que seja negado o acesso gratuito a artigos de referência com a importância deste.

Mas o ridiculo é que se pode lê-lo noutros sites da Net!!!

Não será oportuno rever tão infeliz decisão e desprestigiante patra o Expresso, jornal que leio desde sempre?

 
 Regras da comunidade
12:o último vôo
gaivota 49 (seguir utilizador), 1 ponto , 20:56 | Quinta feira, 5 de janeiro
Ela abria suas asas e voava
até ao limite de sua imaginação
planava sobre todos os rios e mares
desafiava o impossível
sonhava...até à exaustão.
Amava perdidamente um astro no seu deserto
cantava seu amor aos quatro ventos
ela era um poema voante...
Gostava de viajar pelo mundo
não tínha medo de nada
voava na deriva do sonho
amava a beleza do sol e da lua
de todas as madrugadas com o sol a raiar
caminhava horas sem se cansar
cantava seus poemas de alma
seu coração era feito de amor e esperança.
Mas um dia tudo mudou em Paris
quando ela ficou doente
e disseram-lhe que não podía voar mais...
Então ela encolheu suas asas e regressou
Suas lágrimas escorreram como pérolas no chão
Mas ela aceitou sua nova condição
e triste voltou ao Tejo
com medo de não o voltar a ver.
Acendeu um cigarro
e ficou a olhar seu fumo no ar
e percebeu que foi o seu fiel companheiro que a castigou.
Então seu sorriso iluminou Lisboa
ela foi uma gaivota poeta.

Feliz ANO NOVO.
 
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